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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

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Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, uma região do Brasil, foi fundada pela Associação Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidade e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma tarefa, hoje reivindicado em 20 países pelo mundo, que a voluntário, o voluntariado e as principais distinções diversas, que são a área de resgate, socorro, defesa civil,

The site is the emergency site is not provide information and take the society in general and as teams de emergency must be an integr the actions are in relation to social and social development.

Emergencia.online, traz informações, conhecimentos, experiências de comunicação e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.

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ESTE INTERCÂMBIO CONTARÁ COM PARTICIPAÇÃO DE VÁRIAS ORGANIZAÇÕES ENVOLVIDAS EM UM INTERCÂMBIO INTERNACIONAL REALIZADO EM DIVERSAS CIDADES E UNIDADES PARCEIRAS E AFILIADAS A ALIANÇA INTERNACIONAL DE EQUIPES DE RESGATE AJUDA HUMANITÁRIA NA ARGENTINA. 
COM O OBJETIVO DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO, O INTERCÂMBIO ESTARÁ ABERTO A PARTICIPAÇÃO DE MULTI-PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA ÁREA DE RESGATE E AJUDA HUMANITÁRIA OU QUE POSSUEM INTERESSE NA ÁREA:
SOCORRISTAS E RESGATISTAS;TEC. EM ENFERMAGEM; ENFERMEIROS; MÉDICOS;BOMBEIROS CIVIS; BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS; BOMBEIROS MILITARES; BOMBEIROS COMUNITÁRIOS; BOMBEIROS MUNICIPAIS; BOMBEIROS PRIVADOS; TEC. EM SEGURANÇA DO TRABALHO; TEC. EM EMERGÊNCIAS MÉDICAS; AGENTES DE DEFESA CIVIL EM GERAL;MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS E POLICIAIS,
 QUE TENHAM INTERESSE EM AÇÕES VOLTADAS A ÁREA DE RESGATE E AJUDA HUMANITÁRIA.

 

Apoio:

Proposta: 

Associação Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, instituição privada voluntária, sem fins lucrativos, não governamental de defesa civil e atendimento de emergências, inscrita no CNPJ nº 20.726.381 / 0001-06, com sede no sul do Brasil, Estado de Santa Catarina, está também disponível em outros países e regiões que atuam na área de resgate e ajuda humanitária, organizando, dentro de uma Aliança Internacional de Ajuda Humanitária, composto por mais de 25 países, um curso de capacitação avançada voltado para Formar um técnico e instrutor, especializado para atualizar em situações de calamidades, epidemias, emergências, logística, desastres e ajuda humanitária na América do Sul. 

Esta formação única já realizada, Contará com uma participação de organismos de resgate dos países que compõem uma América do Sul. 

O curso terá em seu contexto, diversas matérias direcionadas uma formação de um profissional apto um apoio de apoio e coordenar equipes de resgate em meio a situações de resgate, calamidades e desastres. Este profissional aceita qualificação de diversas instituições de resgate e de organismos que atuam nestas situações afim de formar conhecimentos em diversas áreas que serão divididos em módulos, sendo três módulos realizados em três países diferentes de cada país. 

Nosso objetivo é preparar um profissional capacitado para atuar em situações de calamidades emergências e desastres adversos promovendo ações de ajuda humanitária em situações de grande porte e mesmo tempo de formar relações e laços de amizade entre os países. 

Serão diversas instituições participantes; Bombeiros, socorristas, resgatistas, paramédicos, instituições privadas, clubes de serviço, universidades, governos e forças armadas que juntas entre si, formarão técnicas de conhecimento e aprendizado que formam em conjunto este profissional, habilitado e capacitado para prestar apoio como diversas situações calamitosas de Grande porte bem como ao final da formação habilitado a formar novos integrantes, multiplicando assim este conhecimento recebido junto como suas organizações e nações. 

Esta troca de conhecimento e experiências está sendo formalizada entre as equipes de resgate da maioria dos países que compõem o continente Sul Americano, e está sendo organizado no Brasil, Por esta instituição que vem através do presente, as ações conjuntas que fortalecem os vínculos entre essas instituições e suas organizações voluntárias, e os organismos que atuam também neste projeto, como Governos, Forças Armadas, Instituições Públicas e Privadas, universidades ... com O objetivo de fortalecer os laços fraternais de amizade entre as instituições e as suas nações, bem como desenvolver as atividades em parceria para o conjunto de ações em andamento por unidades de resgate que atuam em situações de emergência e calamidades. 

Esta parceria tem uma participação ativa de cada membro, propondo melhorias nas ações de ajuda humanitária internacional e fomentando laços de cooperação, visando troca de conhecimentos, intercâmbios, e ações conjuntas que trarão grandes resultados a todas as entidades envolvidas, Promovendo mecanismos de resposta a situações de desastres e calamidades em nosso continente. 

Cada uma das organizações que trabalham no âmbito de um acordo sobre o desenvolvimento sustentável, a construção de um novo modelo, a construção de um novo modelo de construção, Seus países 

As entidades que se propuserem a participar desta ação terão participação igual direta em todos os assuntos relacionados a esta atividade, podendo propor melhorias nas ações que são estabelecidas, bem como indicar e definir seus representantes que estão envolvidos em direcionar um administrador e melhorar as ações conjuntas . 

Cada instituição também pode indicar integrantes de suas organizações a participarem desta formação, participar de formarem instrutores profissionais que se tornarem formadores e multiplicadores de conhecimento em suas nações. Poderão ainda promover atividades de aprimoramento de módulos que englobam alguns países, além de desenvolver e promover palestras, cursos e congressos abordados sobre o tema e avaliar a união entre as nações e instituições em meio a situações de calamidades. 

A participação de governos governamentais e não governamentais, pode ser realizada através de um ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA, amparado no Brasil pela Lei n.º 13.019 no caso de instituições governamentais. 

Nos países da América do Sul, Como ações de resgate são desenvolvidas por sua maioria por instituições voluntárias (paramédicos, resgatistas, socorristas e bombeiros voluntários) além de outras entidades, e, esta instituição também é voluntária, junto com estas instituições esta empenhada a desenvolver em conjunto este marco de desenvolvimento humano E social, convidando as demais participantes a participar e colaborar com essas iniciativas que trarão consequentemente grandes resultados sem aperfeiçoamento de nossos trabalhos e fortalecer os laços de cooperação e amizade entre as instituições e seus governos. 

Neste sentido, o presente apresenta-se em uma tela convidando oficialmente como instituições interessadas em participar deste projeto para uma resposta formada de interesse para que possamos consolidar mais esta ação de desenvolvimento humano e social. 

Os interessados ​​em enviar um e-mail para: comando@bombeirosvoluntarios.org Expondo o interesse em participar, para seguir darmos seguimento a este ato, juntamente com uma primeira fase que diz respeito ao cadastro de instituições interessadas que recebem em maior informações. 

Atenciosamente, 

Dr. Eduardo Carlos Javier 

Dir.Geral de Relações Públicas e Exteriores da Ass.Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários 


 

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Associação Sul-Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários

Registro (CNPJ) nº 20.726.381 / 0001-06.

Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, de Defesa Civil e de Atendimento de Emergências.

Sede Administrativa Provisória

Endereço: Rua João Duarte Raimundo, 53, Caminho Novo, Palhoça - Santa Catarina - Brasil.
Cep. 88.132-500.

Telefone: 55 + (48) 3375-2383 / 55+ (48) 99650-5503 / 55+ (48) 98438-3958   

 

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

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SOBRE NÓS...
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Mensagem do Presidente

Cleverson Leandro Búrigo e Silva.

Formado em Filosofia, Socorrista, Bombeiro Civil Voluntário, Tecnoem Emergências e estudante de medicina.


Presidente da Direção

“Ser dos Bombeiros é muito mais que aqui, mais do que uma carga, seja qual for o nível de participação ou contributo. É um estado de alma, que está sendo transmitido aos outros que existe de um modo humano. É amor, é altruísmo, é generosidade sem medida, é um abraço permanente de coração aberto. E assim, à minha maneira, neste cargo como sendo os Bombeiros que me munham com um calor humano. A melhor forma de retribuir é incorporar todos os sentimentos de verdade não presentes e os exemplos de alguns dos mais ilustrados dirigentes que aqui me precederam.

O contentamento de ser o Presidente de uma das melhores e mais evoluídas Associações Humanitárias Este país, funciona como uma força única e indiferente de fazer sempre e muito melhor para cada mandato. É grandeza de sentimentos que nos faz esquecer de nós e fazer felizes os outros, fazer sempre o que for preciso porque uma diferença entre o suficiente e o bom é um pequeno esforço a mais. O ser dos Bombeiros é sempre o que quer que seja a dificuldade do caminho nunca mais importante que o resultado final. ”

"FAÇA O BEM, SEM NUNCA OLHAR A QUEM. FAÇA POR AMOR, NÃO POR INTERESSES".

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Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, uma região do Brasil, foi fundada pela Associação Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma tarefa, hoje reivindicado em 20 países pelo mundo, que to voluntary, the voluntariado and the major various distincities, that are the area of ​​resgate, socorro, defence civil,

O site é o site de emergência não é fornecer informações e levar a sociedade em geral e como as equipes de emergência devem ser uma integração as ações são em relação ao desenvolvimento social e social.

Emergencia.online, traz informações, conhecimentos, experiências de comunicação e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.

Atualmente, o emergencia.online, está cadastrando as organizações que fazem parte da plataforma interativa de comunicação, unindo as mais diversas instituições em todo o mundo com o objetivo de integrar, tornar mais novas ações voltadas a uma área de emergência.

Venha fazer parte e cadastre sua organização!

DOS OBJETIVOS E SEUS FINS

 



Artigo 6 ° -O presente encontro é de caráter preventivo, de resposta, assistencial,

humanitário, filantrópico, altruístico, cívico-educativo, internacional e nacional:

A) - Nacionalismo e cidadania Plena;

B) - Obediência e Cumprimento às Leis do País;

C) - Hierarquia e Disciplina;

D) - Respeito às leis e vestindo Constitucionais;

E) - Preservação e Defesa da Vida, dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente;

F) - Imparcialidade, Neutralidade, Independência e Transparência;

G) - Solidariedade, Humildade, Lealdade, Trabalho e Tolerância.

Artigo 7 ° - "ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS",

A) - Colaborar, apoiar e promover activamente as iniciativas promovidas pela Sociedade das Nações Unidas - ONU, pela Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal (SINDEC), bem como por outros Clubes, Agências Organizações de Ajuda Humanitária, Instituições Civis ou Militares que Atuação em Situações de Emergência, Emergência, Estado de Calidade Pública, Desastre ou em Missões de Paz.

B) - O Resgate, a Busca e o Salvamento;

C) - A Defesa, a União, o Fortalecimento, o Desenvolvimento de Instituições Públicas ou Privadas de Resposta a Urgências e Emergências ou Ações Humanitárias;

D) - A Promoção da Paz, da Ética, da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Democracia e de outros Valores Universais;

E) - Preservação, Defesa, Conservação, Educação do Meio Ambiente e Promoção do

Desenvolvimento Sustentável;

F) - A Promoção do Voluntariado;

Artigo 8 ° -A "Associação Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários", "Como" Objectivo Prioritário e Seguinte:

a) Prevenção e Combate de Incêndios;

b) O Socorro às propagandas de incidentes, inundações, desabamentos, abalroamentos e todos os acidentes, catástrofes ou calamidades;

c) O Socorro a náufragos e buscas subaquáticas;

d) O socorro e transporte de sinistros e doenças, incluindo uma urgência pré-hospitalar, não local do sistema integrado de emergência médica;

e) A protecção contra incêndios em edifícios, casas de espetáculos e de particulares e outros serviços, mediante solicitação e de acordo com as normas em vigor, durante a realização de eventos com aglomeração de público;

f) A emissão, nos termos da Lei, de advertência e prevenção contra riscos de acidentes e outros sinistros;

g) A participação em outras atividades de proteção civil, no âmbito do exercício das funções que estão presentes como principais comissões;

h) A participação noutras acções, para as quais sejam tecnicamente preparadas e enquadradas nas suas barbatanas específicas;

i) O exercício de atividades de formação e sensibilização cívica, com especial incidência, nos domínios de prevenção e de risco de acidentes e outros acidentes;

j) A indústria de serviços públicos, remunerados ou não, a si mesmos ea legislação aplicável.

k) - A autoridade dos Associados, Autoridades Civis, Militares ou Judiciárias em todas as instâncias Nacionais ou Internacionais;

l) - Proporcionar uma oportunidade de acesso remoto às tecnologias de segurança, segurança do trânsito, resgate, busca, salvamento e meio ambiente;

m) - Criar, Implantar, Assessorar, Incentivar, Apoiar, Fortalecer ou Coordenar no Meio-ambiente, Cidades, Rodovias ou Estradas, Serviço de Atendimento a Situações de Urgências / Emergências, disciplinado, hierarquizado, exaustivamente treinado e devidamente equipado e credenciado de acordo com os protocolos e métodos no mercado internacional, os sistemas de emergência, carga de serviço e serviços já existentes, melhorar prioritariamente a vida, melhorar a velocidade e melhorar a operacionalidade do serviço.

n) Conscientizar uma comunidade, os sócios através de Cursos, Palestras, Treinamentos,

Encontros, Simulados, Feiras, Simpósios, Conferências e Eventos a importância da Defesa Civil,

dos Primeiros Socorros, da Preservação do Meio Ambiente, da Fauna e da Flora.

o) - Integrar-se ao Sistema Nacional de Defesa Civil, Federal, Estadual e

Municipal de Assessoria, Fortalecer, Reestruturar, Incentivar, Implantar, Apoiar, Patrocinar, Equipar ou Coordenar nos Municípios como Coordenadas de Defesa Civil (COMDECs), os Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDECs) ou qualquer outra ação ou ação que visam a Segurança Global da População, com o emprego de desenvolvimento proativo administrativo e operacional, como as técnicas e as séries devidamente comprovadas como rápidas e regionalizadas de acordo com uma geografia e como demanda locais;

p) - Empreender suas formas de busca e remediação junto aos parceiros,

patrocinadores, instituições Públicas ou Privadas para se tornarem um Centro de Formação, Instrução e Aperfeiçoamento em Urgência, Emergência e Defesa Civil;

q) - Fomentar a implantação no Brasil, em Escolas Municipais, Estaduais e Federais como parte do Ensino Fundamental e Ensino Médio, como as disciplinas de Pronto-Socorrismo, Defesa Civil, Segurança do Tráfego e Meio Ambiente;

r) - Criar como Profissões e Amizades entre as Entidades Civis e Militares e seus

Associados e uma Cooperação Nacional e Internacional nas questões do seu âmbito de ação.

s) - Uma Coordenação Geral, o Treinamento, a Hierarquização, a Estruturação, a Operacionalização e a Utilização da Força Tarefa Sul-Brasileira (FTSB) em nível Nacional e Internacional.

à Velhice (3ª idade), às Campanhas do Agasalho, Doação de Sangue, Vacinação Humana e Animal, Epidemias, Pandemias, Campanhas em favor da Justiça Social, Desarmamento, uma Paz Mundial, uma Marginalização, uma Violência Urbana, uma Violência não Tráfego, Violência Familiar, Pedofilia, o Fumo, o Álcool, como Drogas, Toxicomania, Gravidez Precoce, AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis. Sem exceção, todas as atividades são levantadas, são sempre fiscalizadas e exercidas por agentes de direito e habilitados na forma da Lei. Álcool, como Drogas, Toxicomania, Gravidez Precoce, SIDA e Doenças Sexualmente Transmissíveis. Sem exceção, todas as atividades são levantadas, são sempre fiscalizadas e exercidas por agentes de direito e habilitados na forma da Lei.Álcool, como Drogas, Toxicomania, Gravidez Precoce, SIDA e Doenças Sexualmente Transmissíveis. Sem exceção, todas as atividades são levantadas, são sempre fiscalizadas e exercidas por agentes de direito e habilitados na forma da Lei.

Artigo 10º - A ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS, PUBLICITÁRIOS, OFERECIDOS PELA LIBERTAÇÃO DE DIREITOS ELETRÔNICOS E INDEPENDENTES crimes que existem ou têm um conhecimento, bem como qualquer droga ou omissão cometida contra os Cidadãos, Associados, Diretores, Conselheiros, Associação. Os critérios de execução, em conformidade com o público alvo ou debem federal como as prevaricações praticadas, sem as ações futuras, ou postulações indenizatórias.

O ano de 2001 foi instituído pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado. De para ir para, uma emirencia do uso deles, e, como eles, pistas e, especialmente, no uso do tema do tema, tais como eles, como respeitar a avaliação de. O presente é um projeto auxiliar na geração do referencial, no sentido de apresentar um levantamento sobre a história do voluntariado no Brasil e no mundo. Mostra-se, por exemplo, uma ligação à religiosidade dos indivíduos, ao civismo e às outras formas mais voltadas para o crescimento individual e para uma melhor vida em sociedade. É o processo de referência e como as transformações do voluntariado,contribuindo para o estabelecimento de diretrizes e orientações para as empresas e os cidadãos que se envolvem em projetos como esse.Ressalta-se, ainda, que was back the century, the state of the annual initiative that expandiu as organizações voluntárias, na busca por soluções aos problemas gerados pelo capitalismo.Esse fato é responsável por uma transformação na forma de associação de empresas sem fins lucrativos, exigindo que se tornem um acordo de acordo com uma lógica de mercado. Argumenta-se, no entanto, que o voluntariado desenvolveu-se uma lógica mais substantiva de atuação, preservando as mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comumO Estado teve uma iniciativa privada que exigiu uma expansão das organizações voluntárias, na busca por soluções aos problemas sociais gerados pelo capitalismo. Esse fato é responsável por uma transformação na forma de associação de empresas sem fins lucrativos, exigindo que se tornem um acordo de acordo com uma lógica de mercado.Argumenta-se, no entanto, que o voluntariado desenvolveu-se uma lógica mais substantiva de atuação, preservando as mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comum O Estado teve uma iniciativa privada que exigiu uma expansão das organizações voluntárias, na busca por soluções aos problemas sociais gerados pelo capitalismo.Esse fato é responsável por uma transformação na forma de associação de empresas sem fins lucrativos, exigindo que elas se tornem um acordo de acordo com uma lógica de mercado. Argumenta-se, no entanto, que o voluntariado desenvolveu-se uma lógica mais substantiva de atuação, preservando as mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comum Exitindo-se que ele passe a agir de acordo com uma lógica de mercado. Argumenta-se, no entanto, que o voluntariado desenvolveu-se uma lógica mais substantiva de atuação, preservando as mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comum Exitindo-se que ele passe a agir de acordo com uma lógica de mercado. Argumenta-se, no entanto, que o voluntariado desenvolveu-se uma lógica mais substantiva de atuação, preservando as mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comum

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ALGUNS RECONHECIMENTOS E UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA...

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

DEPARTAMENTOS ADMINISTRATIVOS E SUAS 

 

RESPECTIVAS ATIVIDADES

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Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, foi fundada a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união e o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma Força Tarefa, hoje reconhecida em mais de 20 países pelo mundo, que vem desenvolvendo ações voluntárias em prol da sociedade humana, do voluntariado e das mais diversas organizações distintas, que trabalham na área de resgate, socorro, defesa civil, bombeiros e outras instituições de ajuda humanitária promovendo de forma verdadeira e humana ações de integração e união em busca do fortalecimento das atividades prestadas á população na área de emergência.

 

Conforme ESTABELECE o Artigo 74° do Estatuto social da ASBSBV - A Diretória Executiva terá suas atividades assessoradas pelos seguintes Departamentos:

A) - Departamento de Ensino e Instrução;

B) - Departamento de Meio Ambiente;

C) - Departamento Contra Incêndios;

D) - Departamento de Engenharia e Obras;

E) - Departamento de Telemática;

F) - Departamento de Telecomunicações;

G) - Departamento de Eventos, Esporte e Cultura;

H) Departamento de Relações Públicas e Exteriores;

I) - Departamento de Saúde;

J) - Departamento de Assistência Social;

K) - Departamento de Imprensa;

L) - Departamento de Marketing:

M) - Departamento de Projetos e Captação de Recursos;

N) - Departamento de Manutenção, Logística e Suprimento;

O) - Departamento de Segurança e Apoio;

P) - Ouvidoria.

Artigo 75 ° - Compete ao Departamento de Ensino e Instrução:

A) - Dirigir, coordenar, desenvolver e executar o ensino, uma instrução, uma pesquisa e a extensão

objetivando a formação, atualização, aperfeiçoamento e especialização dos Associados à luz da

modernidade;

B) - Buscar novas metodologias de ensino nas áreas de abrangência da Associação, bem como criar protocolos de

recomendação internacional;

C) - Elaborar o Relatório Anual de Ensino e de Instrução, com base em suas atividades, privilegiando o desenvolvimento humanístico como premissa ao engrandecimento institucional;

D) - Exercício de atividades-pedagógicas e busca de parceria ou intercâmbio com Instituições

Públicas ou Privadas, Nacionais ou Internacionais, com o prévio prioritário de

atualização, aperfeiçoamento, especialização dos Diretores, Instrutores e Associados em cursos, treinamentos, estágios, palestras para as instituições;

E) - Encaminhar os resultados das atividades, Curso de Mestrado em Administração para o registro nos assentamentos dos Associados.

F) - Assinar, em conjunto com o Presidente eo Instrutor, bem como fornecer aliança,

certificados, certificados ou diplomas aos concludentes de Instruções, treinamentos, cursos, palestras, estágios ou outros;

G) - Registrador em livro próprio, para consultas futuras, como aliança, históricos,

certificados ou diplomas de treinamentos, cursos, palestras, estágios ou outros;

H) - Crie novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos

Departamento.

I) - Indicar usuários como assumido como novas Divisões, Seções, Setores recebidos dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

J) - Outras empresas lideradas pela Diretoria Executiva, desde.

Artigo 76 ° - Compete ao Departamento de Meio Ambiente:

A) - Contribuir e participar de forma ativa com a preservação e conservação da natureza, com objetivos de harmonizar a atividade humana com o interesse da biodiversidade, e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações .

B) Promovido pelo Ministério Público e Judiciário, pela defesa de bens e pelos direitos sociais, coletivos e difusos relacionados ao ambiente, ao patrimônio ambiental e ecológico em todos os seus aspectos, ao patrimônio cultural, aos direitos. humanos e dos povos, inclusive dos povos indígenas;

C) Denunciar e Denunciar Denunciar Denunciar Denunciar Denunciar Denunciar poluição poluição poluição degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad degrad

D) - Promover os estudos e atividades, projetar-se para a implantação de técnicas e diretrizes para a defesa, a preservação e a preservação do meio ambiente, e promover o desenvolvimento de seus estudos com os recursos naturais para garantir a qualidade de vida da população. ;

E - Promover e elaborar programas de planejamento e gerenciamento ambiental, com o objetivo de projetar e implementar programas de manejo da fauna, flora e uso do solo, com a implementação e monitoramento de técnicas e instrumentos para preservação e conservação da biota;

F) - Promover e desenvolver programas de capacitação nas áreas educacional e sócio-ambiental que objetivem a criação de agentes multiplicadores:

- Promover e consolidar programas de educação ambiental que objetivem a conscientização das comunidades de forma a desencadear uma reflexão, o debate, a transformação de conceitos, idéias e práticas de preservação e preservação do meio ambiente;

H) Aproximadamente os direitos da educação ao patrimônio cultural, à sabedoria dos povos indígenas, aos povos das florestas e pescadores, e afins, através de programas de integração com a comunidade;

I) - Buscar e incentivar alternativas de relações entre comunidades e natureza, sem perder de vista as potencialidades e a fragilidade dos ecossistemas;

J) - Difundir, incentivar e propugnar a conscientização para o fortalecimento das políticas

ambientais à nível regional e nacional e, principalmente, à nível municipal;

K) - Realizar congressos, encontros, simpósios, seminários, reuniões e cursos para estudo e debate de problemas vinculados aos seus objetivos, bem como sobre a aplicação da legislação ambiental federal, estadual e municipal;

L) - Promover, produzir, editar, divulgar e distribuir publicações em geral, jornais, revistas, livros e audiovisuais sobre assuntos de interesse ambiental  em geral e ações ambientais em particular, em defesa da Ecologia, do Meio Ambiente, dos Povos Indígenas e da qualidade de Vida;

M) - Promover projetos e ações que visem à preservação, bem como a recuperação de áreas

degradadas no meio ambiente urbano e rural, bem como a proteção da identidade física, social e cultural de agrupamentos urbanos com recursos próprios ou advindos de convênios ou outras formas jurídicas possíveis;

N) - Estimular a parceria, o diálogo e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais,

participando junto a outras entidades de atividades que visem interesses comuns.

O) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

P) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

Q) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 77° - Compete ao Departamento Contra Incêndios:

A) - Assessorar a Diretoria Executiva em todos os assuntos relacionados à Prevenção, Proteção e Combate a Incêndios.

B) - Coordenar, capacitar e mobilizar todos os Brigadistas, Bombeiros Civis Voluntários Associados de acordo com as

determinações do Diretor de Operações e Informações,

C) - Informar com antecedência, ao Diretor de Operações e Informações, sobre os cursos e

exercícios simulados que serão realizados;

D) - Inspecionar, periodicamente, as condições de uso e funcionamento dos equipamentos de

proteção e combate a incêndio, adquiridos, recebidos ou armazenados;

E) - Avaliar os riscos existentes, elaborar os relatórios das irregularidades encontradas e auxiliar no abandono da edificação onde for realizada qualquer ação ou missão da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

F) - Combater os incêndios em sua fase inicial e atuar no controle de pânico;

G) - Prestar os primeiros socorros a feridos;

H) - Realizar a retirada de materiais para reduzir as perdas patrimoniais devido a sinistros;

I) - Quando possível, interromper o fornecimento de  energia elétrica e gás liquefeito de petróleo, quando da ocorrência de sinistro;

J) - Estar sempre em condições de informar qualquer  evento adverso e auxiliar o Corpo de

Bombeiros Militar em qualquer missão.

K) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

L) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro doDepartamento e supervisionar suas atividades;

M) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 78° - Compete ao Departamento de Engenharia e Obras:

A) - Assessorar a Diretoria Executiva em todos os assuntos relacionados à Engenharia e Obras;

B) - Planejar, organizar, executar e controlar projetos na área da construção civil, realizar

investigações e levantamentos técnicos, definir metodologia de execução, desenvolver estudos ambientais, revisar e aprovar projetos, especificar equipamentos, materiais e serviços.

C) - Orçar a obra, compor custos unitários de mão de obra, equipamentos, materiais e serviços,

apropriar custos específicos e gerais da obra.

D) - Executar obra de construção civil, controlar cronograma físico e financeiro da obra, fiscalizar obras, supervisionar segurança e aspectos ambientais da obra.

E) - Prestar consultoria técnica, periciar projetos  e obras (laudos e avaliações), avaliar dados

técnicos e operacionais, programar inspeção preventiva e corretiva e avaliar relatórios de inspeção.

F) - Controlar a qualidade da obra, aceitar ou rejeitar materiais e serviços, identificar métodos e locais para instalação de instrumentos de controle de qualidade.

G) - Elaborar normas e documentação técnica, procedimentos e especificações técnicas, normas de avaliação de desempenho técnico e operacional, normas de ensaio de campo e de laboratório.

H) - Participar de programa de treinamento, quando convocado.

I) - Participar, conforme a política interna da Associação, de projetos, cursos, eventos, comissões, convênios e programas de ensino, pesquisa e extensão.

J) - Elaborar relatórios e laudos técnicos em sua área de especialidade;

K) - Trabalhar segundo normas técnicas de segurança, qualidade, produtividade, higiene e

preservação ambiental.

L) - Executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática.

M) - Executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função.

O) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

P) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

departamento e supervisionar suas atividades;

Q) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 79° - Compete ao Departamento de Telemática:

A) - Elaborar e implantar projetos lógicos e físicos de redes locais de computadores, e redes de

comunicação de longa distância;

B) - Prover a conectividade entre sistemas heterogêneos;

C) - Diagnosticar e solucionar problemas relacionados à comunicação de dados;

D) - Especificar e implementar soluções de rede, envolvendo definições de topologias,

equipamentos, arquiteturas e protocolos de comunicação, observando as normas e padrões vigentes;

E) - Desenvolver protótipos de sistemas embarcados,  móveis, telecomandados, e de comunicação de dados, entre outros;

F) - Aceitar e certificar projetos de redes de comunicação em geral;

G) - Criar, gerenciar, modernizar, atualizar os Sites ou Portal da Associação.

H) - Promover a manutenção e assistência técnica dos equipamentos de telemática da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

I) - O escopo das atividades deste Departamento também inclui o levantamento de necessidades, dimensionamento, especificação técnica e avaliação  de equipamentos de informática, tais como computadores, dispositivos de comunicação remotos, roteadores, concentradores, interfaces e outros dispositivos de conexão à rede, além é claro, da especificação técnica e avaliação de softwares, tais como sistemas operacionais de rede, protocolos de comunicação, servidores de comunicação, aplicações cliente/servidor, sistemas gerenciadores de bancos de dados e outras soluções.

J) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

K) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

L) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 80° - Compete ao Departamento de Telecomunicações:

A) - Criar, gerenciar, configurar, atualizar sistemas Comunicação;

B) - Suprir as necessidades de treinamento e de suporte técnico;

C) - Controlar a qualidade dos equipamentos de comunicação;

D) - Coordenar e assistir tecnicamente os profissionais que atuam na instalação e Manutenção de equipamentos de comunicação;

E) - Detectar defeitos e reparar unidades elétricas e eletrônicas dos equipamentos de comunicação;

F) - Elaborar relatórios técnicos referentes a testes, experiências, inspeções e programações;

G) Participar na elaboração de projetos de pesquisa, aplicação e instalação em telecomunicações e em telemática;

H) - Especificar, para o Departamento Financeiro, os materiais, componentes, equipamentos e

sistemas de telecomunicações adequados;

I) - Providenciar os registros competentes juntos as autoridades;

J) - Interpretar diagramas esquemáticos, leiaute de circuitos e desenhos técnicos, utilizando técnicas e equipamentos apropriados;

K) - Operar e monitorar equipamentos e sistemas de comunicação;

L) - Orientar a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS” na identificação das características e na escolha de equipamentos,

sistemas e serviços adequados às suas necessidades administrativas e operacionais;

M) Auxiliar no planejamento e implantação de equipamentos, sistemas e serviços de

telecomunicação modernos e apropriados para cada missão;

N) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

O) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

P) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 81° - Compete ao Departamento de Evento, Esporte e Cultura:

A) - Estabelecer, Coordenar e organizar o calendário de festividades e eventos internos e externos à A.S.B.S.B.V., bem como orientar e supervisionar as equipes que as realizarão;

B) - Organizar as solenidades promovidas pela Associação;

C) - Promover eventos, visando à confraternização dos Associados;

D) - Promover eventos de caráter beneficente e filantrópico;

E) - Orientar e coordenar todas as atividades esportivas da Associação;

F) - Promover eventos esportivos, visando à integração dos associados;

G) - Promover a integração esportiva da A.S.B.S.B.V. com as associações congêneres, bem como com as Instituições Públicas ou Privadas;

H) - Programar, organizar e dirigir atividades em geral, buscando o aprimoramento Cultural dos

associados;

I) - Promover a realização de Palestras, Cursos, Treinamentos, Congressos, Seminários, Simpósios, Encontros, Conferências e outros, previamente aprovados pela Diretoria Executiva, para os associados;

J) - Produzir material para dar suporte à realização de eventos, cursos, seminários, congressos,

encontros etc.;

K) - Manter intercâmbio com entidades congêneres, mantendo serviço de consulta técnica para os associados;

L) - Indicar à Diretoria Executiva, pessoas de reconhecida capacidade e idoneidade, para compor comissão de julgamento de concursos e de outros trabalhos promovidos pela Associação;

M) - Manter e supervisionar a Biblioteca, Videoteca ou outros meios de consulta disponibilizados aos Associados;

N)- Estimular a cultura cívica e criação de grupos folclóricos entre os associados;

O) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

P) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

Q)- Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 82° - Compete ao Departamento de Relações Públicas e Exteriores:

A) - Exercer as atribuições de Relações Públicas da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

B) - Ser o porta voz da Associação, sempre que necessário;

C) - Promover e incentivar as relações institucionais da Associação, com outros Setores da

Sociedade, e a maior integração com as Instituições Públicas ou Privadas, Nacionais ou

Internacionais;

D) - À orientação dos dirigentes da Associação na formulação de políticas de Relações Públicas;

E) - À informação e a orientação da opinião pública sobre os objetivos elevados da Associação;

F) - Assessoramento na solução de problemas institucionais que possam influir na posição da

Associação perante a opinião pública.

G) - O planejamento e execução de campanhas de opinião pública;

H) - O ensino de disciplinas específicas ou de técnicas de Relações Públicas.

I) - Propor políticas e formas de ação para os programas de cooperação internacional, de bolsas de estudo, captação de recursos logísticos, financeiros no exterior;

J) - Propor a realização de estudos e programas na área internacional para o aprimoramento das atividades da Associação no tocante à formação de recursos humanos de alto nível, no sistema de desenvolvimento cientifico e tecnológico;

K) - Opinar sobre acordos de cooperação entre a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS” e instituições estrangeiras;

L) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

M) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

N) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 83° - Compete ao Departamento de Saúde:

A) - Planejar, normatizar, coordenar, controlar e executar as atividades de prevenção e promoção da saúde;

B) - Propor e executar as diretrizes de saúde física e mental emanadas da Diretoria Executiva;

C) - Responder na atividade de suprimentos, pelo recebimento, armazenagem, distribuição e

utilização dos itens necessários ao funcionamento do Departamento e Saúde;

D) - Coordenar, Planejar, controlar e fiscalizar as atividades de todos os Associados profissionais de Saúde, em função dos objetivos Associativos;

E) - Incentivar, captar novos profissionais da Saúde, tendo o objetivo prioritário capacitá-los para que possam atuar em Urgência, Emergências ou Desastre em conjunto com a F.T.S.B.

F) - Cumprir as demais rotinas definidas pela Diretoria Executiva.

H) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

I) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

J) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 84° - Compete ao Departamento de Assistência Social:

A)- Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos,  programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil;

B)- Encaminhar providências, e prestar orientação social a indivíduos, grupos e à população

atingida por eventos adversos ou não;

C) - Orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais, no sentido de identificar recursos e de fazer uso dos mesmos, no atendimento e na defesa de seus direitos;

D)- Planejar, organizar e administrar benefícios e Serviços Sociais;

E)- Planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações profissionais;

F)- Prestar assessoria e apoio aos movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais, no exercício e na defesa dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade;

J) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de aperfeiçoar os trabalhos do

Departamento.

H) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

I) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 85° - Compete ao Departamento de Imprensa:

A) - Facilitar inter-relacionamento entre a Associação e a mídia, garantindo a construção e a

Consolidação da imagem institucional. O Departamento manterá contato constante com os órgãos de comunicação locais, Regionais e Estaduais, por meio de diversos mecanismos, tais como:

B) - Produção de releases (textos informativos) sobre as principais atividades, conquistas e fatos de relevância da Associação para repercussão junto à mídia, assumindo o papel de fonte de informações;

C) - Agendamento de entrevistas individuais / coletivas de membros da Diretoria;

D) - Acompanhamento de alguns diretores no contato com a imprensa;

E) - Clipagem impressa e televisiva de matérias nas quais a Associação e seus diretores são citados, para arquivo e memória do trabalho;

F) - Produção/revisão de textos de opinião para a grande imprensa e mídia segmentada, sempre que solicitados;

G) - Elaboração de boletins informativos enviados por e-mail aos associados, parceiros,

patrocinadores, Diretoria e funcionários da Associação;

H) - Atualização diária das notícias do site da entidade, bem como acompanhamento freqüente das páginas virtuais alimentadas por outras Associações e entidades deste segmento;

I) - Assegurar a qualidade dos processos de comunicação nos âmbitos interno e externo, atuando na

promoção e na atualização das informações que garantam a visibilidade da Associação junto aos Associados e à sociedade.

J) - Promover, produzir, editar, divulgar e distribuir publicações gerais, informativos em jornais,

revistas, livros e audiovisuais sobre assuntos referentes à Associação;

K) - Troca de informações entre as instituições públicas e privadas de nível Municipal, Estadual e Federal, por meio de suas respectivas Assessorias de Imprensa;

L) - Publicar notas referentes à Associação junto a emissoras de televisão, rádios e jornais;

M) - Manter contato de nível Nacional, através da Formação de uma Rede de Informações Privadas, referentes à Associação.

N) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

O) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 86° - Compete ao Departamento de Marketing

A) - Propor, coordenar, supervisionar e controlar a execução de políticas de marketing e promoção da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

B) - Elaboração de símbolos ou logotipos para campanha de merchandise;

C) -  Criação de produtos, equipamentos e outros, com a marca da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, (merchandise), que serão vendidos, consoante um lucro razoável sobre os mesmos, o qual será empregado na própria Associação;

D) -  Criar e coordenar o desenvolvimento dos diversos canais de comunicação da Associação,

dirigidos aos associados;

E) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

F) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

G) - Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 87° - Compete ao Departamento de Projetos e Captação de Recursos:

A)  Realizar projetos, campanhas, eventos ou outras iniciativas, com o intuito de captar recursos financeiros, materiais, logístico, com vista prioritária à consecução dos objetivos Estatutários.

B)  - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

C)- Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

D)- Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 88° -Compete ao Departamento de Manutenção, Logística e Suprimento:

A)- Planejar e programar a manutenção preventiva de todos os Equipamentos e Instalações móveis e imóveis da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

B)- Alocar pessoas, materiais, equipamentos e transporte de forma a possibilitar a manutenção

preventiva de todos os bens;

C)- Elaborar projetos básicos para a aquisição de materiais e serviços, ferramentas, equipamentos e  instrumentos necessários às suas atividades;

D) -Elaborar e participar de previsões sobre as necessidades de pessoas, materiais, ferramentas, instrumentos e equipamentos;

E) - Participar da elaboração de orçamentos relativos a seus serviços

F)- Buscar soluções técnicas de modo a eliminar dificuldades na execução de serviços,

assegurando-lhes realização adequada;

G)- Orientar e propor treinamentos específicos de forma a manter suas equipes habilitadas e

atualizadas quanto a procedimentos, materiais, ferramentas, equipamentos e instrumentos;

H) -Planejar, programar, controlar de maneira eficiente e lógica o fluxo de armazenagem, logística e distribuição de suprimentos, equipamentos e materiais de campanha, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender as necessidades das Equipes Operacionais.

I)- Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

J)- Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

K)- Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 89° - Compete ao Departamento de Segurança e Apoio

A)- Planejar, coordenar, executar e avaliar as ações relativas à segurança patrimonial da

ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

B)- Coordenar a política de segurança da A.S.B.S .B.V. Sem todo o seu âmbito de atuação;

C)- Elaborar e implantar planos operacionais de segurança, vigilância e apoio em Missões que a

“Força Tarefa Sul Brasileira”; vier a participar;

D)- Cooperar e Apoiar o sistema de Segurança Pública e Privada;

E)- Efetuar coleta, buscar e analisar informações de segurança para prevenir danos ao patrimônio da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

F)- Avaliar os riscos de segurança e os pontos vulneráveis da  “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”  ou das missões, determinando sua localização, tipo e intensidade, bem como estabelecer medidas de prevenção;

G)- Controlar e registrar a entrada e a saída de pessoas, cargas, mercadorias, suprimentos e

materiais na sede da Associação ou no cenário da missão;

H)- Manter o Diretor de Operações e Informações sempre informado sobre qualquer anormalidade constatada.

I)- Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento.

J)- Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

K)- Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 90° - Compete a Ouvidoria:

A)- Receber e investigar, de forma independente e crítica, as informações, reclamações e sugestões encaminhadas por Associados ou pela comunidade externa, através de demanda espontânea;

B)- Analisar as informações, reclamações e sugestões recebidas, encaminhando o resultado de sua análise ao Presidente;

C)- Acompanhar as providências adotadas pelo Presidente, garantindo o direito de resolutividade e mantendo o requerente informado do processo;

D)- Sugerir medidas de aprimoramento das atividades administrativas e operacionais ao Presidente da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

E)- Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

F)- Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

G)- Executar outras atividades atribuídas pela Diretoria Executiva, desde compatíveis com os fins do Departamento.

Artigo 91° - O procedimento administrativo instaurado pela Ouvidoria é autônomo e não substitui o Processo Administrativo Disciplinar.

Artigo 92° - A Ouvidoria exigirá sempre a identificação do usuário de seus serviços.

Artigo  93°  - Dependendo da natureza do assunto, a critério do  Ouvidor ou a pedido do interessado será garantido sigilo quanto ao nome do demandante.

Artigo  94°  - O Presidente poderá baixar instruções complementares regulamentando as ações do Ouvidor e delimitando as relações com as demais áreas da Associação;

Artigo 95° - As instruções complementares expressarão a autonomia e autoridade do Ouvidor para, sem qualquer consulta prévia, dar curso a todas as  demandas formuladas e garantir respostas conclusivas, em tempo hábil.

Artigo 96°  - A Ouvidoria não será responsável pela apuração de denúncias ou por qualquer

providência decorrente de sindicância ou processo administrativo que venha a ser instaurado a partir de ações desenvolvidas pela mesma.

Artigo 97°  - Os Diretores dos Departamentos acima descritos, não serão eleitos, e sim nomeados, entre os associados pela Diretoria Executiva no decorrer do mandato sempre que houver a necessidade. As atividades, sem exceção, serão sempre executadas e supervisionadas por profissionais devidamente qualificados e inscritos  regularmente nos devidos Conselhos de Classe, se assim estiverem obrigados. Outros Departamentos, Divisões ou Seções poderão ser criadas por determinação da Diretoria Executiva.

Artigo 98°  - Os Diretores dos Departamentos nomeados serão exonerados pela Assembléia Geral quando comprovada sua incapacidade técnica, administrativa, incompatibilidade profissional ou falta estatutária grave, sem prejuízo do direito a ampla defesa.

Artigo 99°  - Qualquer Profissional de nível Técnico ou Superior poderá ser contratado para

Assessorar ou dar Consultoria a  “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS” quando necessário e solicitado pela Diretoria Executiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

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Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários

Registro (CNPJ) nº 20.726.381/0001-06.

Organização não Governamental, sem fins lucrativos (ong), de Defesa Civil e Atendimento de Emergências.

 

Sede Administrativa Provisória

 

Endereço:  Rua João Duarte Raimundo,53,Caminho Novo, Palhoça - Santa Catarina - Brasil.
Cep. 88.132-500.

Telefone:55+(48) 3375-2383  / 55+(48) 99650-5503 / 55+(48) 98438-3958   

Nome  
E-mail  
País  
Cidade  
Telefone de contato com whatsapp:  
Deixe sua Mensagem  

E-mail:

 

contato@bombeirosvoluntarios.org

bombeirosvoluntarios@emergencia.online

comando@bombeirosvoluntarios.org

 

 

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

 

 

                                                                                              Regimento interno da

“ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”

 

 

 

GLOSSÁRIO – ABREVIATURAS:

 

ASBSBV- Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários.

GRAV- Grupo de Resgate e Apoio Voluntário.

FTSB- Força Tarefa Sul Brasileira.

BV- Bombeiros Voluntários.

SV- Socorristas Voluntários.

UC- Unidade de Comando.

UR- Unidade de Resgate.

URR- Unidade de Resposta Rápida.

URSA- Unidade de Resgate e Salvamento Avançada

USB- Unidade de Resgate Básico.

USA- Unidade de Salvamento em Águas.

URA- Unidade de Resgate Aéreo.

UAA- Unidade de Apoio Aéreo.

UCI- Unidade  Contra Incêndios.

UCIR- Unidade Contra Incêndio e Resgate

UTL- Unidade Transportes Líquidos.

UMB- Unidade Moto Bomba

UMG- Unidade Moto-Gerador

USRV- Unidade de Salvamento e Resgate Veicular

UCM- Unidade de Comando Móvel

UATP- Unidade Auto Tanque Plataforma

UAP – Unidade Auto Plataforma

MB- Moto Bomba

MS- Moto Serra

GE- Gerador Elétrico

RI- Regulamento Interno

CFSBV- Curso de Formação de Socorristas e  Bombeiros voluntários.

TSO- Treinamento Semanal Obrigatório.

TAF- Teste de Aptidão Física

REP- Regulamentos de Execução Permanente

ROP- Regulamentos Operacionais Permanentes

       

Artigo 1º Caracterização do Grupo de Resgate e Apoio  Voluntário.

 

Grupo de Resgate e Apoio Voluntário

O Grupo de Resgate e Apoio voluntário (GRAV), criado e mantido pela Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários (ASBSBV), fundada em 01.07.2014 e devidamente Homologada, tem como objetivo dar apoio aos órgãos de segurança pública bem como a entidades civis públicas e não governamentais em situações de risco, emergência e calamidade pública.

 

Artigo 2º Missão e Finalidade;

 

A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, terá como finalidade:

Colaborar, apoiar, incentivar e participar ativamente das Ações promovidas ou desenvolvidas pela Organização das Nações Unidas - ONU, pela Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal - (Sistema Nacional de Defesa Civil - SINDEC), bem como por outros Clubes, Agências ou Organizações de Ajuda Humanitária, Instituições Civis ou Militares que atuem em situações de Urgência, Emergência, Estado de Calamidade Pública, Desastre ou em Missões de Paz.

 

Sem prejuízo do nº 1  e 2 do Artigo 3º do Regime interno do GRAV, aprovado, a nomenclatura de identificação  dos Socorristas e Bombeiros Voluntários (GRAV) poderá exercer todas ou algumas das seguintes missões.

 

a) A Prevenção e Combate a Incêndios;

b) O Socorro às populações em caso de Incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades;

c) O Socorro a náufragos e buscas subaquáticas;

d) O socorro e transporte de sinistrados e doentes, incluindo a urgência pré – Hospitalar, no âmbito do sistema integrado de emergência médica;

e) A prevenção contra incêndios em edifícios públicos, casas de espetáculos e divertimento público e outros recintos, mediante solicitação e de acordo com as normas em vigor, nomeadamente durante a realização de eventos com aglomeração de público;

f) A emissão, nos termos da Lei, de pareceres técnicos em matéria de prevenção e segurança contra riscos de incêndio e outros sinistros;

g) A colaboração em outras atividades de proteção civil, no âmbito do exercício das funções especificas que lhes forem cometidas;

h) A participação noutras ações, para as quais estejam tecnicamente preparados e se enquadrem nos seus fins específicos;

i) O exercício de atividades de formação e sensibilização cívica, com especial incidência, nos domínios da prevenção contra o risco de incêndios e outros acidentes;

j) A prestação de outros serviços, remunerados ou não, previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.

 

Artigo 3º Área de atuação

 

1. O  GRAV, por ser o único no Sul do Brasil, tem como área de atuação própria os limites territoriais que compõe os três estados do sul do brasil , Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

2. A atuação em local exterior à área definida no nº anterior, só terá lugar em caso de requisição por outras Entidades de Resgate e Salvamento, Defesa Civil, SAMU e Grupamentos de Bombeiros ou mediante pedido formalizado e documentado com outros municípios, estados brasileiros ou países em situação de risco ou calamidade pública.

3. Em caso de apoio a outros órgãos de Entidades de Resgate e Salvamento, Defesa Civil, SAMU, Grupamentos de Bombeiros, ou de países, estados e cidades  que necessitem de apoio da ASBSBV, a requisição de apoio devera ser solicitada pela forma de documentação formal devidamente autorizada,assinada e registrada pelos organismos públicos locais, e de acordo com as leis em vigência.

 

 

Artigo 4º  Força Mínima de Intervenção Operacional

1. O GRAV é constituído maioritariamente por pessoal voluntário, tentando manter permanentemente uma força mínima de intervenção operacional composta por sete elementos em regime de prevenção e alerta permanente em sua central, para primeira intervenção, com os meios adequados para fazer face  a qualquer tipo de riscos. No entanto, sempre que se justificar, são tomadas as medidas que se julgarem convenientes face à presença de mais pessoal no grupamento a fim de acorrer a qualquer situação.

2. No GRAV, poderão ainda ser constituídas equipes de socorristas e  bombeiros que venham a ser contempladas pela tutela do comandante operacional, nomeadamente pelo dispositivo da Defesa da Floresta Contra Incêndios ou outras calamidades públicas.

3. Assim, o funcionamento operacional  do GRAV é constituído e designado da seguinte forma.

a) Toda a atividade normal, incluindo a 1ª intervenção é assegurada por Equipes de Socorristas e Bombeiros, com vinculo contratual com a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, pertencentes ao Quadro Efetivo do (ASBSBV), bem como com elementos em regime de voluntariado, recorrendo sempre que necessário aos restantes  elemento do Quadro Ativo do (ASBSBV).

b) O GRAV,  assegura em permanência com pelo menos um elemento, ao serviço da Central de Comunicações, denominado operador de radio.

Artigo 5º Organização do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário

Quadros

Os elementos que compõem o GRAV integram os seguintes quadros de pessoal.

a) Comando operacional;

b) quadro reserva

b) diretoria executiva;

c) Conselho fiscal

d) Quadro de Honra.

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Organograma do Comando Operacional

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Organograma da Diretoria Executiva

Artigo 6º Quadro de Comando

 

1º O quadro de comando é constituído pelos elementos dos Socorristas e Bombeiros Voluntários a quem é conferida a autoridade para organizar, comandar e coordenar as atividades exercidas pelo respectivo grupamento de Socorristas e Bombeiros, incluindo, a nível operacional, a definição estratégica dos objetivos e das missões a desempenhar.

2º A estrutura do Quadro de Comando do GRAV é composta por:

a) Comandante geral;

b) Sub- Comandante;

c) Chefes de Equipe.

d) Sub- Chefes de Equipe

e)Socorristas, Bombeiros efetivos e voluntários.

F) Estagiários

g) Alunos do CFSBV.

 

Artigo 7º Quadro Ativo

 

A Estrutura do Quadro Ativo do GRAV é constituída pelos elementos aptos para execução das missões a que se refere o Artigo 3º, normalmente integrados em equipes, em cumprimento das ordens que lhes são determinadas pela hierarquia, bem como das normas e procedimentos estabelecidos.

1.Carreira de Oficial Socorrista e Bombeiro:

a) Comandante Operacional;

b) Sub- Comandante Operacional;

c) Chefe de Equipe;

d) Sub- Chefe de Equipe;

e) Socorrista e Bombeiro nível 2;

f) Socorrista e Bombeiro nível 1;

g) Estagiário de Socorrista e Bombeiro;

h) Aluno do Curso de Socorrista e Bombeiro Voluntário.

 

Artigo 8º Quadro de Reserva

 

1. O Quadro de reserva é constituído pelos elementos que atinjam o limite de idade para permanecer na sua carreira e não reúnam os requisitos para ingressar no quadro de honra;

2. Os que não podendo permanecer nos restantes quadros, por motivos profissionais ou pessoais, o requeiram e obtenham aprovação do comandante do GRAV.

Artigo 9º Quadro de Honra

O Quadro de honra é constituído pelos elementos que, com zelo, dedicação, disponibilidade e abnegação desempenharam, durante um longo período de tempo, funções no GRAV sem qualquer punição disciplinar, ou adquiriram incapacidade por motivo de doença ou acidente ocorrido em serviço.

Artigo 10º Situação no Quadro

1. Os elementos do Quadro de Comando e Quadro ativo, podem encontrar-se nas situações de Atividade ou inatividade no Quadro;

2. Consideram-se  em situação de Atividade no Quadro:

a) Os que estão no gozo autorizado de férias ou de licença por doença, maternidade ou paternidade;

b) As mulheres bombeiras que se encontram indisponíveis para o desempenho assíduo e ativo de funções por motivos de gravidez, parto e pós-parto, num período máximo de um ano;

c) Os que estão ausentes por tempo não superior a um ano em missão considerada, nos termos do comando operacional, de relevante serviço público.

3. Consideram-se em situação de Inatividade no quadro:

a) Os que se encontram fora do exercício de funções por tempo não superior a um ano;

b) Aqueles a quem foi aplicada a pena de suspensão.

4. O tempo decorrido na situação de Inatividade no Quadro não é considerado para efeitos de contagem de tempo de serviço e suspende os direitos previstos no Regime interno do GRAV.

Artigo 11º Competências do Comandante

O Comandante dirige o GRAV e é o único e exclusivo responsável pelo desempenho do grupamento e dos seus elementos, no cumprimento das missões que lhe são cometidas, pela atividade do GRAV no que respeita à gestão técnica e operacional dos recursos humanos e materiais disponíveis, nomeadamente em matéria de conservação e utilização dos equipamentos, instrução e disciplina do pessoal dos  Voluntários, ao qual compete especialmente:

a) O comando, direção, administração e organização da atividade do GRAV.

b) Manter a disciplina;

c) Garantir a unidade do GRAV;

d) Velar e garantir a prontidão operacional;

e) Providenciar pela perfeita conservação e manutenção do material;

f) Assegurar a articulação operacional permanente com as estruturas de comando operacionais supra municipais, estaduais, federais e internacionais;

g) Assegurar, nos termos da lei, a articulação com os  respectivos serviços de proteção civil;

h) Garantir a articulação operacional com os grupamentos de Defesa Civil, Polícia, Bombeiros e entidades de Resgate e Salvamento limítrofes;

i) Zelar pela segurança e saúde dos Socorristas e Bombeiros Voluntários,

j) Planejar e desenvolver as atividades formativas e operacionais,

k) Elaborar as normas internas necessárias ao bom funcionamento do grupamento de Socorristas e Bombeiros, bem como as estatísticas operacionais;

l) Garantir a articulação, com correção e eficiência, entre o GRAV e as demais entidades municipais, estaduais, federais e internacionais, pelo regime interno do GRAV e pelos fins em prol da Associação Sul Brasileira de Socorristas e  bombeiros voluntários;

m) Dar parecer relativamente a pedidos de transferência de e para o GRAV;

n) Dar provimento nas categorias das carreiras de oficial Socorrista e Bombeiro;

o) Efetuar promoções nos termos da Lei e do Regulamento interno;

p) Punir e premiar em harmonia com a Lei em vigor e do Regulamento Interno do GRAV;

q) Dar provimento a situações de recurso hierárquico, das decisões em matéria disciplinar,  aplicadas pelo Comando operacional do GRAV, de cuja decisão não é admissível recurso;

r) Mandar instaurar processo disciplinar aos elementos do GRAV

s) Nomear em regime de substituição, Oficiais  Socorristas e Bombeiros de categoria inferiores, para os cargos de Comando, chefia e coordenação quando o GRAV não disponha de Oficiais Socorristas e Bombeiros ou Socorristas e Bombeiros nas categorias prevista legalmente;

t) Atribuir aos elementos do Quadro de Reserva e Quadro de Honra as funções de representação do GRAV em cerimonias, festividades e outros atos similares, bem como a colaboração, partilhando a experiência e os conhecimentos adquiridos em ações de formação, nas diversas atividades desenvolvidas no seio do GRAV, compatíveis com as capacidades físicas e intelectuais.

u) Dar parecer aos requerimentos de elementos do GRAV para ingresso no Quadro de Honra;

v) Promover a instrução, preparando os elementos do GRAV para o bom desempenho das suas funções, procurando conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação pelo seu semelhante.

w) Dirigir a direção da instrução do pessoal do GRAV de acordo com o programa previamente estabelecido e aprovado pela Assembléia geral

x) Elaborar até ao final de cada ano, o plano de instrução para o ano seguinte, dando conhecimento ao GRAV, e submeter a aprovação da Assembléia geral

y) Elaborar propostas de quadros de pessoal e de regulamento interno, para respectiva homologação e aprovação por parte da assembléia geral.

z) Garantir a adequação do Sistema de Avaliação do desempenho às realidades específicas do GRAV, coordenando e controlando o processo anual de acordo, com as competências que lhe são cometidas pelo Regulamento do Sistema de Avaliação dos Socorristas e Bombeiros Voluntários;

aa)Assegurar o registro tempestivo do serviço operacional no Recenseamento ASBSBV, bem como a sua inclusão no processo individual dos Socorristas e Bombeiros;

bb)Cumprir com as competências que lhe estão cometidas no Regulamento das Carreiras de Oficial Socorrista e Bombeiro e de Socorrista e Bombeiro Voluntário, bem como no Regulamento dos Cursos de Formação, Ingresso e Promoção do Socorrista e do Bombeiro;

cc) Velar continuamente, junto dos seus subordinados, pela estrita e completa observância das disposições da legislação em vigor, procedendo no sentido de serem corrigidas as infrações que note ou de que tome conhecimento;

dd)A responsabilidade, em todas as circunstâncias, pela forma como as unidades subordinadas cumpre as missões atribuídas;

ee)Decidir sobre a não satisfação das condições gerais de promoção;

ff) Decidir sobre a promoção dos elementos do quadro ativo com processo disciplinar ou criminal pendente, verificando e fundamentando que a natureza desse processo pode ou não colocar em causa a satisfação das condições gerais de promoção;

gg)Despachar os documentos de ingresso e promoção, devendo conter menção expressa de respectiva antiguidade e nova categoria, publicando-os em ordem de serviço, devendo ainda ser objeto de registro na ASBSBV;

hh)Promover por antiguidade os elementos do GRAV, à vaga da categoria imediata, o candidato posicionado no primeiro lugar da respectiva lista de antiguidade, classificado “apto” mediante avaliação curricular, que consiste na verificação da satisfação das condições gerais e especiais de promoção do candidato à data da ocorrência da vacatura;

ii) Determinar a abertura de concurso as vagas do efetivo, através de publicação de aviso nos locais apropriados do GRAV;

jj) Nomear, podendo integrar, o júri do concurso composto por três membros, um presidente e dois vogais;

kk) Informar em tempo oportuno, a diretoria executiva e a ASBSBV, dos procedimentos de aviso de abertura de concurso, lista final de classificação e provimento;

ll) Propor à Diretoria executiva a aquisição de material e artigos que necessite para o bom funcionamento dos serviços;

mm) Assumir o comando das operações nos locais de sinistro, sempre que o julgar conveniente;

nn)Estudar e propor as providências necessárias para prevenir os riscos de incêndio ou reduzir as suas consequências, a fim de serem submetidas à consideração da respectiva Câmara Municipal para os fins convenientes;

oo) Exercer o direito de voto de desempate em assembléia geral.

pp) Sugerir e planejar em assembléia geral a criação de novos cargos que não estão previstos no estatuto e Regulamento interno do GRAV.

qq) Organizar as telecomunicações do GRAV e assegurar o seu funcionamento;

b) Articular com os serviços competentes as matérias relativas à rede de comunicações e à rede informática do GRAV.

Artigo 12º Competências do Sub- Comandante

Ao sub-Comandante compete:

a) Substituir o Comandante nas suas faltas ou impedimentos;

b) Coadjuvar o Comandante no exercício das suas funções e exercer as competências que por este lhe sejam delegadas;

c) Coadjuvar o Comandante e superintender a atividade do Núcleo de ensino e apoio ao GBVAC.

d) Propor ao Comandante as medidas que julgar necessárias para o melhor funcionamento do GRAV;

e) Coadjuvar o Comandante, na organização, comandamento e coordenação das atividades exercidas pelo GRAV, incluindo, a nível operacional, a definição da estratégia dos objetivos e das missões a desempenhar;

f) Garantir a unidade do GRAV em colaboração com os restantes elementos de Comando;

g) Propor ao Comandante as normas internas necessárias ao bom funcionamento do GRAV, bem como as estatísticas operacionais;

h) A aplicação de penas de advertência e de repreensão escrita aos Socorristas e Bombeiros que lhe sejam subordinados;

i) Colabora com o Comandante no planejamento e desenvolvimento das atividades formativas e operacionais;

j)Exercer as competências que lhe são cometidas pelo regulamento do Sistema de Avaliação dos Socorristas e Bombeiros efetivos e Voluntários, em vigor.

Artigo 13º Competências do chefe de equipe

Ao chefe de equipe compete:

Garantir a unidade do GRAV em colaboração com os restantes elementos de Comando;

Exercer direito de voto em assembléia geral.

Organizar e dispor sua equipe de forma homogênea e coerente conforme as aptidões intelectuais e físicas dos bombeiros voluntários de sua equipe.

Elaborar e planejar o TSO a seus subordinados.

Garantir o a aplicação direito de igualdade entre os membros de sua equipe independentemente de sua raça, religião, credo, sexo ou demais denominações  que possam afetar algum Socorrista ou Bombeiro voluntário.

Indicar membros de sua equipe a cargos ou cursos disponíveis no GRAV por meio de documento de circulação oficial da corporação.

Velar continuamente, junto dos seus subordinados, pela estrita e completa observância das disposições da legislação em vigor, procedendo no sentido de serem corrigidas as infrações que note ou de que tome conhecimento;

A responsabilidade, em todas as circunstâncias, pela forma como as unidades subordinadas cumpre as missões atribuídas;

Assumir o comando das operações nos locais de sinistro.

Compartilhar o comando das operações em locais de sinistro com oficial superior se julgar necessário.

Velar e garantir a prontidão operacional.

Manter a disciplina dentro de sua equipe

Cobrar e fiscalizar o uso dos uniformes bem como apresentação pessoal e higiênica dos integrantes de sua equipe.

Zelar pela segurança e saúde dos bombeiros sob sua supervisão.

Promover a instrução e orientação preparando os membros de sua equipe para o bom desempenho das suas funções, procurando conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação

Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.

Artigo 14º Competências do sub-chefe de equipe

Ao sub-chefe de equipe compete:

a) Substituir o chefe nas suas faltas ou impedimentos;

b)Coadjuvar o chefe no exercício das suas funções e exercer as competências que por este lhe sejam delegadas;

D) Coadjuvar o chefe na aplicação do TSO.

d) Propor ao chefe as medidas que julgar necessárias para o melhor funcionamento da sua equipe;

e) Coadjuvar o chefe, na organização, comandamento e coordenação das atividades exercidas pela sua equipe, incluindo, a nível operacional, a definição da estratégia dos objetivos e das missões a desempenhar;

f) Garantir a unidade da sua equipe em colaboração com os restantes elementos de Comando;

g) Propor ao chefe as normas internas necessárias ao bom funcionamento de sua equipe, bem como as estatísticas operacionais;

h) A aplicação de penas de advertência e de repreensão escrita aos Socorristas e Bombeiros que lhe sejam subordinados;

i) Colabora com o chefe no planejamento e desenvolvimento das atividades formativas e operacionais;

j) Assumir o comando das operações nos locais de sinistro, caso não haver nenhum oficial superior.

Artigo 15º Competências da equipe de Socorristas, Bombeiros Voluntários e Efetivos

Aos socorristas e bombeiros voluntários e efetivos de equipe compete:

a) Aplicar direito de igualdade entre os membros de sua equipe independentemente de sua raça, religião, credo, sexo ou demais denominações que possam afetar algum socorrista ou bombeiro voluntário.

Colaborar com seus oficiais superiores no planejamento das atividades operacionais e formativas.

Cumprir as penas e determinações descritas neste RI.

conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.

Manter-se a disciplinado e respeito a seus oficiais superiores.

Zelar e cuidar dos equipamentos de patrimônio do GRAV.

Apresentar-se sempre para os plantões do GRAV, com uniforme padrão cedido pela corporação,bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.

Velar e garantir a prontidão operacional.

Participar de pelo menos um TSO no mês.

Efetuar no mínimo 24h mensais de plantão no GRAV, para não ser excluído da escala de serviço.

Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.

Auxiliar os estagiários e alunos do CFSBV, para uma melhor assimilação  e treinamento dos mesmos.

Ter o direto e dever de tratar a todos os colaboradores do GRAV, com igualdade não importando o tempo ou função desempenhada dentro da corporação.

Participar das assembleias gerais como ouvinte, sem direito a voto.

Artigo 16º Competências dos estagiários do GRAV

Aos estagiários compete:

a)auxiliar os bombeiros voluntários em todas as atividades do GRAV

b)cumprir o estagio operacional de 300h no GRAV.

c)conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação

Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.

d)Cumprir as penas e determinações descritas neste RI

e) Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.

f)Zelar e cuidar dos equipamentos de patrimônio do GRAV.

g) Apresentar-se sempre para os plantões do GRAV, com uniforme padrão cedido pela corporação, bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.

h) Manter-se a disciplinado e respeito a seus oficiais superiores.

Artigo 17º Competências dos alunos do CFSBV

Aos alunos compete:

a)ser aprovado no TAF.

b)participar do CFSBV.

c) Manter-se a disciplinado e respeito a seus instrutores.

d) Apresentar-se sempre para o curso do GRAV, com uniforme padrão exigido pelos seus instrutores bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.

c) Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.

d) conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação

Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.

Artigo 18º  Diretoria executiva

Compete a Diretoria Executiva:

A) - Administrar a Associação com transparência e excelência na busca de seus objetivos

Estatutários de acordo com as deliberações das Assembléias Gerais;

B) - Cumprir e fazer cumprir as Leis as determinações das Autoridades competentes, bem como o Estatuto Social, Regimento Interno Disciplinar e as Deliberações das Assembléias Gerais;

C) - Convocar, quando necessário a Assembléia Geral;

D) - Empreender todos os esforços para fazer da  A.S.B.S.B.V. uma referência e exemplo de Gestão Administrativa e Operacional para outras Associações, Organizações e Entidades;

E) - Propor à Assembléia Geral alterações no Estatuto Social;

F) - Elaborar, Reformar e submeter à Assembléia Geral para aprovação ou não do Regimento

Interno Disciplinar - RID;

G) - Elaborar e submeter à Assembléia Geral as Diretrizes Anuais Operacionais da Associação;

H) - Elaborar e apresentar a Assembléia Geral, os Relatórios financeiros e de Realizações e

Projeções Futuras;

I) - Examinar, após parecer do Conselho Fiscal, a Prestação de Contas e o Balanço Geral,

Encaminhado - os  à aprovação da Assembléia Geral;

j) - Autorizar a realização de despesas Extra - Orçamentárias;

K) - Reunir-se com Instituições Públicas e Privadas  para mútua colaboração em atividades de

interesse comum;

L) - Firmar Convênios, Contratos, Parcerias e outros, com Entidades ou Órgãos Públicos ou

Privados, contanto que não impliquem em sua subordinação a compromissos e interesses que

conflitem com seus objetivos e finalidades ou arrisquem ou comprometa sua dependência;

M) - Regulamentar as Ordens Normativas da AssembléiaGeral e emitir Ordens Executivas para

disciplinar o funcionamento interno da Associação;

N) - Propor à Assembléia Geral a concessão de Títulos Honoríficos, Beneméritos ou homenagens;

O) - Criar ou Extinguir Departamentos, Seções, Divisões ou Comissões;

P) - Aprovar a Estrutura Organizacional da Associação;

 

Q) - Nomear os Diretores para os Departamentos nomeados;

R) - Avaliar a atuação dos Diretores dos Departamentos nomeados;

S) - Relacionar-se, harmonicamente, com Instituições Públicas ou Privadas, para mútua colaboração em atividades administrativas ou operacionais de interesse comum;

T) - Aprovar normas para a admissão, demissão, avaliação, remuneração, promoção, disciplina,

assistência e desenvolvimento dos funcionários da Associação;

U) - Apreciar e decidir, em 1ª Instância, recursos interpostos por Associados;

V) - Decidir sobre o ingresso de novos associados, advertência, suspensão, e a exclusão de

Associados, mantendo o direito de recurso à Assembléia Geral como ultima instância;

W) - Deliberar sobre qualquer assunto de interesse da Associação;

X) - Resolver os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste Estatuto Social e emitir regras até posterior deliberação pela Assembléia Geral;

 

Artigo: 19° Competências do Presidente:

Compete ao Presidente:

A) - Representar a Associação judicialmente e extra-judicialmente em juízo ou fora dele, podendo delegar poderes de representação e constituir procuradores;

B) - Administrar a Associação, assumindo controle total, dirigindo e fiscalizando “In Loco” todas

as atividades, Administrativas e Operacionais, visando o fiel cumprimento deste Estatuto, do

Regimento Interno Disciplinar e as deliberações das Assembléias Gerais;

C) - Nomear Diretores para representá-lo em eventos  cívicos, militares, sociais ou em outras

atividades internas ou externas;

D) - Convocar, Instalar e Presidir as reuniões da Diretoria Executiva;

E) - Convocar, Instalar as reuniões das Assembléias  Gerais e transferir a presidência dos trabalhos ao associado eleito por aclamação pela Assembléia Geral;

F) - Presidir Fóruns, Debates, Reuniões e outras atividades de interesse da Associação;

G) - Designar Reuniões Extraordinárias ou Emergenciais, para tratar de assuntos de natureza grave, podendo convocá-las por escrito ou verbalmente, devendo submeter, posteriormente, suas decisões ao crivo da Assembléia Geral;

H) - Firmar convênios, parcerias e contratos com Órgãos Públicos ou Entidades Privadas;

I) - Organizar relatórios anuais de realizações, bem como, projeções futuras da Associação, em

conjunto com os Diretores eleitos e os Departamentos nomeados, e submeter à aprovação da

Assembléia Geral e do Conselho Fiscal na ultima reunião de cada exercício;

J) - Votar e ter direito a novo voto, em caso de empate em qualquer deliberação;

K) - Nomear comissões especiais quando entender necessário;

L) - Determinar a tomadas de preço e concorrências através das comissões licitatórias, para compra ou aquisição de quaisquer bens móveis ou imóveis.

M) - Despachar o expediente, assinar ou rubricar livros, diplomas, certificados, declarações,

crachás, identidades funcionais, cartão de identidade, carteiras sociais e demais documentos da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, em conjunto com outros Diretores, Instrutores ou responsáveis pelos Departamentos;

N) - Manter em dia, juntamente com o Diretor Administrativo, os assuntos internos, bem como os arquivos pessoais dos Associados, Diretores e Funcionários;

O) - Ordenar as despesas autorizadas, assinar e movimentar, juntamente ou isoladamente com o Diretor Financeiro, as contas bancárias, e os demais empreendimentos contábeis;

P) - Delegar poderes aos Diretores dos Departamentos de acordo com o Estatuto Social, Regimento Interno Disciplinar e as deliberações das Assembléias Gerais;

Q) - Nomear os Diretores Nomeados, Assessores, Coordenadores Operacionais, representantes, Parceiros e outros;

R) - Contratar e demitir legalmente funcionários;

 

S) - Exercer outras funções impostas pelas futuras Assembléias Gerais.

 

Artigo 20º Competências do vice-presidente:

Compete ao Vice-Presidente:

A) - Substituir imediatamente o Presidente em suas faltas ou impedimentos ou;

B) - Assumir o mandato, em caso de afastamento provisório;

C) - Assumir o mandato em caso de vacância definitiva até o seu termino;

D) - Prestar total apoio ao Presidente e aos outros Departamentos da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

E) - Executar outras funções que forem designadas pelo Presidente;

 

Artigo 21º  Competências do Diretor Administrativo:

Compete ao Diretor do Departamento Administrativo:

A) - Assessorar o Presidente, o Conselho Fiscal, Departamentos e os Associados referentes a

assuntos administrativos;

B) - Manter em ordem e devidamente arquivado os assentamentos de todos associados e

funcionários

C) - Protocolar, receber, conferir, despachar, assinar, e distribuir os expedientes, correspondências ou documentos recebidos ou enviados, internos ou externos;

D) - Secretariar, preparar a pauta, ler as Atas das  reuniões da Diretoria Executiva, bem como as Atas elaboradas pelas Assembléias Gerais;

E) - Assinar com o Presidente e fazer as publicações legais dos editais, convocações, comunicações, portarias, resoluções e outras de interesse dos Associados;

F) - Expedir, mediante protocolo, as comunicações aos Associados, dando ciência sobre admissão, exoneração ou punições imposta pela Diretoria Executiva ou pelas Assembléias Gerais.

G) - Administrar os bens móveis e imóveis da Associação;

H) - Ter sob sua guarda os livros e arquivo destinados aos registros administrativos;

I) - Arrecadar e ter sob sua guarda e responsabilidade o acervo patrimonial da A.B.R.B.S.;

J) - Manter atualizado e em ordem o inventário patrimonial da Associação;

K) - Manter livro de tombo, consignando a existência e destinação dos bens de consumo duráveis, dando baixa em caso de perecimento ou extravio, comunicando o fato a Diretoria Executiva para as providências cabíveis;

L) - Zelar pela limpeza e conservação da Sede e das dependências da Associação;

M) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

N) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

O) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da

Diretoria Administrativa.

 

Artigo 22º Competências do Diretor Financeiro:

Compete ao Diretor do Departamento Financeiro:

A) -  Abrir e fechar contas bancárias ,arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados,

patrocinador, colaboradores, doações, repasses, rendas, auxílios e donativos;

B) - Registrar, documentar, lançar e manter atualizado as informações financeiras diariamente nos livros, sistemas, programas e outros que virem a ser implantados pela Diretoria Executiva;

 

C) - Pagar em dia as contas autorizadas pelo Presidente;

D) - Assinar em conjunto, ou separadamente com o Presidente ou seus procuradores, cheques,

documentos bancários, contábeis e outros relativos ao Departamento Financeiro ou à Tesouraria.

E) - Prestar contas mensalmente à Diretoria Executiva com  rapidez, transparência e exatidão

fornecer os respectivos balancetes, livros, contas  e demais documentos, bem como os relatórios sobre as operações patrimoniais realizadas pela Associação;

F) - Apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração financeira da Instituição, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil, balancetes mensais e anuais, indispensáveis à sua fiscalização e ampla verificação.

G) - Conservar sobre sua guarda e responsabilidade todos os documentos, cartões, senhas, cheques relativos ao Departamento Financeiro e a Tesouraria;

H) - Manter todos os numerários em estabelecimento bancário;

I) - Manter devidamente arquivado todos os documentos fiscais, contábeis e bancários para futuras consultas;

J) - Lavrar termos de enceramento de escrita financeira e contábil, quando for substituído em seu cargo;

K) - Receber o “Caixa e escriturações financeiras e  contábeis” mediante o balancete anual

devidamente aprovado pelo Conselho Fiscal, dando quitação aos seus antecessores se os fundos e lançamentos forem considerados exatos.

L) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de aperfeiçoar os trabalhos do

Departamento.

M) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

N) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da

Diretoria Financeira.

Artigo 65° -Compete ao Diretor do Departamento Operações e Informações:

A) - Assessorar o Presidente, a Diretoria Executiva  e os Departamentos em decisões Operacionais, bem como representar a Associação junto as Instituições ou Autoridades Civis e Militares quando se tratar de assuntos operacionais;

B) - Coordenar, Comandar e fiscalizar “In Loco” a “Força Tarefa Sul Brasileira” e se responsabilizar por sua movimentação operacional em território Nacional ou Internacional;

C) - Nomear, em conjunto com o Presidente, os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da  F.T.S.B, de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente, que serão os responsáveis pela F.T.S.B em suas regiões geográficas;

D) - Desenvolver projetos operacionais visando à integração as organizações Civis e Militares,

recursos e resultados;

E) - Determinar protocolos, normas, diretrizes e regulamentos para o franco desenvolvimento

operacional de forma lógica e objetiva;

F) - Zelar pelo fiel cumprimento do Regimento Interno Disciplinar quando estiver em missão;

G) - Identificar e providenciar os recursos humanos, materiais, logísticos e outros necessários, bem como mante-los  em condições de pronto-emprego;

H) - Manter os integrantes operacionais sempre orientados e informados sobre as técnicas, táticas e protocolos que serão empregados em cada missão;

I) - Manter estreitos laços com Instituições Civis ou Militares, Públicas ou Particulares, Nacionais ou Internacionais a fim de trocar experiências operacionais ou buscar, incentivar participar de qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, estágios, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e instruir os membros da F.T.S.B;

J) - Empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da  “Associação

Brasileira de Resgate, Busca e Salvamento” na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Associados, Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros, materiais ou logísticos para fortalecer a atuação operacional da F.T.S.B;

K) - Promover atividades, eventos, reuniões com o objetivo de integrar todos os Coordenadores e os múltiplos profissionais que integram ou venham integrar a F.T.S.B;

 

L) -Desenvolver e testar continuamente um Plano de Chamada eficaz, capaz de mobilizar

prontamente os Coordenadores, com o objetivo prioritário de colocar os integrantes operacionais o mais rápido possível na condição de sobre aviso ou empregá-los imediatamente na missão;

M) - Ter pleno controle de todos os recursos humanos, materiais, logísticos, de campanha, de

telecomunicações e os suprimentos necessários que poderão ser imediatamente disponibilizados em caso de emprego em alguma missão, devendo ser levado em consideração o princípio da auto-suficiência da equipe pelo menos 10 (dez) dias de operações ininterruptamente;

N) - Fornecer informações, modelos de documentos que deveram ser preenchidos obrigatoriamente pelos Coordenadores sempre que houver o emprego de  integrantes da  F.T. Bem qualquer missão, bem como fiscalizar o seu correto preenchimento e envio no prazo determinado;

O) - Controlar os indicadores, tempo-resposta, eficácia ou falhas operacionais, e estudar meios de corrigi-las prontamente;

P) - Propor ao Departamento Jurídico a imediata adoção de medidas, julgadas cabíveis, seja

Administrativa, Civil ou Criminal contra qualquer funcionário Público ou Privado, Civil ou Militar, que venha de alguma forma praticar prevaricação, excesso ou abuso de autoridade, ou causar algum dano físico ou moral a qualquer membro operacional da F.T.S.B. no exercício de sua s funções ou em razão dela, sem prejuízo de futuras postulações indenizatórias;

Q) - Manter estreito contato com todos os Departamentos nomeados, bem como solicitar o pronto apoio quando se fizer necessário.

R) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

S) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

T) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da

 

Artigo 23º Competências do Diretor Jurídico;

 

Compete ao Diretor do Departamento Jurídico:

A) - Representar e Defender os interesses da  “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, em qualquer instância ou juízo;

B) - Prestar pronta assistência jurídica necessária  aos Diretores e Associados envolvidos em

ocorrências, quando estes estiverem laborando a serviço da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

C) - Prestar toda a assistência jurídica necessária  a Diretoria Executiva, aos Departamentos

nomeados, ao Conselho Fiscal e aos Associados que estiver em dia com suas obrigações sociais e financeiras;

D) - Emitir pareceres de sua competência à Presidência, Diretoria Executiva e ao Conselho Fiscal sempre que for consultado;

E) - Prestar assistência Jurídica aos Associados, Diretores, Conselheiros, Associados e seus

familiares, em assuntos particulares, não cobrando  a consulta preliminar, e em caso de ser

constituído legalmente como Defensor, cobrar somente a tabela da Ordem dos Advogados do Brasil OAB, sendo que todo o lucro recebido com a prestação do serviço será revertida a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.

F) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

G) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

H) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da

Diretoria Jurídica.

 

Artigo 24°Competências do diretor de Operações e Informações;

Compete ao Diretor do Departamento Operações e Informações:

A) - Assessorar o Presidente, a Diretoria Executiva  e os Departamentos em decisões Operacionais, bem como representar a Associação junto as Instituições ou Autoridades Civis e Militares quando se tratar de assuntos operacionais;

B) - Coordenar, Comandar e fiscalizar “In Loco” a “Força Tarefa Sul Brasileira” e se responsabilizar por sua movimentação operacional em território Nacional ou Internacional;

C) - Nomear, em conjunto com o Presidente, os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da  F.T.S.B, de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente, que serão os responsáveis pela F.T.S.B em suas regiões geográficas;

D) - Desenvolver projetos operacionais visando à integração as organizações Civis e Militares,

recursos e resultados;

E) - Determinar protocolos, normas, diretrizes e regulamentos para o franco desenvolvimento

operacional de forma lógica e objetiva;

F) - Zelar pelo fiel cumprimento do Regimento Interno Disciplinar quando estiver em missão;

G) - Identificar e providenciar os recursos humanos, materiais, logísticos e outros necessários, bem como mante-los  em condições de pronto-emprego;

H) - Manter os integrantes operacionais sempre orientados e informados sobre as técnicas, táticas e protocolos que serão empregados em cada missão;

I) - Manter estreitos laços com Instituições Civis ou Militares, Públicas ou Particulares, Nacionais ou Internacionais a fim de trocar experiências operacionais ou buscar, incentivar participar de qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, estágios, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e instruir os membros da F.T.S.B;

J) - Empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da  “Associação

Brasileira de Resgate, Busca e Salvamento” na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Associados, Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros, materiais ou logísticos para fortalecer a atuação operacional da F.T.S.B;

K) - Promover atividades, eventos, reuniões com o objetivo de integrar todos os Coordenadores e os múltiplos profissionais que integram ou venham integrar a F.T.S.B;

L) -Desenvolver e testar continuamente um Plano de Chamada eficaz, capaz de mobilizar

prontamente os Coordenadores, com o objetivo prioritário de colocar os integrantes operacionais o mais rápido possível na condição de sobre aviso ou empregá-los imediatamente na missão;

M) - Ter pleno controle de todos os recursos humanos, materiais, logísticos, de campanha, de

telecomunicações e os suprimentos necessários que poderão ser imediatamente disponibilizados em caso de emprego em alguma missão, devendo ser levado em consideração o princípio da auto-suficiência da equipe pelo menos 10 (dez) dias de operações ininterruptamente;

N) - Fornecer informações, modelos de documentos que deveram ser preenchidos obrigatoriamente pelos Coordenadores sempre que houver o emprego de  integrantes da  F.T. Bem qualquer missão, bem como fiscalizar o seu correto preenchimento e envio no prazo determinado;

O) - Controlar os indicadores, tempo-resposta, eficácia ou falhas operacionais, e estudar meios de corrigi-las prontamente;

P) - Propor ao Departamento Jurídico a imediata adoção de medidas, julgadas cabíveis, seja

Administrativa, Civil ou Criminal contra qualquer funcionário Público ou Privado, Civil ou Militar, que venha de alguma forma praticar prevaricação, excesso ou abuso de autoridade, ou causar algum dano físico ou moral a qualquer membro operacional da F.T.S.B. no exercício de sua s funções ou em razão dela, sem prejuízo de futuras postulações indenizatórias;

Q) - Manter estreito contato com todos os Departamentos nomeados, bem como solicitar o pronto apoio quando se fizer necessário.

 

R) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do

Departamento;

S) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do

Departamento e supervisionar suas atividades;

T) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da

Diretoria de Operações.

 

Artigo 25°Regulamentos internos

1.As normas internas denominam-se de regulamentos de Execução Permanente (REP) e regulamentos  Operacionais Permanentes (ROP) e destinam-se a particularizar e especificar situações próprias do GRAV;

2. As normas internas aplicam-se a situações que tenham a ver com:

a) Pessoal;

b) Serviço Operacional;

c) Instalações;

d) Equipamentos.

3.As REP e ROP serão elaboradas pelo Comandante em documento próprio e submetidos a aprovação da assembléia geral.

4.As REP e as ROP poderão ser alteradas, substituídas ou mesmo anuladas sempre que se julgar conveniente, desde que se verifique que poderá beneficiar a estrutura operacional de qualquer uma das alíneas referidas no nº 2 deste artigo.

5.As REP e as ROP estarão sempre em local, onde facilmente possam ser consultadas, por parte de todos os elementos do GRAV.

Artigo 26º Normas para provimento da Estrutura de Comando

1.O recrutamento de pessoal para provimento no Quadro de Comando do GRAV é feito por nomeação de entre indivíduos com idades compreendidas entre os 25 e os 60 anos, nos termos seguintes:

a) O comandante é nomeado pela assembléia geral do GRAV, preferencialmente de entre os Oficiais Socorristas e Bombeiros ou, na sua falta, por razões devidamente fundamentadas, de entre chefes de equipes  de Socorristas e Bombeiros, habilitados com, pelo menos, três anos de atividade nos quadros de chefia de equipe do GRAV.

b) O sub-comandante é nomeado por assembléia geral do GRAV, sob proposta do Comandante, ou, na sua falta, por razões devidamente fundamentadas, de entre chefes de equipes  de Socorristas e Bombeiros, habilitados com, pelo menos, três anos de atividade nos quadros de chefia de equipe do GRAV.

c)os chefes de equipe é nomeado por assembléia geral do GRAV sob proposta do comandante,ou na sua falta por razões devidamente fundamentadas,de entre os sub-chefes de equipe habilitados com pelo menos três anos de atividade nos quadros de sub-chefia do GRAV.

d) os sub-chefes de equipe é nomeado por assembleia geral do GRAV sob proposta do comandante,ou na sua falta por razões devidamente fundamentadas, de entre os socorristas e bombeiros voluntários ou efetivos pelo menos três anos de atividades de socorrista e bombeiril, que tenham no mínimo acima de 1000 horas de serviços prestados ao GRAV.

2.Podem ainda ser indicados  para a Estrutura de Comando indivíduos de reconhecido mérito no desempenho de anteriores funções de liderança ou de comando;

3. As nomeações previstas nas alíneas anteriores estão sujeitas a homologação da assembléia geral;

4. O limite máximo de idade para permanência no Quadro de Comando é de 65 anos;

5. A nomeação dos elementos da estrutura de Comando não pertencentes à carreira de Oficial Socorrista ou de Bombeiro deve ser precedida de avaliação destinada a aferir as capacidades físicas e psicotécnicas dos candidatos, bem como a aprovação em curso de formação, nos termos da assembleia geral do GRAV;

6. As nomeações para os cargos a exercer na Estrutura de Comando são feitas pelo período de três anos, renováveis por iguais períodos;

7. A nomeação para exercício de funções na Estrutura de Comando do GRAV considera-se automaticamente renovada, exceto se a assembléia geral  notificar por escrito, com a antecedência de 30 dias, a decisão devidamente fundamentada de não renovar a comissão;

8. Os titulares de Cargos de Comando no GRAV, que já pertenciam aos quadros de comando, cujo exercício de cargo não seja renovado é integrado  na categoria mais elevada da carreira de Oficial Socorrista e Bombeiro na condição de supranumerário, podendo, em alternativa, passar ao Quadro de Reserva ou ao Quadro de Honra se estiverem verificados os respectivos pressupostos.

Artigo 27º Assembléia geral

1. A assembléia geral destina-se à apreciação de decisão dos recursos e das diretrizes do GRAV.

2. As deliberações da assembléia geral são lavradas em ata e têm caráter vinculativo.

3.as decisões e diretrizes bem como punições tomadas em assembléia geral são de instancia suprema,irrevogáveis e sem direito a recurso.

Artigo 28º Normas para provimento da Carreira de Socorrista e Bombeiro

1. O ingresso na corporação de socorristas e bombeiros é feito na categoria de entre indivíduos com idade a partir de 18 anos,com segundo grau completo em perfeitas condições intelectuais e após ser considerado apto no TAF.

2. O acesso às restantes categorias da carreira de bombeiro faz-se mediante concurso com prestação de provas, de entre candidatos que possuam pelo menos três anos ou 1000 horas de serviços com a classificação de apto de acordo com respectivas condições gerais e especiais, tendo em conta as qualificações, a antiguidade e o mérito revelados no desempenho profissional e as necessidades estruturais do GRAV.

3.As vagas de ingresso e de acesso na carreira de bombeiro são preenchidas pela ordem de classificação obtida pelos candidatos na formação inicial ou no curso, a qual é valida para as vagas abertas no GRAV.

4. O provimento nas categorias da carreira de bombeiro é da competência do Comandante do GRAV;

5. O limite de idade de permanência na carreira de Bombeiro é de 65 anos;

6. o comando operacional,conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e de promoção;

7. No caso do mirim e aspirante, o ingresso faz-se de entre crianças ou adolescentes com a idade de doze (12) até aos dezesseis (16) anos, (mirins) e dezesseis (16) aos dezoito (18) anos (aspirantes), que

comprovem estar em frequência escolar e por requerimento do seu representante legal. É decidido pelo Comandante do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário e depende de parecer favorável do centro de ensino do GRAV.

Artigo 29º Instrução

1. A instrução do pessoal do GRAV é ministrado pelo centro de ensino sob direção do diretor de ensino sob o apoio do Comandante e de acordo com o programa previamente estabelecido e aprovado pela assembléia geral, dividindo-se nas seguintes modalidades:

a) Instrução inicial, destinada a habilitar os mirins e aspirantes para o ingresso na carreira de socorrista ou bombeiro;

b) Instrução inicial, destinada a habilitar os alunos para o ingresso na carreira de estagiário de Socorrista e Bombeiro;

c) Instrução de acesso, destinada a todos os elementos das carreiras de Oficial Socorrista e Bombeiro e Socorrista e Bombeiro, necessário à progressão na respectiva carreira;

d) Instrução continua, que visa o treino e o saber fazer, através do aperfeiçoamento técnico e físico permanente, do pessoal do GRAV;

3. O pessoal do Quadro Ativo que se encontre na situação de Atividade no quadro a partir de 1000 horas prestadas a corporação tem direito à formação técnica e direcionada no GRAV e à frequência de cursos, colóquios, seminários e outras ações de formação destinadas ao seu aperfeiçoamento técnico.

Artigo 30º Gestão do Pessoal

1. Compete à ao comando geral  criar e manter o cadastro dos Bombeiros voluntários e efetivos do GRAV.

2. O GRAV deve manter permanentemente atualizada, por via informática, a informação sobre os seus Quadros, Ativo, Reserva e Honra, numero de horas de serviço prestados,para possíveis promoções e curso disponíveis no GRAV, no cadastro dos socorristas e bombeiros voluntários e efetivos.

Artigo 31 Licenças

1. Aos socorristas e bombeiros do GRAV podem ser concedidas licenças, no âmbito da atividade do GRAV, nomeadamente por motivo de férias, doença e maternidade;

2. As licenças têm a duração máxima de um ano;

3. Tem competência para conceder licenças:

a) o comandante  do GRAV, devendo comunicar o fato a assembléia geral;

4. A licença de férias do pessoal do efetivo GRAV tem a duração e forma de gozo, correspondente à legislação em vigor; O tempo de licença para férias considera-se, para todos os efeitos legais, como tempo de serviço efetivo.

Artigo 32º Dispensas

1. A dispensa é uma forma de licença concedida por qualquer superior hierárquico a um seu subordinado, desde que devidamente justificada, não isentando do cumprimento dos serviços de escala que possam caber ao dispensado;

2. Serão dispensados sem prejuízo de todo o serviço até cinco dias consecutivos, os elementos do GRAV a quem tenha falecido cônjuge, parente ou afim no primeiro grau da linha reta e até dois dias consecutivos, no segundo grau devendo a justificação das faltas, em tais casos, ser feita quando do regresso ao serviço, se não tiver sido possível a comunicação prévia.

Artigo 35º Mobilidade

Aos socorristas e bombeiros do Quadro Ativo do GRAV é permitida a transferência entre as equipes, a requerimento do interessado, desde que satisfeitas as seguintes condições:

a) Existência de vaga na equipe de destino;

b) Autorização pelo comandante , ouvidos os chefes e su-chefes de equipe de origem e de destino;

c) O pedido não seja feito por motivos disciplinares;

d) O socorrista ou bombeiro transferido mantém a carreira, a categoria e os demais direitos adquiridos;

Artigo 36º Residência Obrigatória

1. Os elementos interessados a ingressar no CFSBV, preferencialmente, deverão ter residência dentro da área de intervenção do GRAV;

2. o comando operacional pode autorizar os elementos do CFSBV, a residirem fora da área prevista no número anterior, desde que a facilidade de comunicações permitam a rápida deslocação e resposta ao plano de chamado do GRAV.

Artigo 37º Impedimentos

O exercício de funções no GRAV impede o exercício, em simultâneo, de funções noutro Grupo de Socorristas e Bombeiros, cuja atividade, colida com os fins e interesses do GRAV, nomeadamente, nos domínios do socorro, do transporte de doentes e da prevenção e segurança contra o risco de incêndio;

4. No exercício das suas funções, os elementos do GRAV não podem tomar parte em atos comerciais ou de outra natureza, que colidam com a ética e princípios a ou ponham em causa, a imagem e o bom-nome dos Socorristas e Bombeiros do GRAV

Artigo 38º Avaliação

1. Em cumprimento do RI, os socorristas e bombeiros do Quadro Ativo do GRAV são sujeitos a avaliação periódica do seu desempenho, para a progressão na carreira.

2. A avaliação deve privilegiar o mérito e o cumprimento dos objetivos previamente fixados, distinguindo os elementos mais competentes.

Artigo 38º Disciplina

1. A disciplina consiste na exata observância dos Regulamentos, instruções e Ordens de Serviço;

2. Considera-se infração disciplinar, punível por este RI, qualquer ato ou omissão contrários aos deveres gerais e especiais decorrentes da função;

4. Para manutenção da disciplina, o socorrista ou bombeiro terá rigorosamente em conta:

a) Que é devida a obediência às ordens legítimas recebidas, sem prejuízo de, em casos excepcionais, mas nunca em formatura ou trabalho, poder, depois de obtida autorização, dirigir ao seu superior hierárquico as observações que julgar convenientes, obedecendo, no entanto, caso se mantenha a ordem dada, desde que não ofensiva ou violadora dos Direitos, Liberdades e Garantias;

b) Que o direito de queixa só é licito quando a ordem tenha sido ilegal e emane de autoridade incompetente ou for manifestamente contrária ao espírito e letra da Lei ou Regulamentos;

c) Quando tenha sido dada em virtude de procedimento doloso ou falsa informação;

d) Quando da sua execução se possam razoavelmente recear graves males, que o seu superior hierárquico não tenha podido prever.

4. Que o dever de obediência é sempre devido ao mais graduado e, em igualdade graduação, ao mais antigo; 

5. Que os superiores hierárquicos deverão procurar ser um exemplo, estabelecendo no GRAV um clima de estima e respeito recíprocos.

Artigo 39º Deveres

Os Socorristas e os Bombeiros do GRAV, cujo procedimento, deve pautar-se pelo respeito pela Constituição da República e todas as outras leis do País, deve servir com o maior brio e praticar o bem em proveito do seu semelhante, ao qual, com risco da própria vida, socorrerá em todas as circunstâncias aflitivas em prol da vida.

 

 O que é o GRAV?

 

 

O GRAV - Grupo de Resgate e Apoio Voluntário, é um Grupo de Resgate e Apoio Operacional, que tem como OBJETIVO, prestar APOIO Operacional Voluntário, reunindo os mais diversos profissionais e organizações, afim de prestar APOIO OPERACIONAL MUTUO e voluntário, em forma de uma FORÇA TAREFA, em APOIO aos organismos locais  ( Instituições Governamentais e Não-Governamentais).

 

 

DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS DA  FORÇA TAREFA SUL BRASILEIRA – F.T.S.B.

 

 

 

Artigo  202°  - A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”., através da Diretoria

de Operações e Informações, Apoiará e colaborará direta ou indiretamente com a Organização das Nações Unidas - ONU, com a Defesa Civil Federal, Estadual ou Municipal, com as Forças

Armadas, com a Cruz Vermelha Brasileira, com as Agências ou Entidades de Ajuda Humanitária ou qualquer outra Instituição Pública ou Privada, Nacional ou Internacional, de qualquer Município, Estado ou País que vier solicitar oficialmente a colaboração desta Associação, a qual fornecerá ou doará quando disponíveis Recursos Humanos, Técnicos, Logísticos e Suprimentos, podendo ainda, com a autorização do Presidente ou do Diretor de Operações e Informações desta associação, devido a Situação Adversa ou à Gravidade do Desastre, poderão enviar tais recursos mesmo sem a solicitação oficial das Autoridades competentes.

Artigo  203°  - Em qualquer Missão ou Atividade Operacional que a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.

Artigo  204°  - A Equipe Operacional designada de “Força Tarefa Sul Brasileira” será formada por Especialistas, Técnicos, Assessores, Consultores e  Profissionais multidisciplinares equipados, adestrados, uniformizados e especializados em vários segmentos, e serão constituídas exclusivamente por voluntários Civis ou Militares,  de diversas Associações, Entidades, Grupos, Instituições Públicas ou Privadas, Parceiros, Colaboradores e Patrocinadores que manifestarem oficialmente o interesse em integrar e ajudar ativamente a F.T.S.B.

Artigo  205°  - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será mantida sempre em condições de Pronto -

Emprego e será empregada quando houver qualquer evento adverso, ocorrências de grande vulto, desastre ou catástrofe e permanecerá à disposição da Organização das Nações Unidas - ONU, da Defesa Civil Federal, Estadual ou Municipal ou de outras Instituições Públicas.

Artigo 206°  - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será subordinada diretamente ao Presidente da

“ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.

Artigo  207°  - O Comando e a Coordenação Geral da “Força Tarefa Sul Brasileira” caberão sempre ao Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. em exercício.

Artigo 208° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será dividida estrategicamente da seguinte maneira:

A) - Coordenadoria Geral - CG

A Coordenação Geral será sempre sediada na sede da A.S.B.S.B.V. e será responsável pela estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e

fiscalização de todas as outras Coordenadorias da F.T.S.B;

B) - Coordenadorias Regionais – CRAs Coordenadorias Regionais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e fiscalização das  Coordenadorias Estaduais e serão sediadas e divididas geograficamente nos estados das  Regiões Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul);

C) - Coordenadorias Estaduais – CE , As Coordenadorias Estaduais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e fiscalização das  Coordenadorias Municipais e serão sediadas e divididas geograficamente nos  Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul);

D) - Coordenadorias Municipais - CM

As Coordenadorias Municipais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, movimentação e operacionalização de sua atividades  nos  Municípios onde encontra-se instalada para que seja a base e os braços operacional da “Força Tarefa Sul Brasileira”;

E) - Coordenadorias Internacionais - CI

As Coordenadorias Internacionais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação e movimentação e operacionalização de suas atividades dos outros países que integram a Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa - CPLP(Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).

Artigo 209° - Outras Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais poderão ser criadas ou extintas de acordo com as futuras mudanças geográficas, ou o ingresso ou a saída de Países na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP.

Artigo  210°  - O Presidente e o Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V., nomeará os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da  F.T.S.B. de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente.

Artigo 211°  - Os Coordenadores nomeados receberão da A.S.B.S.B.V. um ofício e um Termo de Parceria e Compromisso que deverá ser assinado em 03 (três) vias e deverá obrigatoriamente conter  a assinatura do Presidente, do Diretor de Operações em exercício e do Coordenador nomeado.

Artigo  212°  - As Coordenadorias deverão promover a auto-independência humana, logística e

financeira, ser mobilizável a qualquer tempo para agregar esforços e atuar a nível Nacional ou

Internacional para apoiar a Defesa Civil, Equipes de Resposta as Situações de Emergência, Estado de Calamidade Pública, Desastre ou colaborando com  as Agências ou Instituições nas Missões de Paz ou Ajuda Humanitária

Artigo  213°-  A “Força Tarefa Sul Brasileira”  será auto-suficiente  nas primeiras 72 (setenta e duas) horas de operação, e deverá ser capaz de funcionar  por até 10 (dez) dias ininterruptamente, no cenário.

Artigo 214° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. será o responsável pela fiscalização “In Loco” do cumprimento de todas as ordens e as atividades desenvolvidas pelas Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B.

Artigo 215° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. participará, promoverá, buscará e incentivará qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e

instruir os membros da F.T.S.B.

Artigo 216° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. tomará as decisões operacionais sempre após ouvir  atentamente o Presidente e os

Coordenadores Regionais e Estaduais.

Artigo 217°- Os Coordenadores Municipais, Estaduais e Regionais sempre de forma hierárquica

deverão comunicar imediatamente qualquer alteração  humana, logística ou intervenções externas

que possam ser julgadas prejudiciais a F.T.S.B

Artigo 218°  - Os Coordenadores Regionais da  F.T.S.B. nomeados, serão responsáveis pela

fiscalização, articulação e captação de novas Coordenadorias Estaduais e Municipais.

Artigo 219°  - Os Coordenadores Estaduais da  F.T.S.B. nomeados, serão responsáveis pela

fiscalização, articulação e captação de novas Coordenadorias Municipais.

Artigo  220°  - Todos os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais, deverão empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da A.S.B.S.B.V., na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros ou logísticos para fortalecer a atuação e movimentação operacional da F.T.S.B.

Artigo 221° - O Diretor de Operações e Informações A.S.B.S.B.V., proporá a Assembléia Geral a exoneração dos Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da  F.T.S.B, quando for constatado e comprovada má fé ,incapacidade técnica ou operacional, incompatibilidade profissional ou falta estatutária grave conforme previsto neste Estatuto Social ou no Regulamento Interno Disciplinar.

Artigo  222°  - Todas as doações licitas, sejam financeiras, bens móveis ou imóveis recebidas da

iniciativa Pública ou Privadas pelas Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais ou

Internacionais destinadas a F.T.S.B. serão imediatamente incorporadas ao patrimônio da A.S.B.S.B.V. e deverá permanecer sob a guarda e responsabilidade da Coordenadoria que angariou ou recebeu tal doação para que possam ser prontamente empregados em qualquer missão.

Artigo  223°  - Em caso de exoneração do Coordenador que captou a doação licita, a mesma será toda disponibilizada ao novo Coordenador que assumir a respectivo Cargo.

Artigo 224° - Os associados (pessoa física) que queiram se candidatar para participar das atividades operacionais da “Força Tarefa Sul Brasileira” deverão obrigatoriamente atender os seguintes requisitos:

A) - Ser devidamente Associado à “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;

B) - Estar em dia com suas obrigações Sociais e Financeiras;

C) - Ser possuidor de titulo ou diploma de nível Profissionalizante, Técnico, ou Superior, ou ser

especialista em alguma área de interesse da F.T.S.B.;

D) - Ser possuidor de Passaporte dentro da validade (em caso de missões internacionais);

E) - Apresentar a carteira de vacinação em dia e com todas as doses das seguintes vacinas, Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola), Dupla tipo Adulto (Difteria e Tétano), Contra Febre Amarela, Contra Hepatite B, Influenza Pandêmica (H1N1) e outras vacinas que se fizerem necessárias de acordo com as recomendações das Autoridades de Saúde.

F) - Apresentar Atestado Médico Admissional recente, atestando que o candidato está em boas condições de saúde e apto a Integrar a F.T.S.B;

G) - Apresentar documento emitido por instituição de saúde oficial que contenha a tipagem

sanguínea;

H) - Os candidatos deverão submeter-se, se necessário, a exames de saúde ou a outros exames

específicos que será realizado por outros profissionais designado pelo Departamento de Saúde da A.S.B.S.B.V..

I) - Os candidatos deverão se submeter, se necessário, a Exames Psicológicos, Provas Escritas,

Testes Objetivos, Avaliações Teóricas e Práticas, Dinâmicas de Grupo e outros que forem

recomendados por Diretor de Operações da A.S.B.S.B.V..

J) - Os candidatos para participar oficialmente da  F.T.S.B. deverão ser considerados aptos em todos os procedimentos que forem submetidos, sendo a decisão final do Departamento de Operações e Informações absoluta e irrevogável.

Artigo 225°- A “Força Tarefa Sul Brasileira” contará com os seguintes uniformes:

A) - Uniforme de Passeio;

B) - Uniforme Operacional- I;

C) - Uniforme Operacional- II;

D) - Uniforme Social;

E) - Uniforme de Gala;

F) - Uniforme Esportivo;

G) - Uniforme de Atividades Física;

Artigo 226°  - Os Uniformes da  “Força Tarefa Sul Brasileira” serão descritos detalhadamente no Regimento Interno Disciplinar - RID.

Artigo 227° - Os Associados Operacionais da F.T.B. deverão estar com o uniforme operacional em impecável estado e seus Equipamentos de Proteção Individual - EPIs em condições de pronto - emprego.

Artigo 228°  - Só será autorizado a participar das Missões da  F.T.S.B. o Associado que estiver

devidamente uniformizado, habilitado e capacitado para a Missão.

Artigo 229° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será sempre acionada ou desmobilizada de acordo com os seguintes Alertas:

A) -  Alerta Verde- Caracterizado por alguma anormalidade e com pequena possibilidade de

evoluir para um evento adverso significativo, requerendo apenas observação ou medidas

acauteladora por parte da “Força Tarefa Sul Brasileira”.

B) -  Alerta Amarelo- Caracterizado por alguma anormalidade e com grande possibilidade de

evoluir para um evento adverso significativo, requerendo, neste caso, medidas de prontidão para possível movimentação e apoio por parte da “Força Tarefa Sul Brasileira”.

C) -  Alerta Azul - Caracterizado pela evolução súbita do evento adverso (desastre ou catástrofe), requerendo, neste caso, a intervenção “In Loco” da  “Força Tarefa Sul Brasileira” para apoiar as Equipes oficiais empregadas na Missão.

D) -  Alerta Branco- Caracterizado pelo fim da missão ou o restabelecimento dos serviços

essenciais no cenário do evento adverso, requerendo, neste caso, a desmobilização e o retorno ordenado das Equipes Operacionais e os meios logísticos empregados na Missão.

Artigo 230°  - A “Força Tarefa Sul Brasileira” estará oficialmente representada em qualquer evento adverso ou não, sempre que houver um integrante credenciado, adestrado e autorizado legalmente a participar através de ordem de serviço - OS emitido e assinado pelo Diretor de Operações e Informações.

Artigo 231°  - Os integrantes operacionais da “Força Tarefa Sul Brasileira” deverão comunicar

imediatamente a Diretoria de Operações qualquer anormalidade ou evento adverso que vier a ter conhecimento, seja de forma “In Loco” ou por qualquer outro meio de comunicação.

Artigo  232°  - A “Força Tarefa Sul Brasileira” em sua atuação operacional fica obrigada, sem

exceção, a cumprir integralmente todas as deliberações das Assembléias Gerais e da Diretoria

Executiva, o Estatuto Social e o Regimento Interno Disciplinar da A.S.B.S.B.V.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

BOMBEIROS

"Ser bombeiro não se resume apenas em acumular experiência do cotidiano, mas trazer na alma a sublime vocação de servir". O bombeiro deve ser desprendido, tolerante e persistente. Desconhecer o preconceito, posição social ou a razão do pedido de socorro. Não deve esperar reconhecimento ou gratidão, deve alegrar-se com a satisfação do dever cumprido. Ainda diz mais: “Não forjar heroísmo, não sonegar esforços nem vontade e sacrifícios, empenhar-se na exata medida de suas forças, estar sempre atento e preparado para defender patrimônios e preservar vidas. Primar pelo cumprimento de seu papel social cuja missão é a prestação de serviço à comunidade. Sua fragilidade é limitada pela condição humana, mas sua fortaleza pela proteção Divina. Não é invencível, mas luta com destemor e bravura contra a fúria devastadora do inimigo que não conhece regras. O fogo é surdo, cego e insensível. Portanto, a humildade e o espírito deverão estar presentes em todos que interpretam o ideal de bem servir". 

​​Bombeiros são entidades da Proteção Civil cujos membros, são treinados para atuarem em caso de incêndios(florestais ou urbanos/industriais), para resgatar pessoas de acidentes de trânsito, desmoronamentos de edifícios, desastres naturais, salvamento em grande ângulo, alguns possuem equipamentos de matérias perigosas e fornecem serviços de emergência médica e pré-hospitalar. O serviço de combate a incêndios e serviços de resgate é conhecido em alguns países como "brigada de incêndio". Os bombeiros tornaram-se presentes desde as áreas florestais para as áreas urbanas e a bordo de navios.

Em Portugal o serviço de bombeiro pode ser voluntário ou profissional (sapadores).

Áreas de atuação[editar | editar código-fonte]Bombeiros Vimaranenses - 1908.
Bombeiros em exercicios de treino

Apesar de terem sido inicialmente constituídos com a função de combate a incêndios, as funções dos bombeiros alargaram-se para quase todas as áreas da proteção civil. Conforme o país e o corpo de bombeiros, as várias áreas de intervenção dos bombeiros são:

Combate a incêndios florestais;
Combate a incêndios urbanos;
Combate a incêndios industriais;
Combate a incêndio em aeródromos (SESCINC);
Resgate em grande ângulo;
Emergência médica pré-hospitalar;
Salvamento aquático ou afogamentos;
Desencarceramento em acidentes rodoviários e ferroviários;
Intervenção em incidentes eléctricos;
Intervenção em incidentes hidráulicos;
Intervenção em incidentes com matérias perigosas;
Intervenção em incidentes com redes de gás;
Corte de árvores em risco iminente de queda;
Captura de animais correndo ou oferecendo risco;
Resgate de corpos ou bens submersos;
Prevenção contra incêndio e pânico.

Veículos de socorro e luta contra incêndios

Veículos de combate a incêndios (ligeiros VLCI), (urbanos VUCI), (rurais VRCI), (florestais VFCI) e (especiais VECI);
Veículos tanque tácticos (urbanos VTTU), (rurais VTTR) e (florestais VTTF);
Veículos tanque de grande capacidade (VTGC);
Veículos com equipamento técnico de apoio (VETA);
Veículos de apoio alimentar (VAPA);
Veículos de apoio a mergulhadores (VAME);
Veículos com escada giratória (VE-X sendo x número de metros da escada);
Veículos com plataforma giratória (VP-X);
Veículos de socorro e assistência (tácticos e especiais VSAT;VSAE);
Veículos de proteção multirriscos (tácticos e especiais VPMT;VPME;);
Veículos de comando táctico (VCOT);
Veículos de comando e comunicações (VCOC);
Veículos de gestão estratégica e operações (VGEO);
Veículos de transporte de pessoal (táctico e geral VTPT;VTPG);
Veículos para operações específicas (VOPE).

Veículos de socorro e assistência a doentes

Ambulâncias de transporte de doentes (ABTD);
Ambulâncias de transporte múltiplo(ABTM);
Ambulâncias de socorro (ABSC);
Ambulâncias de cuidados intensivos (ABCI);
Veículos de socorro e assistência médica (VSAM).

Veículos de intervenção aquática

Botes de reconhecimento e transporte (pneumáticos e semi-rígidos);
Botes de socorro e resgate (pneumáticos e semi-rígidos);
Lanchas de transporte geral;
Motos de reconhecimento e salvamento aquático.

Meios aéreos

Helicópteros de avaliação e coordenação;
Helicópteros bombardeiros (ligeiros, médios e pesados);
Aviões de reconhecimento e coordenação;
Aerotanques (ligeiros, médios e pesados).

 

O núcleo básico local desta instituição é o Corpo de Bombeiros. Cada um é uma instituição privada sem fins lucrativos, com personalidade jurídica e estatutos próprios.


Sendo distribuído em todas as partes do país e do mundo, esses corpos são diferentes, tanto na diversidade de emergência que devem ser abordadas, tais como o tamanho e as características da comunidade que servem, quanto nos recursos humanos é parte chave do serviço de incêndio.

A organização diferente

Corpo de Bombeiros são organizadas com base em dois princípios fundamentais; por um lado, a democracia, segundo o qual todos os cargos de administração são originários de feedback de seus bombeiros e próximo a ele, a hierarquia, para atender às duras exigências de serviço de emergência.

funcionários do Corpo

A autoridade máxima de cada fogo é o seu Conselho, liderado pelo Superintendente, no qual residem poderes administrativos. Ele é o representante legal e assume as relações com as autoridades públicas e outras instituições.

Por seu lado, as atividades operacionais são da responsabilidade do comandante, que é responsável por dirigir as ações de resposta de emergência.

Em uma cidade pequena, o Corpo de Bombeiros terá apenas uma unidade, mas na maioria dos casos, haverá dois ou mais.

As organizações ou departamentos de bombeiros dependem do respectivo órgão, a sua mais alta autoridade é o Director ou Presidente e as ações operacionais de resposta de emergência estão a cargo de comandante.

A formação de novos corpos.

 

UMA HISTÓRIA DA ORIGEM DA CRIAÇÃO DOS BOMBEIROS

 

A origem da criação dos bombardeios teve início no pré-histórico ano de 27 AC após o homem ter descoberto o fogo. A primeira vez que o fogo foi lançado na antiga Roma, foi o primeiro a ter o nome de Caio Júlio César Octávio Augusto, que lhe deu o nome de "VIGILES".This association or corporation was como final patrulhar all as streets of city, a fim de manter uma ordem e impedir a origem de qualquer incêndio. Dada a escassez de meios, essa corporação tinha muitas dificuldades para extinguir alguns incêndios, especialmente aqueles de grandes proporções, e de sucessos. To not been rem remper of serious problem, was criada in the Oxford, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England, England Esse toque foi criado por Guilhermo, (Normandia 1027 França 1087), tendo o cognome de “O Conquistador“. Quando eles estão em jogo, Inglaterra, os bombardeios foram executados para estarem de fora ou podem também ser feitos para descartar alguma coisa que possa acontecer na cidade. Nenhum ano de 1666, já existiam em Inglaterra “ Brigadas de Seguros Contra Incêndios”, que eram compostas por várias companhias de Seguros. No ano de 1666, surgiu um grande incêndio em Londres, que teve lugar nas maiores catástrofes em Inglaterra. O primeiro teve a sua data de 2 de Setembro, e foi extinto no dia 5 de Setembro de 1666. Destrui uma parte da cidade, causando imensos prejuízos, tendo ficado milhares de pessoas desabrigadas. A desta catástrofe, London não teve nenhum sistema de proteção contra o fogo. Depois disso, como Companhias de Seguros, uniram-se e formaram um conjunto de brigadas, para que elas possam ser protegidas como uma propriedade dos seus segurados. No ano de 1679, na cidade de Boston, capital dos Estados Unidos, tendo sofrido um incêndio de grandes proporções, tendo milhares de prejuízos. Destruí de 170 edifícios, revestidos de milhares de pessoas desalojadas.O Primeiro Departamento Profissional Municipal Contra Incêndios. Esse departamento era composto por 13 bombeiros, e estava equipado com uma bomba contra incêndios. No ano de 1715, a cidade de Boston já conta com seis corporações de bombeiros, e todas as equipadas com as bombas de água. Com o decorrer do tempo, deve criar um serviço de bombardeios mais profissional e organizado. No dia 1 de Abril de 1853, a cidade de Cinccinati criou uma organização de bombeiros profissionais, equipada com bombas de vapor, sendo transportadas por veículos puxados por cavalos. Tempos mais tarde em Nova York, os bombardeios são substituídos por bombardeiros profissionais. As primeiras escolas de bombardeios foram instaladas no ano de 1889 na cidade de Boston e, no ano de 1914 na cidade de Nova York.

Filatelicamente, um nível mundial, foram várias vezes de selos alusivos aos bombeiros. Em Portugal, uma Filatelia Portuguesa emitiu as variantes de selos, etiquetas e algumas flâmulas, para homenagear os bombeiros.

 

A hora do ser bombeiro civil era uma profissão que precisava de duas coisas: Bom senso e boa vontade. Era muito comum ver pessoas sem conhecimento de atividades que colocavam a sua própria vida e dos próximos em riscos

O mais irônico de tudo é que sua valorização e aperfeiçoamento sejam seculos para ocorrer. O seu surgimento no Brasil, está datado por meados de 1800, quando os próprios municípios se organizam para combater como grandes calamidades e focos de incêndio. Em 1850, surgem os Bombeiros da Corte, onde são captadas técnicas para resolver os problemas de forma mais rápida e organizada. Podemos perceber que o tempo foi de ação e não prevenção. Em 1856 o Imperador Dom Pedro II (Patrono Nacional dos CBMs) criou uma primeira corporação de Bombeiros. Esse quadro mudou em 1880 quando o modelo francês ficou à mesma altura dos padrões brasileiros, surgindo uma militarização dos bombeiros

Voltando ao foco dos Bombeiros Civis a atividade de bombardeio voluntário no Brasil é centenária. Data de 13 de julho de 1892, quando foi criada a Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, primeira corporação do gênero no país, inspirada em modelos existentes na Alemanha, país de origem dos colonizadores que se instalaram no nordeste de Santa Catarina.

Desde então, a empresa exerce atividade ininterrupta de corpo de bombeiros da natureza civil, cujo modelo é mais voltado para outras cidades dos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, principalmente, tendo as empresas do mesmo tipo em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Pará.

Com uma entrada de imigrantes europeus no Brasil, houve um enriquecimento da nossa cultura e uma evolução dos bombeiros voluntários. Na época esse bombardeio começou a ser aplicado como uma ação própria. Foi muito útil nos programas não encontrados da Defesa Civil e Bombeiros Militares

Com o nome de grandes guerras e revolução industrial, tornou-se responsável pela tomada de decisão a respeito dos antecedentes das grandes empresas. Forçado como multinacionalmente treinado nos serviços de limpeza dos espaços confinados, altura e intensidade, através de instrumentos de instrução internacional (como é feito o SEARS)

Em 1991, a Lei n. 11901 definia uma profissão e suas necessidades de conhecimento (NBR 14608). Sua CBO foi criada em 22/10/2002 como Bombeiro Civil (CBO 5171-10)

Hoje com a obrigação de Bombeiros Civis in places of grande porte, shopping centers, shoppings, estádios, universidades, entre outros, por algumas Leis municipais e estaduais que estão sendo configuradas, o que é acreditar que é uma profissão em ascensão

Existência de muitos profissionais no mercado, como empresa complementar

É fácil encontrar artigos para Bombeiros Civis, difícil é encontrar algo que exija para que uma carreira sem nenhum acréscimo no currículo

No the Opinion are very good, near the one of the full issue and embasadate in standards. A carga horaria dos cursos é comparating os knowledge that

As escolas são obrigatórias a um serviço: EPI, EPR, Prevenção e Combate ao Incêndio, Salvamento Terrestre e de Vida, Produtos perigosos, Primeiros socorros, Análise de riscos, ou seja, não são atividades que podem ser feitas de qualquer forma, Existem vários critérios que devem ser seguidos

É fundamental que o profissional que entra na nova área busque escola com referencias e que seja treinado por profissionais capacitados para esta tarefa, caso seja de outro. Estado procurar verificar no corpo de bombeiros de sua região

O aprofundamento eo conhecimento que o bombeiro deve ser muito complexo, por isso 210 Hrs não são suficientes para aprender tudo o que é dito acima, talvez o grande motivo dos anúncios de outros cursos

Os novos programas já estão disponíveis no mercado, com ênfase em novas inscrições, cursos voltados a novas requisições de mercado, como APH, Especialização em Produtos Químicos e de ancoragem de produtos aquáticos, Heliponto, novas e atualizações de tecnologias de EPI e EPR, especializações e atualização das NRs Claro que tudo tem que ser voltado para o campo que faz com que seja tão árduo

O que você acha que pode separar os seus negócios? O que há de diferente no sentido de diferenciar-se? A constante, a constante, a empresa ou a conta poesia compensada e os que são dedicar muito e são poucos compensados

 

 

 A evolução do Bombeiro pelo mundo:

 

 

 

BOMBEIROSVOLUNTARIOS.ORG
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ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

ALIANÇAS E PARCERIAS FIRMADAS

Estas Alianças e Parcerias têm como objetivo reunir um número maior de pessoas e instituições desenvolvendo ações em conjunto em prol de nossa sociedade. Desempenhando dentro de uma aliança nosso papel de cidadania, de união, de respeito, de amor ao próximo e a vida de cada pessoa que em momentos de angustia e desespero, necessitam de ajuda em meio a situações de emergência, em situações de catastrofes desastres... respeito e priorizando a vida humana de cada ser.

 Somos uma Associação que reune e convida toda a nossa sociedade a participar, promovendo Ações  humanas  e sociais  em Conjunto com as mais diversas instituições , deixando de Lado egos,  descriminações  e  preconceitos que desvalorizam o ser como HUMANO, prejudicando o desenvolvimento humano e social de nossa sociedade a qual, independente de raça,credo,cor,religião,status social, convicção religiosa ou politica,TODOS, somos parte de uma só sociedade. E, se buscamos verdadeiramente um mundo melhor, mais humano e digno de se viver, precisamos respeitar cada um, com o mesmo respeito que desejamos receber, pois se desejamos que nossa sociedade se torne melhor, mais verdadeira e humana, primeiro temos que fazer a nossa parte. E este trabalho que realizamos, é um trabalho humano que valoriza cada ser, independentemente de sua crença, raça, cor, etnia, status social, denominação institucional política ou filosófica ... 

Nosso trabalho é para vida de cada pessoa, somos voluntários uma instituição de socorristas e bombeiros voluntários, que dedicam seu tempo, seus conhecimentos e suas vidas em prol de nossos semelhantes.

Nosso trabalho é para a vida de cada um, voluntariamente, deixamos o nosso aconchego de nosso lar e de nossas famílias para arriscarmos nossas vidas em favor de desconhecidos ... Somos VOLUNTÁRIOS que trabalham ... Não nos importando qual é a raça, o credo,a cor,a religião,a denominação, o status social ...de quem ajudamos a socorrer. Lutamos Pela vida das pessoas, desempenhando um papel fundamental naquelas horas de angustia e desespero.Por isso, cada instituição aqui presente é muito bem vinda! Pois independente de tudo, somos todos seres humanos e fazemos parte de uma só sociedade  na qual cada um presente busca contribuir fazendo a sua parte .