Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, foi fundada a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união e o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma Força Tarefa, hoje reconhecida em mais de 20 países pelo mundo, que vem desenvolvendo ações voluntárias em prol da sociedade humana, do voluntariado e das mais diversas organizações distintas, que trabalham na área de resgate, socorro, defesa civil, bombeiros e outras instituições de ajuda humanitária promovendo de forma verdadeira e humana ações de integração e união em busca do fortalecimento das atividades prestadas á população na área de emergência.
O objetivo do site: emergencia.online é de prestar informações e levar a sociedade em geral e as equipes de emergência uma melhor integração das ações desenvolvidas por essas organizações em busca de um melhor desenvolvimento de suas atividades.
Emergencia.online , traz informações, conhecimentos, trocas de experiências e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.
A HISTÓRIA DA ORIGEM DA CRIAÇÃO DOS BOMBEIROS
Américo Rebelo
A origem da criação dos bombeiros teve o seu inicio na pré-história provavelmente no ano de 27 A.C. após o homem ter descoberto o fogo. A primeira organização de combate ao fogo foi fundada na antiga Roma em 27 A.C., pelo Primeiro Imperador Romano cujo o nome era Caio Júlio César Octávio Augusto, a que lhe deu o nome de “ VIGILES “. Essa organização ou corporação tinha como finalidade patrulhar todas as ruas da cidade, a fim de manter a ordem e impedir a origem de qualquer incêndio. Dada a escassez de meios, essa corporação tinha muitas dificuldades para extinguir alguns incêndios, especialmente aqueles de grandes proporções, e de difíceis acessos. Para tentar solucionar este grave problema, foi criada uma Lei no ano de 872 em Oxford, cidade histórica de Inglaterra, que tinha como finalidade a criação de um toque de alerta, em que o mesmo era accionado sempre que houvesse qualquer inicio de incêndio. Esse toque foi criado por Guilhermo, (Normandia 1027 França 1087), tendo o cognome de “O Conquistador“. Quando soava esse toque em toda a Inglaterra, os bombeiros estavam preparados para apagar algum incêndio ou poderia também ser para por ordem em algum desacato que pudesse acontecer na cidade. No ano de 1666, já existiam em Inglaterra “ Brigadas de Seguros Contra Incêndios “, que eram compostas por diversas companhias de Seguros. No ano de 1666, ouve um grande incêndio em Londres, que foi considerado uma das maiores catástrofes em Inglaterra. Esse incêndio teve o seu início a 2 de Setembro, e só foi extinto a 5 de Setembro de 1666. Destruí uma parte da cidade, causando imensos prejuízos, tendo ficado milhares de pessoas desabrigadas. Antes desta catástrofe, Londres não tinha nenhum sistema de protecção contra o fogo. Depois do incêndio as Companhias de Seguros, uniram-se e começaram a formar brigadas particulares especializadas para assim protegerem as propriedades dos seus segurados. No ano de 1679, na cidade de Boston, capital dos Estados Unidos, houve também um incêndio de grandes proporções, tendo causado imensos prejuízos. Destruí de 170 edifícios, tendo ficado dezenas de milhares de pessoas desalojadas. Neste mesmo ano, e após este incêndio, é criado na América do Norte O Primeiro Departamento Profissional Municipal Contra Incêndios . Esse departamento era composto por 13 bombeiros, e estava equipado com uma bomba contra incêndios. No ano de 1715, a cidade de Boston já dispunha de seis corporações de bombeiros, e todas já equipadas com as respectivas bombas de água. Com o decorrer do tempo, houve necessidade de se criar um serviço de bombeiros mais profissional e organizado. No dia 1 de Abril de 1853, na cidade de Cinccinati é criada a primeira organização de bombeiros profissionais, equipada com bombas a vapor, sendo transportadas por veículos puxados por cavalos. Tempos mais tarde em Nova York, os bombeiros voluntários são substituídos por bombeiros profissionais. As primeiras escolas de bombeiros foram criadas no ano de 1889 na cidade de Boston e, no ano de 1914 na cidade de Nova York.
Filatelicamente, a nível mundial, existem várias emissões de selos alusivos aos bombeiros. Em Portugal, a Filatelia Portuguesa emitiu varias emissões de selos, etiquetas e algumas flâmulas, para homenagear os Bombeiros Portugueses.
Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários
Registro (CNPJ) nº 20.726.381/0001-06.
Organização não Governamental, sem fins lucrativos (ong), de Defesa Civil e Atendimento de Emergências.
Sede Administrativa Provisória
Endereço: Rua João Duarte Raimundo,53,Caminho Novo, Palhoça - Santa Catarina - Brasil.
Cep. 88.132-500.
Telefone:55+(48) 3372-5482 / 55+(48) 99650-5503 / 55+(48) 98438-3958
Mensagem do Presidente
Cleverson Leandro Búrigo e Silva.
Formado em Filosofia,Socorrista,Bombeiro Civil Voluntário, Tec.em Emergências e estudante de medicina.
Presidente da Direção
“Ser dos Bombeiros é muito mais que aqui estar, mais que ter um cargo, seja qual for o nível de participação ou contributo. É essencialmente um estado de alma, é transmitir aos outros o que existe de melhor num ser humano. É amor, é altruísmo, é generosidade sem medida, é um abraço permanente de coração aberto. É assim que, à minha maneira, neste cargo me sinto como sendo dos Bombeiros que me acolheram com um calor humano que eu nunca antes havia conhecido. A melhor forma de retribuir é incorporar todos os sentimentos de verdadeira nobreza que aqui se vivem e seguir o exemplo de alguns dos mais ilustres dirigentes que aqui me precederam.
O contentamento de ser o Presidente de uma das melhores e mais evoluídas Associações Humanitárias deste país, funciona como uma força única e indomável de fazer sempre muito mais e muito melhor a cada mandato. É esta grandeza de sentimentos que nos faz esquecer de nós e fazer felizes os outros, fazer sempre mais que o necessário porque a diferença entre o suficiente e o bom é apenas um pequeno esforço a mais. Ser dos Bombeiros é acreditar sempre que as dificuldades do caminho nunca serão mais importantes que o resultado final.”
" FAÇA O BEM, SEM NUNCA OLHAR A QUEM. FAÇA POR AMOR, NÃO POR INTERESSES".
Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, foi fundada a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união e o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma Força Tarefa, hoje reconhecida em mais de 20 países pelo mundo, que vem desenvolvendo ações voluntárias em prol da sociedade humana, do voluntariado e das mais diversas organizações distintas, que trabalham na área de resgate, socorro, defesa civil, bombeiros e outras instituições de ajuda humanitária promovendo de forma verdadeira e humana ações de integração e união em busca do fortalecimento das atividades prestadas á população na área de emergência.
O objetivo do site: emergencia.online é de prestar informações e levar a sociedade em geral e as equipes de emergência uma melhor integração das ações desenvolvidas por essas organizações em busca de um melhor desenvolvimento de suas atividades.
Emergencia.online , traz informações, conhecimentos, trocas de experiências e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.
Atualmente, emergencia.online , está cadastrando as organizações que queiram fazer parte desta plataforma interativa de comunicação, unindo as mais diversas instituições em todo o mundo com o objetivo de integrar, fortalecer e desenvolver novas ações voltadas a área de emergência.
Venha fazer parte também e cadastre sua organização!
O ano de 2001 foi instituído pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado. De lá pra cá, em conseqüência desse e de outros apelos sobre o tema, muitas empresas e cidadãos lançaram-se no serviço voluntário, sem, no entanto um referencial teórico que permitisse uma avaliação e orientação a respeito das relações de trabalho em atividades como essa. O presente artigo pretende auxiliar na formação desse referencial, no sentido de apresentar um levantamento sobre a história do voluntariado no Brasil e no mundo. Mostra-se, por exemplo, a origem ligada à religiosidade dos indivíduos, ao civismo e outros aspectos mais voltados para o crescimento individual e para uma melhor vida em sociedade. O objetivo é entender o processo histórico e as transformações do voluntariado, contribuindo para o estabelecimento de diretrizes e orientações para empresas e cidadãos que se envolvam em projetos como esse. Ressalta-se, ainda, que no início desse século, o Estado e a iniciativa privada vêm demandando a expansão de organizações voluntárias, na busca por soluções aos problemas sociais gerados pelo capitalismo. Esse fato é responsável por uma transformação na forma de atuar das organizações sem fins lucrativos, exigindo-se delas que passem a agir de acordo com uma lógica de mercado. Argumenta-se, no entanto, que o trabalho voluntário deve seguir uma lógica mais substantiva de atuação, preservando ações mais voltadas para o crescimento do indivíduo e contribuindo para uma melhor relação entre as pessoas na vida em comum
Artigo 6°-O fito da presente Associação é de caráter Preventivo, de Resposta, Assistencial,
Humanitário, Filantrópico, Altruístico, Cívico - Educativo, Norteando-se pelos seguintes princípios:
A) - Nacionalismo e Cidadania Plena;
B) - Obediência e Cumprimento às Leis do País;
C) - Hierarquia e Disciplina;
D) - Respeito aos Direitos e Garantias Constitucionais;
E) - Preservação e Defesa da Vida, dos Direitos Humanos e o do Meio Ambiente;
F) - Imparcialidade, Neutralidade, Independência e Transparência;
G) - Solidariedade, Humildade, Lealdade, Trabalho e Tolerância.
Artigo 7°-A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, terá como finalidade:
A) - Colaborar, apoiar, incentivar e participar ativamente das Ações promovidas ou desenvolvidas pela Organização das Nações Unidas - ONU, pela Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal - (Sistema Nacional de Defesa Civil - SINDEC), bem como por outros Clubes, Agências ou Organizações de Ajuda Humanitária, Instituições Civis ou Militares que atuem em situações de Urgência, Emergência, Estado de Calamidade Pública, Desastre ou em Missões de Paz.
B) - O Resgate, a Busca e o Salvamento;
C) - A Defesa, a União, o Fortalecimento, o Desenvolvimento das Instituições Públicas ou Privadas de Resposta a Urgências e Emergências ou Ações Humanitárias;
D) - A Promoção da Paz, da Ética, da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Democracia e de outros Valores Universais;
E) - A Preservação, a Defesa, a Conservação, a Educação do Meio Ambiente e a Promoção do
Desenvolvimento Sustentável;
F) - A Promoção do Voluntariado;
Artigo 8° -A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, terá como objetivo prioritário o seguinte:
a) A Prevenção e Combate a Incêndios;
b) O Socorro às populações em caso de Incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades;
c) O Socorro a náufragos e buscas subaquáticas;
d) O socorro e transporte de sinistrados e doentes, incluindo a urgência pré – Hospitalar, no âmbito do sistema integrado de emergência médica;
e) A prevenção contra incêndios em edifícios públicos, casas de espetáculos e divertimento público e outros recintos, mediante solicitação e de acordo com as normas em vigor, nomeadamente durante a realização de eventos com aglomeração de público;
f) A emissão, nos termos da Lei, de pareceres técnicos em matéria de prevenção e segurança contra riscos de incêndio e outros sinistros;
g) A colaboração em outras atividades de proteção civil, no âmbito do exercício das funções especificas que lhes forem cometidas;
h) A participação noutras ações, para as quais estejam tecnicamente preparados e se enquadrem nos seus fins específicos;
i) O exercício de atividades de formação e sensibilização cívica, com especial incidência, nos domínios da prevenção contra o risco de incêndios e outros acidentes;
j) A prestação de outros serviços, remunerados ou não, previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.
k) - A proteção dos Associados, em favor dos seus direitos ou contra qualquer excesso ou abuso, perante as Autoridades Civis, Militares ou Judiciárias em todas as instâncias Nacionais ou Internacionais;
l) - Proporcionar aos interessados a oportunidade de fácil acesso aos conhecimentos das técnicas de Defesa Civil, Segurança do Tráfego, Resgate, Busca, Salvamento e Meio Ambiente;
m) - Criar, Implantar, Assessorar, Incentivar, Apoiar, Fortalecer ou Coordenar em meio às Cidades, Comunidades, Rodovias ou Estradas um Serviço de Atendimento a Situações de Urgências /Emergências, disciplinado, hierarquizado, exaustivamente treinado e devidamente equipado e credenciado de acordo com os protocolos e padrões internacional, bem como trabalhar em conjunto, com sistemas de emergência, públicos ou privados em cidades que já ofereçam o serviço, visando prioritariamente à vida, à diminuição do tempo resposta e a otimização operacional do serviço.
n) - Conscientizar a comunidade, e os associados através de Cursos, Palestra, Treinamentos,
Encontros, Simulados, Feiras, Simpósios, Conferências e Eventos a importância da Defesa Civil,
dos Primeiros Socorros, da Preservação do Meio Ambiente, da Fauna e da Flora.
o) - Integrar-se oficialmente ao Sistema Nacional de Defesa Civil a nível Federal, Estadual e
Municipal com o objetivo de Assessorar, Fortalecer, Reestruturar, Incentivar, Implantar, Apoiar, Patrocinar, Equipar ou Coordenar nos Municípios as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (COMDECs), os Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDECs) ou qualquer outra iniciativa ou ação que vise a Segurança Global da População, com o emprego de planejamento proativo administrativo e operacional, técnicas e táticas devidamente comprovadas como eficazes e regionalizada de acordo com a geografia e as necessidades locais;
p)- Empreender esforços e buscar meios financeiros junto aos parceiros, colaboradores,
patrocinadores, instituições financeiras Públicas ou Privadas para que se possa ser construído um “Centro de Formação, Instrução e Aperfeiçoamento em Urgência, Emergência e Defesa Civil”;
q) - Fomentar a implantação no Brasil, em Escolas Municipais, Estaduais e Federais como parte do Ensino Fundamental e Ensino Médio, as disciplinas de Pronto-Socorrismo, Defesa Civil, Segurança do Tráfego e Meio Ambiente;
r) - Criar elos Profissionais e de Amizade entre as diversas Entidades Civis e Militares e seus
Associados e promover a Cooperação Nacional e Internacional nas questões do seu âmbito de ação.
s) - A Coordenação Geral, o Treinamento, a Hierarquização, a Estruturação, a Operacionalização e a movimentação da “Força Tarefa Sul Brasileira - F.T.S.B” em nível Nacional e Internacional.
Artigo 9° - A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, além das finalidades, descritas acima, Apoiará, Assessorará, promoverá, colaborará, participará, incentivará e patrocinará de acordo com os meios logísticos, Humano e Financeiro disponíveis os assuntos relacionados com a Segurança Pública, a Saúde, a Educação, o Esporte, o Lazer, a Cultura, a Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Turístico e Artístico, o Combate à Pobreza, Promoção da Segurança Alimentar e Nutricional, Integração ao Mercado de Trabalho, a Redução das Desigualdades Sociais, o Bem-Estar e a Assistência Social, a Reciclagem, a Educação Ambiental, o Uso Racional da Água, o Terceiro Setor, Acessibilidade e integração da pessoa com Deficiência Física, Auditiva, Visual e Intelectual, a Proteção à Família, à Maternidade, à Infância, à Adolescência, à Velhice (3ª idade), às Campanhas do Agasalho, Doação de Sangue, Vacinação Humana e Animal, Epidemias, Pandemias, Campanhas em favor da Justiça Social, o Desarmamento, a Paz Mundial, contra a Marginalização, a Violência Urbana, a Violência no Tráfego, a Violência Familiar, a Pedofilia, o Fumo, o Álcool, as Drogas, a Toxicomania, Gravidez Precoce, a AIDS e as Doenças Sexualmente Transmissíveis. Sem exceção, todas as atividades descritas acima, serão sempre supervisionadas e exercidas por profissionais devidamente qualificados e habilitados na forma da Lei.
Artigo 10°- A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, poderá agir e intervir diretamente ou indiretamente, informando ou denunciando as instituições governamentais e não governamentais ou seus funcionários Civis ou Militares, prestadores de serviços ou colaboradores as autoridades competentes, os fatos, as irregularidades e os crimes que constatar ou que vier ter conhecimento, bem como qualquer abuso ou omissão praticado contra os Cidadãos, Associados, Diretores, Conselheiros desta Associação, procedimento este que será feito mediante o protocolo de ofício solicitando imediatamente a adoção de medidas cabíveis, podendo ser solicitada em caráter de Urgência, conforme a gravidade da situação ou dos fatos, bem como informar “In Loco” o Ministério Público Estadual ou Federal o não cumprimento das medidas cabíveis, bem como as prevaricações praticadas, sem prejuízo de ações futuras, ou postulações indenizatórias.
DEPARTAMENTOS ADMINISTRATIVOS E SUAS
RESPECTIVAS ATIVIDADES
Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, foi fundada a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união e o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma Força Tarefa, hoje reconhecida em mais de 20 países pelo mundo, que vem desenvolvendo ações voluntárias em prol da sociedade humana, do voluntariado e das mais diversas organizações distintas, que trabalham na área de resgate, socorro, defesa civil, bombeiros e outras instituições de ajuda humanitária promovendo de forma verdadeira e humana ações de integração e união em busca do fortalecimento das atividades prestadas á população na área de emergência.
O objetivo do site: emergencia.online é de prestar informações e levar a sociedade em geral e as equipes de emergência uma melhor integração das ações desenvolvidas por essas organizações em busca de um melhor desenvolvimento de suas atividades.
Emergencia.online , traz informações, conhecimentos, trocas de experiências e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.
Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários
Registro (CNPJ) nº 20.726.381/0001-06.
Organização não Governamental, sem fins lucrativos (ong), de Defesa Civil e Atendimento de Emergências.
Sede Administrativa Provisória
Endereço: Rua João Duarte Raimundo,53,Caminho Novo, Palhoça - Santa Catarina - Brasil.
Cep. 88.132-500.
Telefone:55+(48) 3372-5482 / 55+(48) 99650-5503 / 55+(48) 98438-3958
E-mail:
contato@bombeirosvoluntarios.org
bombeirosvoluntarios@emergencia.online
comando@bombeirosvoluntarios.org
Regimento interno da
“ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”
GLOSSÁRIO – ABREVIATURAS:
ASBSBV- Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários.
GRAV- Grupo de Resgate e Apoio Voluntário.
FTSB- Força Tarefa Sul Brasileira.
BV- Bombeiros Voluntários.
SV- Socorristas Voluntários.
UC- Unidade de Comando.
UR- Unidade de Resgate.
URR- Unidade de Resposta Rápida.
URSA- Unidade de Resgate e Salvamento Avançada
USB- Unidade de Resgate Básico.
USA- Unidade de Salvamento em Águas.
URA- Unidade de Resgate Aéreo.
UAA- Unidade de Apoio Aéreo.
UCI- Unidade Contra Incêndios.
UCIR- Unidade Contra Incêndio e Resgate
UTL- Unidade Transportes Líquidos.
UMB- Unidade Moto Bomba
UMG- Unidade Moto-Gerador
USRV- Unidade de Salvamento e Resgate Veicular
UCM- Unidade de Comando Móvel
UATP- Unidade Auto Tanque Plataforma
UAP – Unidade Auto Plataforma
MB- Moto Bomba
MS- Moto Serra
GE- Gerador Elétrico
RI- Regulamento Interno
CFSBV- Curso de Formação de Socorristas e Bombeiros voluntários.
TSO- Treinamento Semanal Obrigatório.
TAF- Teste de Aptidão Física
REP- Regulamentos de Execução Permanente
ROP- Regulamentos Operacionais Permanentes
Artigo 1º Caracterização do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário.
Grupo de Resgate e Apoio Voluntário
O Grupo de Resgate e Apoio voluntário (GRAV), criado e mantido pela Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários (ASBSBV), fundada em 01.07.2014 e devidamente Homologada, tem como objetivo dar apoio aos órgãos de segurança pública bem como a entidades civis públicas e não governamentais em situações de risco, emergência e calamidade pública.
Artigo 2º Missão e Finalidade;
A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, terá como finalidade:
Colaborar, apoiar, incentivar e participar ativamente das Ações promovidas ou desenvolvidas pela Organização das Nações Unidas - ONU, pela Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal - (Sistema Nacional de Defesa Civil - SINDEC), bem como por outros Clubes, Agências ou Organizações de Ajuda Humanitária, Instituições Civis ou Militares que atuem em situações de Urgência, Emergência, Estado de Calamidade Pública, Desastre ou em Missões de Paz.
Sem prejuízo do nº 1 e 2 do Artigo 3º do Regime interno do GRAV, aprovado, a nomenclatura de identificação dos Socorristas e Bombeiros Voluntários (GRAV) poderá exercer todas ou algumas das seguintes missões.
a) A Prevenção e Combate a Incêndios;
b) O Socorro às populações em caso de Incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes, catástrofes ou calamidades;
c) O Socorro a náufragos e buscas subaquáticas;
d) O socorro e transporte de sinistrados e doentes, incluindo a urgência pré – Hospitalar, no âmbito do sistema integrado de emergência médica;
e) A prevenção contra incêndios em edifícios públicos, casas de espetáculos e divertimento público e outros recintos, mediante solicitação e de acordo com as normas em vigor, nomeadamente durante a realização de eventos com aglomeração de público;
f) A emissão, nos termos da Lei, de pareceres técnicos em matéria de prevenção e segurança contra riscos de incêndio e outros sinistros;
g) A colaboração em outras atividades de proteção civil, no âmbito do exercício das funções especificas que lhes forem cometidas;
h) A participação noutras ações, para as quais estejam tecnicamente preparados e se enquadrem nos seus fins específicos;
i) O exercício de atividades de formação e sensibilização cívica, com especial incidência, nos domínios da prevenção contra o risco de incêndios e outros acidentes;
j) A prestação de outros serviços, remunerados ou não, previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.
Artigo 3º Área de atuação
1. O GRAV, por ser o único no Sul do Brasil, tem como área de atuação própria os limites territoriais que compõe os três estados do sul do brasil , Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
2. A atuação em local exterior à área definida no nº anterior, só terá lugar em caso de requisição por outras Entidades de Resgate e Salvamento, Defesa Civil, SAMU e Grupamentos de Bombeiros ou mediante pedido formalizado e documentado com outros municípios, estados brasileiros ou países em situação de risco ou calamidade pública.
3. Em caso de apoio a outros órgãos de Entidades de Resgate e Salvamento, Defesa Civil, SAMU, Grupamentos de Bombeiros, ou de países, estados e cidades que necessitem de apoio da ASBSBV, a requisição de apoio devera ser solicitada pela forma de documentação formal devidamente autorizada,assinada e registrada pelos organismos públicos locais, e de acordo com as leis em vigência.
Artigo 4º Força Mínima de Intervenção Operacional
1. O GRAV é constituído maioritariamente por pessoal voluntário, tentando manter permanentemente uma força mínima de intervenção operacional composta por sete elementos em regime de prevenção e alerta permanente em sua central, para primeira intervenção, com os meios adequados para fazer face a qualquer tipo de riscos. No entanto, sempre que se justificar, são tomadas as medidas que se julgarem convenientes face à presença de mais pessoal no grupamento a fim de acorrer a qualquer situação.
2. No GRAV, poderão ainda ser constituídas equipes de socorristas e bombeiros que venham a ser contempladas pela tutela do comandante operacional, nomeadamente pelo dispositivo da Defesa da Floresta Contra Incêndios ou outras calamidades públicas.
3. Assim, o funcionamento operacional do GRAV é constituído e designado da seguinte forma.
a) Toda a atividade normal, incluindo a 1ª intervenção é assegurada por Equipes de Socorristas e Bombeiros, com vinculo contratual com a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, pertencentes ao Quadro Efetivo do (ASBSBV), bem como com elementos em regime de voluntariado, recorrendo sempre que necessário aos restantes elemento do Quadro Ativo do (ASBSBV).
b) O GRAV, assegura em permanência com pelo menos um elemento, ao serviço da Central de Comunicações, denominado operador de radio.
Artigo 5º Organização do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário
Quadros
Os elementos que compõem o GRAV integram os seguintes quadros de pessoal.
a) Comando operacional;
b) quadro reserva
b) diretoria executiva;
c) Conselho fiscal
d) Quadro de Honra.
Artigo 6º Quadro de Comando
1º O quadro de comando é constituído pelos elementos dos Socorristas e Bombeiros Voluntários a quem é conferida a autoridade para organizar, comandar e coordenar as atividades exercidas pelo respectivo grupamento de Socorristas e Bombeiros, incluindo, a nível operacional, a definição estratégica dos objetivos e das missões a desempenhar.
2º A estrutura do Quadro de Comando do GRAV é composta por:
a) Comandante;
b) Sub- Comandante;
c) Chefes de Equipe.
d) Sub- Chefes de Equipe
e)Socorristas, Bombeiros efetivos e voluntários.
F) Estagiários
g) Alunos do CFSBV.
Artigo 7º Quadro Ativo
A Estrutura do Quadro Ativo do GRAV é constituída pelos elementos aptos para execução das missões a que se refere o Artigo 3º, normalmente integrados em equipes, em cumprimento das ordens que lhes são determinadas pela hierarquia, bem como das normas e procedimentos estabelecidos.
1.Carreira de Oficial Socorrista e Bombeiro:
a) Comandante Operacional;
b) Sub- Comandante Operacional;
c) Chefe de Equipe;
d) Sub- Chefe de Equipe;
e) Socorrista e Bombeiro nível 2;
f) Socorrista e Bombeiro nível 1;
g) Estagiário de Socorrista e Bombeiro;
h) Aluno do Curso de Socorrista e Bombeiro Voluntário.
Artigo 8º Quadro de Reserva
1. O Quadro de reserva é constituído pelos elementos que atinjam o limite de idade para permanecer na sua carreira e não reúnam os requisitos para ingressar no quadro de honra;
2. Os que não podendo permanecer nos restantes quadros, por motivos profissionais ou pessoais, o requeiram e obtenham aprovação do comandante do GRAV.
Artigo 9º Quadro de Honra
O Quadro de honra é constituído pelos elementos que, com zelo, dedicação, disponibilidade e abnegação desempenharam, durante um longo período de tempo, funções no GRAV sem qualquer punição disciplinar, ou adquiriram incapacidade por motivo de doença ou acidente ocorrido em serviço.
Artigo 10º Situação no Quadro
1. Os elementos do Quadro de Comando e Quadro ativo, podem encontrar-se nas situações de Atividade ou inatividade no Quadro;
2. Consideram-se em situação de Atividade no Quadro:
a) Os que estão no gozo autorizado de férias ou de licença por doença, maternidade ou paternidade;
b) As mulheres bombeiras que se encontram indisponíveis para o desempenho assíduo e ativo de funções por motivos de gravidez, parto e pós-parto, num período máximo de um ano;
c) Os que estão ausentes por tempo não superior a um ano em missão considerada, nos termos do comando operacional, de relevante serviço público.
3. Consideram-se em situação de Inatividade no quadro:
a) Os que se encontram fora do exercício de funções por tempo não superior a um ano;
b) Aqueles a quem foi aplicada a pena de suspensão.
4. O tempo decorrido na situação de Inatividade no Quadro não é considerado para efeitos de contagem de tempo de serviço e suspende os direitos previstos no Regime interno do GRAV.
Artigo 11º Competências do Comandante
O Comandante dirige o GRAV e é o único e exclusivo responsável pelo desempenho do grupamento e dos seus elementos, no cumprimento das missões que lhe são cometidas, pela atividade do GRAV no que respeita à gestão técnica e operacional dos recursos humanos e materiais disponíveis, nomeadamente em matéria de conservação e utilização dos equipamentos, instrução e disciplina do pessoal dos Voluntários, ao qual compete especialmente:
a) O comando, direção, administração e organização da atividade do GRAV.
b) Manter a disciplina;
c) Garantir a unidade do GRAV;
d) Velar e garantir a prontidão operacional;
e) Providenciar pela perfeita conservação e manutenção do material;
f) Assegurar a articulação operacional permanente com as estruturas de comando operacionais supra municipais, estaduais, federais e internacionais;
g) Assegurar, nos termos da lei, a articulação com os respectivos serviços de proteção civil;
h) Garantir a articulação operacional com os grupamentos de Defesa Civil, Polícia, Bombeiros e entidades de Resgate e Salvamento limítrofes;
i) Zelar pela segurança e saúde dos Socorristas e Bombeiros Voluntários,
j) Planejar e desenvolver as atividades formativas e operacionais,
k) Elaborar as normas internas necessárias ao bom funcionamento do grupamento de Socorristas e Bombeiros, bem como as estatísticas operacionais;
l) Garantir a articulação, com correção e eficiência, entre o GRAV e as demais entidades municipais, estaduais, federais e internacionais, pelo regime interno do GRAV e pelos fins em prol da Associação Sul Brasileira de Socorristas e bombeiros voluntários;
m) Dar parecer relativamente a pedidos de transferência de e para o GRAV;
n) Dar provimento nas categorias das carreiras de oficial Socorrista e Bombeiro;
o) Efetuar promoções nos termos da Lei e do Regulamento interno;
p) Punir e premiar em harmonia com a Lei em vigor e do Regulamento Interno do GRAV;
q) Dar provimento a situações de recurso hierárquico, das decisões em matéria disciplinar, aplicadas pelo Comando operacional do GRAV, de cuja decisão não é admissível recurso;
r) Mandar instaurar processo disciplinar aos elementos do GRAV
s) Nomear em regime de substituição, Oficiais Socorristas e Bombeiros de categoria inferiores, para os cargos de Comando, chefia e coordenação quando o GRAV não disponha de Oficiais Socorristas e Bombeiros ou Socorristas e Bombeiros nas categorias prevista legalmente;
t) Atribuir aos elementos do Quadro de Reserva e Quadro de Honra as funções de representação do GRAV em cerimonias, festividades e outros atos similares, bem como a colaboração, partilhando a experiência e os conhecimentos adquiridos em ações de formação, nas diversas atividades desenvolvidas no seio do GRAV, compatíveis com as capacidades físicas e intelectuais.
u) Dar parecer aos requerimentos de elementos do GRAV para ingresso no Quadro de Honra;
v) Promover a instrução, preparando os elementos do GRAV para o bom desempenho das suas funções, procurando conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação pelo seu semelhante.
w) Dirigir a direção da instrução do pessoal do GRAV de acordo com o programa previamente estabelecido e aprovado pela Assembléia geral
x) Elaborar até ao final de cada ano, o plano de instrução para o ano seguinte, dando conhecimento ao GRAV, e submeter a aprovação da Assembléia geral
y) Elaborar propostas de quadros de pessoal e de regulamento interno, para respectiva homologação e aprovação por parte da assembléia geral.
z) Garantir a adequação do Sistema de Avaliação do desempenho às realidades específicas do GRAV, coordenando e controlando o processo anual de acordo, com as competências que lhe são cometidas pelo Regulamento do Sistema de Avaliação dos Socorristas e Bombeiros Voluntários;
aa)Assegurar o registro tempestivo do serviço operacional no Recenseamento ASBSBV, bem como a sua inclusão no processo individual dos Socorristas e Bombeiros;
bb)Cumprir com as competências que lhe estão cometidas no Regulamento das Carreiras de Oficial Socorrista e Bombeiro e de Socorrista e Bombeiro Voluntário, bem como no Regulamento dos Cursos de Formação, Ingresso e Promoção do Socorrista e do Bombeiro;
cc) Velar continuamente, junto dos seus subordinados, pela estrita e completa observância das disposições da legislação em vigor, procedendo no sentido de serem corrigidas as infrações que note ou de que tome conhecimento;
dd)A responsabilidade, em todas as circunstâncias, pela forma como as unidades subordinadas cumpre as missões atribuídas;
ee)Decidir sobre a não satisfação das condições gerais de promoção;
ff) Decidir sobre a promoção dos elementos do quadro ativo com processo disciplinar ou criminal pendente, verificando e fundamentando que a natureza desse processo pode ou não colocar em causa a satisfação das condições gerais de promoção;
gg)Despachar os documentos de ingresso e promoção, devendo conter menção expressa de respectiva antiguidade e nova categoria, publicando-os em ordem de serviço, devendo ainda ser objeto de registro na ASBSBV;
hh)Promover por antiguidade os elementos do GRAV, à vaga da categoria imediata, o candidato posicionado no primeiro lugar da respectiva lista de antiguidade, classificado “apto” mediante avaliação curricular, que consiste na verificação da satisfação das condições gerais e especiais de promoção do candidato à data da ocorrência da vacatura;
ii) Determinar a abertura de concurso as vagas do efetivo, através de publicação de aviso nos locais apropriados do GRAV;
jj) Nomear, podendo integrar, o júri do concurso composto por três membros, um presidente e dois vogais;
kk) Informar em tempo oportuno, a diretoria executiva e a ASBSBV, dos procedimentos de aviso de abertura de concurso, lista final de classificação e provimento;
ll) Propor à Diretoria executiva a aquisição de material e artigos que necessite para o bom funcionamento dos serviços;
mm) Assumir o comando das operações nos locais de sinistro, sempre que o julgar conveniente;
nn)Estudar e propor as providências necessárias para prevenir os riscos de incêndio ou reduzir as suas consequências, a fim de serem submetidas à consideração da respectiva Câmara Municipal para os fins convenientes;
oo) Exercer o direito de voto de desempate em assembléia geral.
pp) Sugerir e planejar em assembléia geral a criação de novos cargos que não estão previstos no estatuto e Regulamento interno do GRAV.
qq) Organizar as telecomunicações do GRAV e assegurar o seu funcionamento;
b) Articular com os serviços competentes as matérias relativas à rede de comunicações e à rede informática do GRAV.
Artigo 12º Competências do Sub- Comandante
Ao sub-Comandante compete:
a) Substituir o Comandante nas suas faltas ou impedimentos;
b) Coadjuvar o Comandante no exercício das suas funções e exercer as competências que por este lhe sejam delegadas;
c) Coadjuvar o Comandante e superintender a atividade do Núcleo de ensino e apoio ao GBVAC.
d) Propor ao Comandante as medidas que julgar necessárias para o melhor funcionamento do GRAV;
e) Coadjuvar o Comandante, na organização, comandamento e coordenação das atividades exercidas pelo GRAV, incluindo, a nível operacional, a definição da estratégia dos objetivos e das missões a desempenhar;
f) Garantir a unidade do GRAV em colaboração com os restantes elementos de Comando;
g) Propor ao Comandante as normas internas necessárias ao bom funcionamento do GRAV, bem como as estatísticas operacionais;
h) A aplicação de penas de advertência e de repreensão escrita aos Socorristas e Bombeiros que lhe sejam subordinados;
i) Colabora com o Comandante no planejamento e desenvolvimento das atividades formativas e operacionais;
j)Exercer as competências que lhe são cometidas pelo regulamento do Sistema de Avaliação dos Socorristas e Bombeiros efetivos e Voluntários, em vigor.
Artigo 13º Competências do chefe de equipe
Ao chefe de equipe compete:
Garantir a unidade do GRAV em colaboração com os restantes elementos de Comando;
Exercer direito de voto em assembléia geral.
Organizar e dispor sua equipe de forma homogênea e coerente conforme as aptidões intelectuais e físicas dos bombeiros voluntários de sua equipe.
Elaborar e planejar o TSO a seus subordinados.
Garantir o a aplicação direito de igualdade entre os membros de sua equipe independentemente de sua raça, religião, credo, sexo ou demais denominações que possam afetar algum Socorrista ou Bombeiro voluntário.
Indicar membros de sua equipe a cargos ou cursos disponíveis no GRAV por meio de documento de circulação oficial da corporação.
Velar continuamente, junto dos seus subordinados, pela estrita e completa observância das disposições da legislação em vigor, procedendo no sentido de serem corrigidas as infrações que note ou de que tome conhecimento;
A responsabilidade, em todas as circunstâncias, pela forma como as unidades subordinadas cumpre as missões atribuídas;
Assumir o comando das operações nos locais de sinistro.
Compartilhar o comando das operações em locais de sinistro com oficial superior se julgar necessário.
Velar e garantir a prontidão operacional.
Manter a disciplina dentro de sua equipe
Cobrar e fiscalizar o uso dos uniformes bem como apresentação pessoal e higiênica dos integrantes de sua equipe.
Zelar pela segurança e saúde dos bombeiros sob sua supervisão.
Promover a instrução e orientação preparando os membros de sua equipe para o bom desempenho das suas funções, procurando conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação
Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.
Artigo 14º Competências do sub-chefe de equipe
Ao sub-chefe de equipe compete:
a) Substituir o chefe nas suas faltas ou impedimentos;
b)Coadjuvar o chefe no exercício das suas funções e exercer as competências que por este lhe sejam delegadas;
D) Coadjuvar o chefe na aplicação do TSO.
d) Propor ao chefe as medidas que julgar necessárias para o melhor funcionamento da sua equipe;
e) Coadjuvar o chefe, na organização, comandamento e coordenação das atividades exercidas pela sua equipe, incluindo, a nível operacional, a definição da estratégia dos objetivos e das missões a desempenhar;
f) Garantir a unidade da sua equipe em colaboração com os restantes elementos de Comando;
g) Propor ao chefe as normas internas necessárias ao bom funcionamento de sua equipe, bem como as estatísticas operacionais;
h) A aplicação de penas de advertência e de repreensão escrita aos Socorristas e Bombeiros que lhe sejam subordinados;
i) Colabora com o chefe no planejamento e desenvolvimento das atividades formativas e operacionais;
j) Assumir o comando das operações nos locais de sinistro, caso não haver nenhum oficial superior.
Artigo 15º Competências da equipe de Socorristas, Bombeiros Voluntários e Efetivos
Aos socorristas e bombeiros voluntários e efetivos de equipe compete:
a) Aplicar direito de igualdade entre os membros de sua equipe independentemente de sua raça, religião, credo, sexo ou demais denominações que possam afetar algum socorrista ou bombeiro voluntário.
Colaborar com seus oficiais superiores no planejamento das atividades operacionais e formativas.
Cumprir as penas e determinações descritas neste RI.
conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.
Manter-se a disciplinado e respeito a seus oficiais superiores.
Zelar e cuidar dos equipamentos de patrimônio do GRAV.
Apresentar-se sempre para os plantões do GRAV, com uniforme padrão cedido pela corporação,bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.
Velar e garantir a prontidão operacional.
Participar de pelo menos um TSO no mês.
Efetuar no mínimo 24h mensais de plantão no GRAV, para não ser excluído da escala de serviço.
Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.
Auxiliar os estagiários e alunos do CFSBV, para uma melhor assimilação e treinamento dos mesmos.
Ter o direto e dever de tratar a todos os colaboradores do GRAV, com igualdade não importando o tempo ou função desempenhada dentro da corporação.
Participar das assembleias gerais como ouvinte, sem direito a voto.
Artigo 16º Competências dos estagiários do GRAV
Aos estagiários compete:
a)auxiliar os bombeiros voluntários em todas as atividades do GRAV
b)cumprir o estagio operacional de 300h no GRAV.
c)conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação
Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.
d)Cumprir as penas e determinações descritas neste RI
e) Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.
f)Zelar e cuidar dos equipamentos de patrimônio do GRAV.
g) Apresentar-se sempre para os plantões do GRAV, com uniforme padrão cedido pela corporação, bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.
h) Manter-se a disciplinado e respeito a seus oficiais superiores.
Artigo 17º Competências dos alunos do CFSBV
Aos alunos compete:
a)ser aprovado no TAF.
b)participar do CFSBV.
c) Manter-se a disciplinado e respeito a seus instrutores.
d) Apresentar-se sempre para o curso do GRAV, com uniforme padrão exigido pelos seus instrutores bem como em boa apresentação pessoal e higiênica.
c) Estar ciente da missão, visão e princípios do GRAV.
d) conservar sempre vivos os sentimentos de honra e de dedicação
Pelo seu semelhante e pelos ideais do GRAV.
Artigo 18º Diretoria executiva
Compete a Diretoria Executiva:
A) - Administrar a Associação com transparência e excelência na busca de seus objetivos
Estatutários de acordo com as deliberações das Assembléias Gerais;
B) - Cumprir e fazer cumprir as Leis as determinações das Autoridades competentes, bem como o Estatuto Social, Regimento Interno Disciplinar e as Deliberações das Assembléias Gerais;
C) - Convocar, quando necessário a Assembléia Geral;
D) - Empreender todos os esforços para fazer da A.S.B.S.B.V. uma referência e exemplo de Gestão Administrativa e Operacional para outras Associações, Organizações e Entidades;
E) - Propor à Assembléia Geral alterações no Estatuto Social;
F) - Elaborar, Reformar e submeter à Assembléia Geral para aprovação ou não do Regimento
Interno Disciplinar - RID;
G) - Elaborar e submeter à Assembléia Geral as Diretrizes Anuais Operacionais da Associação;
H) - Elaborar e apresentar a Assembléia Geral, os Relatórios financeiros e de Realizações e
Projeções Futuras;
I) - Examinar, após parecer do Conselho Fiscal, a Prestação de Contas e o Balanço Geral,
Encaminhado - os à aprovação da Assembléia Geral;
j) - Autorizar a realização de despesas Extra - Orçamentárias;
K) - Reunir-se com Instituições Públicas e Privadas para mútua colaboração em atividades de
interesse comum;
L) - Firmar Convênios, Contratos, Parcerias e outros, com Entidades ou Órgãos Públicos ou
Privados, contanto que não impliquem em sua subordinação a compromissos e interesses que
conflitem com seus objetivos e finalidades ou arrisquem ou comprometa sua dependência;
M) - Regulamentar as Ordens Normativas da AssembléiaGeral e emitir Ordens Executivas para
disciplinar o funcionamento interno da Associação;
N) - Propor à Assembléia Geral a concessão de Títulos Honoríficos, Beneméritos ou homenagens;
O) - Criar ou Extinguir Departamentos, Seções, Divisões ou Comissões;
P) - Aprovar a Estrutura Organizacional da Associação;
Q) - Nomear os Diretores para os Departamentos nomeados;
R) - Avaliar a atuação dos Diretores dos Departamentos nomeados;
S) - Relacionar-se, harmonicamente, com Instituições Públicas ou Privadas, para mútua colaboração em atividades administrativas ou operacionais de interesse comum;
T) - Aprovar normas para a admissão, demissão, avaliação, remuneração, promoção, disciplina,
assistência e desenvolvimento dos funcionários da Associação;
U) - Apreciar e decidir, em 1ª Instância, recursos interpostos por Associados;
V) - Decidir sobre o ingresso de novos associados, advertência, suspensão, e a exclusão de
Associados, mantendo o direito de recurso à Assembléia Geral como ultima instância;
W) - Deliberar sobre qualquer assunto de interesse da Associação;
X) - Resolver os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste Estatuto Social e emitir regras até posterior deliberação pela Assembléia Geral;
Artigo: 19° Competências do Presidente:
Compete ao Presidente:
A) - Representar a Associação judicialmente e extra-judicialmente em juízo ou fora dele, podendo delegar poderes de representação e constituir procuradores;
B) - Administrar a Associação, assumindo controle total, dirigindo e fiscalizando “In Loco” todas
as atividades, Administrativas e Operacionais, visando o fiel cumprimento deste Estatuto, do
Regimento Interno Disciplinar e as deliberações das Assembléias Gerais;
C) - Nomear Diretores para representá-lo em eventos cívicos, militares, sociais ou em outras
atividades internas ou externas;
D) - Convocar, Instalar e Presidir as reuniões da Diretoria Executiva;
E) - Convocar, Instalar as reuniões das Assembléias Gerais e transferir a presidência dos trabalhos ao associado eleito por aclamação pela Assembléia Geral;
F) - Presidir Fóruns, Debates, Reuniões e outras atividades de interesse da Associação;
G) - Designar Reuniões Extraordinárias ou Emergenciais, para tratar de assuntos de natureza grave, podendo convocá-las por escrito ou verbalmente, devendo submeter, posteriormente, suas decisões ao crivo da Assembléia Geral;
H) - Firmar convênios, parcerias e contratos com Órgãos Públicos ou Entidades Privadas;
I) - Organizar relatórios anuais de realizações, bem como, projeções futuras da Associação, em
conjunto com os Diretores eleitos e os Departamentos nomeados, e submeter à aprovação da
Assembléia Geral e do Conselho Fiscal na ultima reunião de cada exercício;
J) - Votar e ter direito a novo voto, em caso de empate em qualquer deliberação;
K) - Nomear comissões especiais quando entender necessário;
L) - Determinar a tomadas de preço e concorrências através das comissões licitatórias, para compra ou aquisição de quaisquer bens móveis ou imóveis.
M) - Despachar o expediente, assinar ou rubricar livros, diplomas, certificados, declarações,
crachás, identidades funcionais, cartão de identidade, carteiras sociais e demais documentos da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, em conjunto com outros Diretores, Instrutores ou responsáveis pelos Departamentos;
N) - Manter em dia, juntamente com o Diretor Administrativo, os assuntos internos, bem como os arquivos pessoais dos Associados, Diretores e Funcionários;
O) - Ordenar as despesas autorizadas, assinar e movimentar, juntamente ou isoladamente com o Diretor Financeiro, as contas bancárias, e os demais empreendimentos contábeis;
P) - Delegar poderes aos Diretores dos Departamentos de acordo com o Estatuto Social, Regimento Interno Disciplinar e as deliberações das Assembléias Gerais;
Q) - Nomear os Diretores Nomeados, Assessores, Coordenadores Operacionais, representantes, Parceiros e outros;
R) - Contratar e demitir legalmente funcionários;
S) - Exercer outras funções impostas pelas futuras Assembléias Gerais.
Artigo 20º Competências do vice-presidente:
Compete ao Vice-Presidente:
A) - Substituir imediatamente o Presidente em suas faltas ou impedimentos ou;
B) - Assumir o mandato, em caso de afastamento provisório;
C) - Assumir o mandato em caso de vacância definitiva até o seu termino;
D) - Prestar total apoio ao Presidente e aos outros Departamentos da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”
E) - Executar outras funções que forem designadas pelo Presidente;
Artigo 21º Competências do Diretor Administrativo:
Compete ao Diretor do Departamento Administrativo:
A) - Assessorar o Presidente, o Conselho Fiscal, Departamentos e os Associados referentes a
assuntos administrativos;
B) - Manter em ordem e devidamente arquivado os assentamentos de todos associados e
funcionários
C) - Protocolar, receber, conferir, despachar, assinar, e distribuir os expedientes, correspondências ou documentos recebidos ou enviados, internos ou externos;
D) - Secretariar, preparar a pauta, ler as Atas das reuniões da Diretoria Executiva, bem como as Atas elaboradas pelas Assembléias Gerais;
E) - Assinar com o Presidente e fazer as publicações legais dos editais, convocações, comunicações, portarias, resoluções e outras de interesse dos Associados;
F) - Expedir, mediante protocolo, as comunicações aos Associados, dando ciência sobre admissão, exoneração ou punições imposta pela Diretoria Executiva ou pelas Assembléias Gerais.
G) - Administrar os bens móveis e imóveis da Associação;
H) - Ter sob sua guarda os livros e arquivo destinados aos registros administrativos;
I) - Arrecadar e ter sob sua guarda e responsabilidade o acervo patrimonial da A.B.R.B.S.;
J) - Manter atualizado e em ordem o inventário patrimonial da Associação;
K) - Manter livro de tombo, consignando a existência e destinação dos bens de consumo duráveis, dando baixa em caso de perecimento ou extravio, comunicando o fato a Diretoria Executiva para as providências cabíveis;
L) - Zelar pela limpeza e conservação da Sede e das dependências da Associação;
M) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do
Departamento;
N) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do
Departamento e supervisionar suas atividades;
O) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da
Diretoria Administrativa.
Artigo 22º Competências do Diretor Financeiro:
Compete ao Diretor do Departamento Financeiro:
A) - Abrir e fechar contas bancárias ,arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados,
patrocinador, colaboradores, doações, repasses, rendas, auxílios e donativos;
B) - Registrar, documentar, lançar e manter atualizado as informações financeiras diariamente nos livros, sistemas, programas e outros que virem a ser implantados pela Diretoria Executiva;
C) - Pagar em dia as contas autorizadas pelo Presidente;
D) - Assinar em conjunto, ou separadamente com o Presidente ou seus procuradores, cheques,
documentos bancários, contábeis e outros relativos ao Departamento Financeiro ou à Tesouraria.
E) - Prestar contas mensalmente à Diretoria Executiva com rapidez, transparência e exatidão
fornecer os respectivos balancetes, livros, contas e demais documentos, bem como os relatórios sobre as operações patrimoniais realizadas pela Associação;
F) - Apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração financeira da Instituição, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil, balancetes mensais e anuais, indispensáveis à sua fiscalização e ampla verificação.
G) - Conservar sobre sua guarda e responsabilidade todos os documentos, cartões, senhas, cheques relativos ao Departamento Financeiro e a Tesouraria;
H) - Manter todos os numerários em estabelecimento bancário;
I) - Manter devidamente arquivado todos os documentos fiscais, contábeis e bancários para futuras consultas;
J) - Lavrar termos de enceramento de escrita financeira e contábil, quando for substituído em seu cargo;
K) - Receber o “Caixa e escriturações financeiras e contábeis” mediante o balancete anual
devidamente aprovado pelo Conselho Fiscal, dando quitação aos seus antecessores se os fundos e lançamentos forem considerados exatos.
L) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de aperfeiçoar os trabalhos do
Departamento.
M) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do
Departamento e supervisionar suas atividades;
N) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da
Diretoria Financeira.
Artigo 65° -Compete ao Diretor do Departamento Operações e Informações:
A) - Assessorar o Presidente, a Diretoria Executiva e os Departamentos em decisões Operacionais, bem como representar a Associação junto as Instituições ou Autoridades Civis e Militares quando se tratar de assuntos operacionais;
B) - Coordenar, Comandar e fiscalizar “In Loco” a “Força Tarefa Sul Brasileira” e se responsabilizar por sua movimentação operacional em território Nacional ou Internacional;
C) - Nomear, em conjunto com o Presidente, os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B, de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente, que serão os responsáveis pela F.T.S.B em suas regiões geográficas;
D) - Desenvolver projetos operacionais visando à integração as organizações Civis e Militares,
recursos e resultados;
E) - Determinar protocolos, normas, diretrizes e regulamentos para o franco desenvolvimento
operacional de forma lógica e objetiva;
F) - Zelar pelo fiel cumprimento do Regimento Interno Disciplinar quando estiver em missão;
G) - Identificar e providenciar os recursos humanos, materiais, logísticos e outros necessários, bem como mante-los em condições de pronto-emprego;
H) - Manter os integrantes operacionais sempre orientados e informados sobre as técnicas, táticas e protocolos que serão empregados em cada missão;
I) - Manter estreitos laços com Instituições Civis ou Militares, Públicas ou Particulares, Nacionais ou Internacionais a fim de trocar experiências operacionais ou buscar, incentivar participar de qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, estágios, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e instruir os membros da F.T.S.B;
J) - Empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da “Associação
Brasileira de Resgate, Busca e Salvamento” na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Associados, Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros, materiais ou logísticos para fortalecer a atuação operacional da F.T.S.B;
K) - Promover atividades, eventos, reuniões com o objetivo de integrar todos os Coordenadores e os múltiplos profissionais que integram ou venham integrar a F.T.S.B;
L) -Desenvolver e testar continuamente um Plano de Chamada eficaz, capaz de mobilizar
prontamente os Coordenadores, com o objetivo prioritário de colocar os integrantes operacionais o mais rápido possível na condição de sobre aviso ou empregá-los imediatamente na missão;
M) - Ter pleno controle de todos os recursos humanos, materiais, logísticos, de campanha, de
telecomunicações e os suprimentos necessários que poderão ser imediatamente disponibilizados em caso de emprego em alguma missão, devendo ser levado em consideração o princípio da auto-suficiência da equipe pelo menos 10 (dez) dias de operações ininterruptamente;
N) - Fornecer informações, modelos de documentos que deveram ser preenchidos obrigatoriamente pelos Coordenadores sempre que houver o emprego de integrantes da F.T. Bem qualquer missão, bem como fiscalizar o seu correto preenchimento e envio no prazo determinado;
O) - Controlar os indicadores, tempo-resposta, eficácia ou falhas operacionais, e estudar meios de corrigi-las prontamente;
P) - Propor ao Departamento Jurídico a imediata adoção de medidas, julgadas cabíveis, seja
Administrativa, Civil ou Criminal contra qualquer funcionário Público ou Privado, Civil ou Militar, que venha de alguma forma praticar prevaricação, excesso ou abuso de autoridade, ou causar algum dano físico ou moral a qualquer membro operacional da F.T.S.B. no exercício de sua s funções ou em razão dela, sem prejuízo de futuras postulações indenizatórias;
Q) - Manter estreito contato com todos os Departamentos nomeados, bem como solicitar o pronto apoio quando se fizer necessário.
R) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do
Departamento;
S) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do
Departamento e supervisionar suas atividades;
T) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da
Artigo 23º Competências do Diretor Jurídico;
Compete ao Diretor do Departamento Jurídico:
A) - Representar e Defender os interesses da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”, em qualquer instância ou juízo;
B) - Prestar pronta assistência jurídica necessária aos Diretores e Associados envolvidos em
ocorrências, quando estes estiverem laborando a serviço da “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”
C) - Prestar toda a assistência jurídica necessária a Diretoria Executiva, aos Departamentos
nomeados, ao Conselho Fiscal e aos Associados que estiver em dia com suas obrigações sociais e financeiras;
D) - Emitir pareceres de sua competência à Presidência, Diretoria Executiva e ao Conselho Fiscal sempre que for consultado;
E) - Prestar assistência Jurídica aos Associados, Diretores, Conselheiros, Associados e seus
familiares, em assuntos particulares, não cobrando a consulta preliminar, e em caso de ser
constituído legalmente como Defensor, cobrar somente a tabela da Ordem dos Advogados do Brasil OAB, sendo que todo o lucro recebido com a prestação do serviço será revertida a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.
F) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do
Departamento;
G) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do
Departamento e supervisionar suas atividades;
H) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da
Diretoria Jurídica.
Artigo 24°Competências do diretor de Operações e Informações;
Compete ao Diretor do Departamento Operações e Informações:
A) - Assessorar o Presidente, a Diretoria Executiva e os Departamentos em decisões Operacionais, bem como representar a Associação junto as Instituições ou Autoridades Civis e Militares quando se tratar de assuntos operacionais;
B) - Coordenar, Comandar e fiscalizar “In Loco” a “Força Tarefa Sul Brasileira” e se responsabilizar por sua movimentação operacional em território Nacional ou Internacional;
C) - Nomear, em conjunto com o Presidente, os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B, de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente, que serão os responsáveis pela F.T.S.B em suas regiões geográficas;
D) - Desenvolver projetos operacionais visando à integração as organizações Civis e Militares,
recursos e resultados;
E) - Determinar protocolos, normas, diretrizes e regulamentos para o franco desenvolvimento
operacional de forma lógica e objetiva;
F) - Zelar pelo fiel cumprimento do Regimento Interno Disciplinar quando estiver em missão;
G) - Identificar e providenciar os recursos humanos, materiais, logísticos e outros necessários, bem como mante-los em condições de pronto-emprego;
H) - Manter os integrantes operacionais sempre orientados e informados sobre as técnicas, táticas e protocolos que serão empregados em cada missão;
I) - Manter estreitos laços com Instituições Civis ou Militares, Públicas ou Particulares, Nacionais ou Internacionais a fim de trocar experiências operacionais ou buscar, incentivar participar de qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, estágios, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e instruir os membros da F.T.S.B;
J) - Empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da “Associação
Brasileira de Resgate, Busca e Salvamento” na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Associados, Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros, materiais ou logísticos para fortalecer a atuação operacional da F.T.S.B;
K) - Promover atividades, eventos, reuniões com o objetivo de integrar todos os Coordenadores e os múltiplos profissionais que integram ou venham integrar a F.T.S.B;
L) -Desenvolver e testar continuamente um Plano de Chamada eficaz, capaz de mobilizar
prontamente os Coordenadores, com o objetivo prioritário de colocar os integrantes operacionais o mais rápido possível na condição de sobre aviso ou empregá-los imediatamente na missão;
M) - Ter pleno controle de todos os recursos humanos, materiais, logísticos, de campanha, de
telecomunicações e os suprimentos necessários que poderão ser imediatamente disponibilizados em caso de emprego em alguma missão, devendo ser levado em consideração o princípio da auto-suficiência da equipe pelo menos 10 (dez) dias de operações ininterruptamente;
N) - Fornecer informações, modelos de documentos que deveram ser preenchidos obrigatoriamente pelos Coordenadores sempre que houver o emprego de integrantes da F.T. Bem qualquer missão, bem como fiscalizar o seu correto preenchimento e envio no prazo determinado;
O) - Controlar os indicadores, tempo-resposta, eficácia ou falhas operacionais, e estudar meios de corrigi-las prontamente;
P) - Propor ao Departamento Jurídico a imediata adoção de medidas, julgadas cabíveis, seja
Administrativa, Civil ou Criminal contra qualquer funcionário Público ou Privado, Civil ou Militar, que venha de alguma forma praticar prevaricação, excesso ou abuso de autoridade, ou causar algum dano físico ou moral a qualquer membro operacional da F.T.S.B. no exercício de sua s funções ou em razão dela, sem prejuízo de futuras postulações indenizatórias;
Q) - Manter estreito contato com todos os Departamentos nomeados, bem como solicitar o pronto apoio quando se fizer necessário.
R) - Criar novas Divisões, Seções, Setores com o objetivo de otimizar os trabalhos do
Departamento;
S) - Indicar associados para assumir as novas Divisões, Seções, Setores criados dentro do
Departamento e supervisionar suas atividades;
T) - Executar outras atividades atribuídas pelo Presidente, desde compatíveis com os fins da
Diretoria de Operações.
Artigo 25°Regulamentos internos
1.As normas internas denominam-se de regulamentos de Execução Permanente (REP) e regulamentos Operacionais Permanentes (ROP) e destinam-se a particularizar e especificar situações próprias do GRAV;
2. As normas internas aplicam-se a situações que tenham a ver com:
a) Pessoal;
b) Serviço Operacional;
c) Instalações;
d) Equipamentos.
3.As REP e ROP serão elaboradas pelo Comandante em documento próprio e submetidos a aprovação da assembléia geral.
4.As REP e as ROP poderão ser alteradas, substituídas ou mesmo anuladas sempre que se julgar conveniente, desde que se verifique que poderá beneficiar a estrutura operacional de qualquer uma das alíneas referidas no nº 2 deste artigo.
5.As REP e as ROP estarão sempre em local, onde facilmente possam ser consultadas, por parte de todos os elementos do GRAV.
Artigo 26º Normas para provimento da Estrutura de Comando
1.O recrutamento de pessoal para provimento no Quadro de Comando do GRAV é feito por nomeação de entre indivíduos com idades compreendidas entre os 25 e os 60 anos, nos termos seguintes:
a) O comandante é nomeado pela assembléia geral do GRAV, preferencialmente de entre os Oficiais Socorristas e Bombeiros ou, na sua falta, por razões devidamente fundamentadas, de entre chefes de equipes de Socorristas e Bombeiros, habilitados com, pelo menos, três anos de atividade nos quadros de chefia de equipe do GRAV.
b) O sub-comandante é nomeado por assembléia geral do GRAV, sob proposta do Comandante, ou, na sua falta, por razões devidamente fundamentadas, de entre chefes de equipes de Socorristas e Bombeiros, habilitados com, pelo menos, três anos de atividade nos quadros de chefia de equipe do GRAV.
c)os chefes de equipe é nomeado por assembléia geral do GRAV sob proposta do comandante,ou na sua falta por razões devidamente fundamentadas,de entre os sub-chefes de equipe habilitados com pelo menos três anos de atividade nos quadros de sub-chefia do GRAV.
d) os sub-chefes de equipe é nomeado por assembleia geral do GRAV sob proposta do comandante,ou na sua falta por razões devidamente fundamentadas, de entre os socorristas e bombeiros voluntários ou efetivos pelo menos três anos de atividades de socorrista e bombeiril, que tenham no mínimo acima de 1000 horas de serviços prestados ao GRAV.
2.Podem ainda ser indicados para a Estrutura de Comando indivíduos de reconhecido mérito no desempenho de anteriores funções de liderança ou de comando;
3. As nomeações previstas nas alíneas anteriores estão sujeitas a homologação da assembléia geral;
4. O limite máximo de idade para permanência no Quadro de Comando é de 65 anos;
5. A nomeação dos elementos da estrutura de Comando não pertencentes à carreira de Oficial Socorrista ou de Bombeiro deve ser precedida de avaliação destinada a aferir as capacidades físicas e psicotécnicas dos candidatos, bem como a aprovação em curso de formação, nos termos da assembleia geral do GRAV;
6. As nomeações para os cargos a exercer na Estrutura de Comando são feitas pelo período de três anos, renováveis por iguais períodos;
7. A nomeação para exercício de funções na Estrutura de Comando do GRAV considera-se automaticamente renovada, exceto se a assembléia geral notificar por escrito, com a antecedência de 30 dias, a decisão devidamente fundamentada de não renovar a comissão;
8. Os titulares de Cargos de Comando no GRAV, que já pertenciam aos quadros de comando, cujo exercício de cargo não seja renovado é integrado na categoria mais elevada da carreira de Oficial Socorrista e Bombeiro na condição de supranumerário, podendo, em alternativa, passar ao Quadro de Reserva ou ao Quadro de Honra se estiverem verificados os respectivos pressupostos.
Artigo 27º Assembléia geral
1. A assembléia geral destina-se à apreciação de decisão dos recursos e das diretrizes do GRAV.
2. As deliberações da assembléia geral são lavradas em ata e têm caráter vinculativo.
3.as decisões e diretrizes bem como punições tomadas em assembléia geral são de instancia suprema,irrevogáveis e sem direito a recurso.
Artigo 28º Normas para provimento da Carreira de Socorrista e Bombeiro
1. O ingresso na corporação de socorristas e bombeiros é feito na categoria de entre indivíduos com idade a partir de 18 anos,com segundo grau completo em perfeitas condições intelectuais e após ser considerado apto no TAF.
2. O acesso às restantes categorias da carreira de bombeiro faz-se mediante concurso com prestação de provas, de entre candidatos que possuam pelo menos três anos ou 1000 horas de serviços com a classificação de apto de acordo com respectivas condições gerais e especiais, tendo em conta as qualificações, a antiguidade e o mérito revelados no desempenho profissional e as necessidades estruturais do GRAV.
3.As vagas de ingresso e de acesso na carreira de bombeiro são preenchidas pela ordem de classificação obtida pelos candidatos na formação inicial ou no curso, a qual é valida para as vagas abertas no GRAV.
4. O provimento nas categorias da carreira de bombeiro é da competência do Comandante do GRAV;
5. O limite de idade de permanência na carreira de Bombeiro é de 65 anos;
6. o comando operacional,conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e de promoção;
7. No caso do mirim e aspirante, o ingresso faz-se de entre crianças ou adolescentes com a idade de doze (12) até aos dezesseis (16) anos, (mirins) e dezesseis (16) aos dezoito (18) anos (aspirantes), que
comprovem estar em frequência escolar e por requerimento do seu representante legal. É decidido pelo Comandante do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário e depende de parecer favorável do centro de ensino do GRAV.
Artigo 29º Instrução
1. A instrução do pessoal do GRAV é ministrado pelo centro de ensino sob direção do diretor de ensino sob o apoio do Comandante e de acordo com o programa previamente estabelecido e aprovado pela assembléia geral, dividindo-se nas seguintes modalidades:
a) Instrução inicial, destinada a habilitar os mirins e aspirantes para o ingresso na carreira de socorrista ou bombeiro;
b) Instrução inicial, destinada a habilitar os alunos para o ingresso na carreira de estagiário de Socorrista e Bombeiro;
c) Instrução de acesso, destinada a todos os elementos das carreiras de Oficial Socorrista e Bombeiro e Socorrista e Bombeiro, necessário à progressão na respectiva carreira;
d) Instrução continua, que visa o treino e o saber fazer, através do aperfeiçoamento técnico e físico permanente, do pessoal do GRAV;
3. O pessoal do Quadro Ativo que se encontre na situação de Atividade no quadro a partir de 1000 horas prestadas a corporação tem direito à formação técnica e direcionada no GRAV e à frequência de cursos, colóquios, seminários e outras ações de formação destinadas ao seu aperfeiçoamento técnico.
Artigo 30º Gestão do Pessoal
1. Compete à ao comando geral criar e manter o cadastro dos Bombeiros voluntários e efetivos do GRAV.
2. O GRAV deve manter permanentemente atualizada, por via informática, a informação sobre os seus Quadros, Ativo, Reserva e Honra, numero de horas de serviço prestados,para possíveis promoções e curso disponíveis no GRAV, no cadastro dos socorristas e bombeiros voluntários e efetivos.
Artigo 31 Licenças
1. Aos socorristas e bombeiros do GRAV podem ser concedidas licenças, no âmbito da atividade do GRAV, nomeadamente por motivo de férias, doença e maternidade;
2. As licenças têm a duração máxima de um ano;
3. Tem competência para conceder licenças:
a) o comandante do GRAV, devendo comunicar o fato a assembléia geral;
4. A licença de férias do pessoal do efetivo GRAV tem a duração e forma de gozo, correspondente à legislação em vigor; O tempo de licença para férias considera-se, para todos os efeitos legais, como tempo de serviço efetivo.
Artigo 32º Dispensas
1. A dispensa é uma forma de licença concedida por qualquer superior hierárquico a um seu subordinado, desde que devidamente justificada, não isentando do cumprimento dos serviços de escala que possam caber ao dispensado;
2. Serão dispensados sem prejuízo de todo o serviço até cinco dias consecutivos, os elementos do GRAV a quem tenha falecido cônjuge, parente ou afim no primeiro grau da linha reta e até dois dias consecutivos, no segundo grau devendo a justificação das faltas, em tais casos, ser feita quando do regresso ao serviço, se não tiver sido possível a comunicação prévia.
Artigo 35º Mobilidade
Aos socorristas e bombeiros do Quadro Ativo do GRAV é permitida a transferência entre as equipes, a requerimento do interessado, desde que satisfeitas as seguintes condições:
a) Existência de vaga na equipe de destino;
b) Autorização pelo comandante , ouvidos os chefes e su-chefes de equipe de origem e de destino;
c) O pedido não seja feito por motivos disciplinares;
d) O socorrista ou bombeiro transferido mantém a carreira, a categoria e os demais direitos adquiridos;
Artigo 36º Residência Obrigatória
1. Os elementos interessados a ingressar no CFSBV, preferencialmente, deverão ter residência dentro da área de intervenção do GRAV;
2. o comando operacional pode autorizar os elementos do CFSBV, a residirem fora da área prevista no número anterior, desde que a facilidade de comunicações permitam a rápida deslocação e resposta ao plano de chamado do GRAV.
Artigo 37º Impedimentos
O exercício de funções no GRAV impede o exercício, em simultâneo, de funções noutro Grupo de Socorristas e Bombeiros, cuja atividade, colida com os fins e interesses do GRAV, nomeadamente, nos domínios do socorro, do transporte de doentes e da prevenção e segurança contra o risco de incêndio;
4. No exercício das suas funções, os elementos do GRAV não podem tomar parte em atos comerciais ou de outra natureza, que colidam com a ética e princípios a ou ponham em causa, a imagem e o bom-nome dos Socorristas e Bombeiros do GRAV
Artigo 38º Avaliação
1. Em cumprimento do RI, os socorristas e bombeiros do Quadro Ativo do GRAV são sujeitos a avaliação periódica do seu desempenho, para a progressão na carreira.
2. A avaliação deve privilegiar o mérito e o cumprimento dos objetivos previamente fixados, distinguindo os elementos mais competentes.
Artigo 38º Disciplina
1. A disciplina consiste na exata observância dos Regulamentos, instruções e Ordens de Serviço;
2. Considera-se infração disciplinar, punível por este RI, qualquer ato ou omissão contrários aos deveres gerais e especiais decorrentes da função;
4. Para manutenção da disciplina, o socorrista ou bombeiro terá rigorosamente em conta:
a) Que é devida a obediência às ordens legítimas recebidas, sem prejuízo de, em casos excepcionais, mas nunca em formatura ou trabalho, poder, depois de obtida autorização, dirigir ao seu superior hierárquico as observações que julgar convenientes, obedecendo, no entanto, caso se mantenha a ordem dada, desde que não ofensiva ou violadora dos Direitos, Liberdades e Garantias;
b) Que o direito de queixa só é licito quando a ordem tenha sido ilegal e emane de autoridade incompetente ou for manifestamente contrária ao espírito e letra da Lei ou Regulamentos;
c) Quando tenha sido dada em virtude de procedimento doloso ou falsa informação;
d) Quando da sua execução se possam razoavelmente recear graves males, que o seu superior hierárquico não tenha podido prever.
4. Que o dever de obediência é sempre devido ao mais graduado e, em igualdade graduação, ao mais antigo;
5. Que os superiores hierárquicos deverão procurar ser um exemplo, estabelecendo no GRAV um clima de estima e respeito recíprocos.
Artigo 39º Deveres
Os Socorristas e os Bombeiros do GRAV, cujo procedimento, deve pautar-se pelo respeito pela Constituição da República e todas as outras leis do País, deve servir com o maior brio e praticar o bem em proveito do seu semelhante, ao qual, com risco da própria vida, socorrerá em todas as circunstâncias aflitivas em prol da vida.
DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS DA FORÇA TAREFA SUL BRASILEIRA – F.T.S.B.
Artigo 202° - A “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”., através da Diretoria
de Operações e Informações, Apoiará e colaborará direta ou indiretamente com a Organização das Nações Unidas - ONU, com a Defesa Civil Federal, Estadual ou Municipal, com as Forças
Armadas, com a Cruz Vermelha Brasileira, com as Agências ou Entidades de Ajuda Humanitária ou qualquer outra Instituição Pública ou Privada, Nacional ou Internacional, de qualquer Município, Estado ou País que vier solicitar oficialmente a colaboração desta Associação, a qual fornecerá ou doará quando disponíveis Recursos Humanos, Técnicos, Logísticos e Suprimentos, podendo ainda, com a autorização do Presidente ou do Diretor de Operações e Informações desta associação, devido a Situação Adversa ou à Gravidade do Desastre, poderão enviar tais recursos mesmo sem a solicitação oficial das Autoridades competentes.
Artigo 203° - Em qualquer Missão ou Atividade Operacional que a “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.
Artigo 204° - A Equipe Operacional designada de “Força Tarefa Sul Brasileira” será formada por Especialistas, Técnicos, Assessores, Consultores e Profissionais multidisciplinares equipados, adestrados, uniformizados e especializados em vários segmentos, e serão constituídas exclusivamente por voluntários Civis ou Militares, de diversas Associações, Entidades, Grupos, Instituições Públicas ou Privadas, Parceiros, Colaboradores e Patrocinadores que manifestarem oficialmente o interesse em integrar e ajudar ativamente a F.T.S.B.
Artigo 205° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será mantida sempre em condições de Pronto -
Emprego e será empregada quando houver qualquer evento adverso, ocorrências de grande vulto, desastre ou catástrofe e permanecerá à disposição da Organização das Nações Unidas - ONU, da Defesa Civil Federal, Estadual ou Municipal ou de outras Instituições Públicas.
Artigo 206° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será subordinada diretamente ao Presidente da
“ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”.
Artigo 207° - O Comando e a Coordenação Geral da “Força Tarefa Sul Brasileira” caberão sempre ao Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. em exercício.
Artigo 208° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será dividida estrategicamente da seguinte maneira:
A) - Coordenadoria Geral - CG
A Coordenação Geral será sempre sediada na sede da A.S.B.S.B.V. e será responsável pela estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e
fiscalização de todas as outras Coordenadorias da F.T.S.B;
B) - Coordenadorias Regionais – CRAs Coordenadorias Regionais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e fiscalização das Coordenadorias Estaduais e serão sediadas e divididas geograficamente nos estados das Regiões Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul);
C) - Coordenadorias Estaduais – CE , As Coordenadorias Estaduais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, operacionalização, movimentação e fiscalização das Coordenadorias Municipais e serão sediadas e divididas geograficamente nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul);
D) - Coordenadorias Municipais - CM
As Coordenadorias Municipais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação, movimentação e operacionalização de sua atividades nos Municípios onde encontra-se instalada para que seja a base e os braços operacional da “Força Tarefa Sul Brasileira”;
E) - Coordenadorias Internacionais - CI
As Coordenadorias Internacionais serão responsáveis pela representação, estruturação, articulação e movimentação e operacionalização de suas atividades dos outros países que integram a Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa - CPLP(Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).
Artigo 209° - Outras Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais poderão ser criadas ou extintas de acordo com as futuras mudanças geográficas, ou o ingresso ou a saída de Países na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP.
Artigo 210° - O Presidente e o Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V., nomeará os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B. de acordo com a formação acadêmica, técnica ou profissional, estrutura humana e logística, histórico pessoal ou a representação institucional de cada requerente.
Artigo 211° - Os Coordenadores nomeados receberão da A.S.B.S.B.V. um ofício e um Termo de Parceria e Compromisso que deverá ser assinado em 03 (três) vias e deverá obrigatoriamente conter a assinatura do Presidente, do Diretor de Operações em exercício e do Coordenador nomeado.
Artigo 212° - As Coordenadorias deverão promover a auto-independência humana, logística e
financeira, ser mobilizável a qualquer tempo para agregar esforços e atuar a nível Nacional ou
Internacional para apoiar a Defesa Civil, Equipes de Resposta as Situações de Emergência, Estado de Calamidade Pública, Desastre ou colaborando com as Agências ou Instituições nas Missões de Paz ou Ajuda Humanitária
Artigo 213°- A “Força Tarefa Sul Brasileira” será auto-suficiente nas primeiras 72 (setenta e duas) horas de operação, e deverá ser capaz de funcionar por até 10 (dez) dias ininterruptamente, no cenário.
Artigo 214° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. será o responsável pela fiscalização “In Loco” do cumprimento de todas as ordens e as atividades desenvolvidas pelas Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B.
Artigo 215° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. participará, promoverá, buscará e incentivará qualquer ação, reunião, encontros, palestras, cursos, treinamentos, simulados e outros que tenham o objetivo de adestrar, capacitar e
instruir os membros da F.T.S.B.
Artigo 216° - O Diretor de Operações e Informações da A.S.B.S.B.V. tomará as decisões operacionais sempre após ouvir atentamente o Presidente e os
Coordenadores Regionais e Estaduais.
Artigo 217°- Os Coordenadores Municipais, Estaduais e Regionais sempre de forma hierárquica
deverão comunicar imediatamente qualquer alteração humana, logística ou intervenções externas
que possam ser julgadas prejudiciais a F.T.S.B
Artigo 218° - Os Coordenadores Regionais da F.T.S.B. nomeados, serão responsáveis pela
fiscalização, articulação e captação de novas Coordenadorias Estaduais e Municipais.
Artigo 219° - Os Coordenadores Estaduais da F.T.S.B. nomeados, serão responsáveis pela
fiscalização, articulação e captação de novas Coordenadorias Municipais.
Artigo 220° - Todos os Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais, deverão empreender todos os esforços possíveis na divulgação dos fins Estatutários da A.S.B.S.B.V., na manutenção do bom relacionamento institucional ou privado, e na captação de novos Parceiros, Colaboradores ou Patrocinadores, com o objetivo prioritário de angariar meios financeiros ou logísticos para fortalecer a atuação e movimentação operacional da F.T.S.B.
Artigo 221° - O Diretor de Operações e Informações A.S.B.S.B.V., proporá a Assembléia Geral a exoneração dos Coordenadores Regionais, Estaduais, Municipais e Internacionais da F.T.S.B, quando for constatado e comprovada má fé ,incapacidade técnica ou operacional, incompatibilidade profissional ou falta estatutária grave conforme previsto neste Estatuto Social ou no Regulamento Interno Disciplinar.
Artigo 222° - Todas as doações licitas, sejam financeiras, bens móveis ou imóveis recebidas da
iniciativa Pública ou Privadas pelas Coordenadorias Regionais, Estaduais, Municipais ou
Internacionais destinadas a F.T.S.B. serão imediatamente incorporadas ao patrimônio da A.S.B.S.B.V. e deverá permanecer sob a guarda e responsabilidade da Coordenadoria que angariou ou recebeu tal doação para que possam ser prontamente empregados em qualquer missão.
Artigo 223° - Em caso de exoneração do Coordenador que captou a doação licita, a mesma será toda disponibilizada ao novo Coordenador que assumir a respectivo Cargo.
Artigo 224° - Os associados (pessoa física) que queiram se candidatar para participar das atividades operacionais da “Força Tarefa Sul Brasileira” deverão obrigatoriamente atender os seguintes requisitos:
A) - Ser devidamente Associado à “ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS”;
B) - Estar em dia com suas obrigações Sociais e Financeiras;
C) - Ser possuidor de titulo ou diploma de nível Profissionalizante, Técnico, ou Superior, ou ser
especialista em alguma área de interesse da F.T.S.B.;
D) - Ser possuidor de Passaporte dentro da validade (em caso de missões internacionais);
E) - Apresentar a carteira de vacinação em dia e com todas as doses das seguintes vacinas, Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola), Dupla tipo Adulto (Difteria e Tétano), Contra Febre Amarela, Contra Hepatite B, Influenza Pandêmica (H1N1) e outras vacinas que se fizerem necessárias de acordo com as recomendações das Autoridades de Saúde.
F) - Apresentar Atestado Médico Admissional recente, atestando que o candidato está em boas condições de saúde e apto a Integrar a F.T.S.B;
G) - Apresentar documento emitido por instituição de saúde oficial que contenha a tipagem
sanguínea;
H) - Os candidatos deverão submeter-se, se necessário, a exames de saúde ou a outros exames
específicos que será realizado por outros profissionais designado pelo Departamento de Saúde da A.S.B.S.B.V..
I) - Os candidatos deverão se submeter, se necessário, a Exames Psicológicos, Provas Escritas,
Testes Objetivos, Avaliações Teóricas e Práticas, Dinâmicas de Grupo e outros que forem
recomendados por Diretor de Operações da A.S.B.S.B.V..
J) - Os candidatos para participar oficialmente da F.T.S.B. deverão ser considerados aptos em todos os procedimentos que forem submetidos, sendo a decisão final do Departamento de Operações e Informações absoluta e irrevogável.
Artigo 225°- A “Força Tarefa Sul Brasileira” contará com os seguintes uniformes:
A) - Uniforme de Passeio;
B) - Uniforme Operacional- I;
C) - Uniforme Operacional- II;
D) - Uniforme Social;
E) - Uniforme de Gala;
F) - Uniforme Esportivo;
G) - Uniforme de Atividades Física;
Artigo 226° - Os Uniformes da “Força Tarefa Sul Brasileira” serão descritos detalhadamente no Regimento Interno Disciplinar - RID.
Artigo 227° - Os Associados Operacionais da F.T.B. deverão estar com o uniforme operacional em impecável estado e seus Equipamentos de Proteção Individual - EPIs em condições de pronto - emprego.
Artigo 228° - Só será autorizado a participar das Missões da F.T.S.B. o Associado que estiver
devidamente uniformizado, habilitado e capacitado para a Missão.
Artigo 229° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” será sempre acionada ou desmobilizada de acordo com os seguintes Alertas:
A) - Alerta Verde- Caracterizado por alguma anormalidade e com pequena possibilidade de
evoluir para um evento adverso significativo, requerendo apenas observação ou medidas
acauteladora por parte da “Força Tarefa Sul Brasileira”.
B) - Alerta Amarelo- Caracterizado por alguma anormalidade e com grande possibilidade de
evoluir para um evento adverso significativo, requerendo, neste caso, medidas de prontidão para possível movimentação e apoio por parte da “Força Tarefa Sul Brasileira”.
C) - Alerta Azul - Caracterizado pela evolução súbita do evento adverso (desastre ou catástrofe), requerendo, neste caso, a intervenção “In Loco” da “Força Tarefa Sul Brasileira” para apoiar as Equipes oficiais empregadas na Missão.
D) - Alerta Branco- Caracterizado pelo fim da missão ou o restabelecimento dos serviços
essenciais no cenário do evento adverso, requerendo, neste caso, a desmobilização e o retorno ordenado das Equipes Operacionais e os meios logísticos empregados na Missão.
Artigo 230° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” estará oficialmente representada em qualquer evento adverso ou não, sempre que houver um integrante credenciado, adestrado e autorizado legalmente a participar através de ordem de serviço - OS emitido e assinado pelo Diretor de Operações e Informações.
Artigo 231° - Os integrantes operacionais da “Força Tarefa Sul Brasileira” deverão comunicar
imediatamente a Diretoria de Operações qualquer anormalidade ou evento adverso que vier a ter conhecimento, seja de forma “In Loco” ou por qualquer outro meio de comunicação.
Artigo 232° - A “Força Tarefa Sul Brasileira” em sua atuação operacional fica obrigada, sem
exceção, a cumprir integralmente todas as deliberações das Assembléias Gerais e da Diretoria
Executiva, o Estatuto Social e o Regimento Interno Disciplinar da A.S.B.S.B.V.
Em julho de 2014, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, foi fundada a Associação Sul Brasileira de Socorristas e Bombeiros Voluntários, uma associação civil, privada, sem fins lucrativos de defesa civil e de atendimento a emergências que tem como objetivo a união e o fortalecimento do trabalho de emergência. Junto com o GRAV - Grupo de Apoio e Resgate Voluntário, atua de forma voluntária em situações de calamidades e catástrofes, formando uma aliança internacional de equipes de resgate e ajuda humanitária em uma Força Tarefa, hoje reconhecida em mais de 20 países pelo mundo, que vem desenvolvendo ações voluntárias em prol da sociedade humana, do voluntariado e das mais diversas organizações distintas, que trabalham na área de resgate, socorro, defesa civil, bombeiros e outras instituições de ajuda humanitária promovendo de forma verdadeira e humana ações de integração e união em busca do fortalecimento das atividades prestadas á população na área de emergência.
O objetivo do site: emergencia.online é de prestar informações e levar a sociedade em geral e as equipes de emergência uma melhor integração das ações desenvolvidas por essas organizações em busca de um melhor desenvolvimento de suas atividades.
Emergencia.online , traz informações, conhecimentos, trocas de experiências e comunicação e diversas plataformas e ferramentas para todos.
"Ser bombeiro não se resume apenas em acumular experiência do cotidiano, mas trazer na alma a sublime vocação de servir". O bombeiro deve ser desprendido, tolerante e persistente. Desconhecer o preconceito, posição social ou a razão do pedido de socorro. Não deve esperar reconhecimento ou gratidão, deve alegrar-se com a satisfação do dever cumprido. Ainda diz mais: “Não forjar heroísmo, não sonegar esforços nem vontade e sacrifícios, empenhar-se na exata medida de suas forças, estar sempre atento e preparado para defender patrimônios e preservar vidas. Primar pelo cumprimento de seu papel social cuja missão é a prestação de serviço à comunidade. Sua fragilidade é limitada pela condição humana, mas sua fortaleza pela proteção Divina. Não é invencível, mas luta com destemor e bravura contra a fúria devastadora do inimigo que não conhece regras. O fogo é surdo, cego e insensível. Portanto, a humildade e o espírito deverão estar presentes em todos que interpretam o ideal de bem servir".
Bombeiros são entidades da Proteção Civil cujos membros, são treinados para atuarem em caso de incêndios(florestais ou urbanos/industriais), para resgatar pessoas de acidentes de trânsito, desmoronamentos de edifícios, desastres naturais, salvamento em grande ângulo, alguns possuem equipamentos de matérias perigosas e fornecem serviços de emergência médica e pré-hospitalar. O serviço de combate a incêndios e serviços de resgate é conhecido em alguns países como "brigada de incêndio". Os bombeiros tornaram-se presentes desde as áreas florestais para as áreas urbanas e a bordo de navios.
Em Portugal o serviço de bombeiro pode ser voluntário ou profissional (sapadores).
Áreas de atuação[editar | editar código-fonte]Bombeiros Vimaranenses - 1908.
Bombeiros em exercicios de treino
Apesar de terem sido inicialmente constituídos com a função de combate a incêndios, as funções dos bombeiros alargaram-se para quase todas as áreas da proteção civil. Conforme o país e o corpo de bombeiros, as várias áreas de intervenção dos bombeiros são:
Combate a incêndios florestais;
Combate a incêndios urbanos;
Combate a incêndios industriais;
Combate a incêndio em aeródromos (SESCINC);
Resgate em grande ângulo;
Emergência médica pré-hospitalar;
Salvamento aquático ou afogamentos;
Desencarceramento em acidentes rodoviários e ferroviários;
Intervenção em incidentes eléctricos;
Intervenção em incidentes hidráulicos;
Intervenção em incidentes com matérias perigosas;
Intervenção em incidentes com redes de gás;
Corte de árvores em risco iminente de queda;
Captura de animais correndo ou oferecendo risco;
Resgate de corpos ou bens submersos;
Prevenção contra incêndio e pânico.
Veículos de socorro e luta contra incêndios
Veículos de combate a incêndios (ligeiros VLCI), (urbanos VUCI), (rurais VRCI), (florestais VFCI) e (especiais VECI);
Veículos tanque tácticos (urbanos VTTU), (rurais VTTR) e (florestais VTTF);
Veículos tanque de grande capacidade (VTGC);
Veículos com equipamento técnico de apoio (VETA);
Veículos de apoio alimentar (VAPA);
Veículos de apoio a mergulhadores (VAME);
Veículos com escada giratória (VE-X sendo x número de metros da escada);
Veículos com plataforma giratória (VP-X);
Veículos de socorro e assistência (tácticos e especiais VSAT;VSAE);
Veículos de proteção multirriscos (tácticos e especiais VPMT;VPME;);
Veículos de comando táctico (VCOT);
Veículos de comando e comunicações (VCOC);
Veículos de gestão estratégica e operações (VGEO);
Veículos de transporte de pessoal (táctico e geral VTPT;VTPG);
Veículos para operações específicas (VOPE).
Veículos de socorro e assistência a doentes
Ambulâncias de transporte de doentes (ABTD);
Ambulâncias de transporte múltiplo(ABTM);
Ambulâncias de socorro (ABSC);
Ambulâncias de cuidados intensivos (ABCI);
Veículos de socorro e assistência médica (VSAM).
Veículos de intervenção aquática
Botes de reconhecimento e transporte (pneumáticos e semi-rígidos);
Botes de socorro e resgate (pneumáticos e semi-rígidos);
Lanchas de transporte geral;
Motos de reconhecimento e salvamento aquático.
Meios aéreos
Helicópteros de avaliação e coordenação;
Helicópteros bombardeiros (ligeiros, médios e pesados);
Aviões de reconhecimento e coordenação;
Aerotanques (ligeiros, médios e pesados).
O núcleo básico local desta instituição é o Corpo de Bombeiros. Cada um é uma instituição privada sem fins lucrativos, com personalidade jurídica e estatutos próprios.
Sendo distribuído em todas as partes do país e do mundo, esses corpos são diferentes, tanto na diversidade de emergência que devem ser abordadas, tais como o tamanho e as características da comunidade que servem, quanto nos recursos humanos é parte chave do serviço de incêndio.
A organização diferente
Corpo de Bombeiros são organizadas com base em dois princípios fundamentais; por um lado, a democracia, segundo o qual todos os cargos de administração são originários de feedback de seus bombeiros e próximo a ele, a hierarquia, para atender às duras exigências de serviço de emergência.
funcionários do Corpo
A autoridade máxima de cada fogo é o seu Conselho, liderado pelo Superintendente, no qual residem poderes administrativos. Ele é o representante legal e assume as relações com as autoridades públicas e outras instituições.
Por seu lado, as atividades operacionais são da responsabilidade do comandante, que é responsável por dirigir as ações de resposta de emergência.
Em uma cidade pequena, o Corpo de Bombeiros terá apenas uma unidade, mas na maioria dos casos, haverá dois ou mais.
As organizações ou departamentos de bombeiros dependem do respectivo órgão, a sua mais alta autoridade é o Director ou Presidente e as ações operacionais de resposta de emergência estão a cargo de comandante.
A formação de novos corpos.
A HISTÓRIA DA ORIGEM DA CRIAÇÃO DOS BOMBEIROS
A origem da criação dos bombeiros teve o seu inicio na pré-história provavelmente no ano de 27 A.C. após o homem ter descoberto o fogo. A primeira organização de combate ao fogo foi fundada na antiga Roma em 27 A.C., pelo Primeiro Imperador Romano cujo o nome era Caio Júlio César Octávio Augusto, a que lhe deu o nome de “ VIGILES “. Essa organização ou corporação tinha como finalidade patrulhar todas as ruas da cidade, a fim de manter a ordem e impedir a origem de qualquer incêndio. Dada a escassez de meios, essa corporação tinha muitas dificuldades para extinguir alguns incêndios, especialmente aqueles de grandes proporções, e de difíceis acessos. Para tentar solucionar este grave problema, foi criada uma Lei no ano de 872 em Oxford, cidade histórica de Inglaterra, que tinha como finalidade a criação de um toque de alerta, em que o mesmo era accionado sempre que houvesse qualquer inicio de incêndio. Esse toque foi criado por Guilhermo, (Normandia 1027 França 1087), tendo o cognome de “O Conquistador“. Quando soava esse toque em toda a Inglaterra, os bombeiros estavam preparados para apagar algum incêndio ou poderia também ser para por ordem em algum desacato que pudesse acontecer na cidade. No ano de 1666, já existiam em Inglaterra “ Brigadas de Seguros Contra Incêndios “, que eram compostas por diversas companhias de Seguros. No ano de 1666, ouve um grande incêndio em Londres, que foi considerado uma das maiores catástrofes em Inglaterra. Esse incêndio teve o seu início a 2 de Setembro, e só foi extinto a 5 de Setembro de 1666. Destruí uma parte da cidade, causando imensos prejuízos, tendo ficado milhares de pessoas desabrigadas. Antes desta catástrofe, Londres não tinha nenhum sistema de protecção contra o fogo. Depois do incêndio as Companhias de Seguros, uniram-se e começaram a formar brigadas particulares especializadas para assim protegerem as propriedades dos seus segurados. No ano de 1679, na cidade de Boston, capital dos Estados Unidos, houve também um incêndio de grandes proporções, tendo causado imensos prejuízos. Destruí de 170 edifícios, tendo ficado dezenas de milhares de pessoas desalojadas. Neste mesmo ano, e após este incêndio, é criado na América do Norte O Primeiro Departamento Profissional Municipal Contra Incêndios . Esse departamento era composto por 13 bombeiros, e estava equipado com uma bomba contra incêndios. No ano de 1715, a cidade de Boston já dispunha de seis corporações de bombeiros, e todas já equipadas com as respectivas bombas de água. Com o decorrer do tempo, houve necessidade de se criar um serviço de bombeiros mais profissional e organizado. No dia 1 de Abril de 1853, na cidade de Cinccinati é criada a primeira organização de bombeiros profissionais, equipada com bombas a vapor, sendo transportadas por veículos puxados por cavalos. Tempos mais tarde em Nova York, os bombeiros voluntários são substituídos por bombeiros profissionais. As primeiras escolas de bombeiros foram criadas no ano de 1889 na cidade de Boston e, no ano de 1914 na cidade de Nova York.
Filatelicamente, a nível mundial, existem várias emissões de selos alusivos aos bombeiros. Em Portugal, a Filatelia Portuguesa emitiu varias emissões de selos, etiquetas e algumas flâmulas, para homenagear os Bombeiros.
Até um tempo atras ser bombeiro civil era uma profissão que necessitava de duas coisas: Bom senso e boa vontade. Era muito comum ver pessoas sem conhecimentos exercendo atividades que colocava a sua própria vida e a dos próximos em riscos
O mais irônico de tudo isso que sua valorização e aperfeiçoamento demorou seculos para ocorrer. Seu surgimento no Brasil, esta datado por meados de 1800, quando os próprios moradores se organizavam para combater as grandes calamidades e focos de incêndio. Em 1850, surgem os Bombeiros da Corte, onde se buscavam técnicas para resolverem os problemas de forma mais rápida e organizada. Podemos perceber que o objetivo sempre era de ação e não prevenção. Em 1856 o Imperador Dom Pedro II (Patrono Nacional dos CBMs) criou a primeira corporação de Bombeiros (Sem caráter militar). Esse quadro mudou em 1880 quando o modelo Francês foi adequado aos padrões brasileiros, surgi a militarização dos Bombeiros
Voltando ao foco dos Bombeiros Civis a atividade de bombeiro voluntário no Brasil é centenária. Data de 13 de julho de 1892, quando foi criada a Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, primeira corporação do gênero no país, inspirada em modelos similares existentes na Alemanha, país de origem dos colonizadores que se instalaram no nordeste de Santa Catarina.
Desde então a corporação exerce atividade ininterrupta de corpo de bombeiros de natureza civil, cujo modelo espalhou para outras cidades dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, principalmente, havendo corporações do mesmo tipo em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Pará
Com a entrada de imigrantes europeus no Brasil, houve um enriquecimento da nossa cultura e uma evolução dos bombeiros voluntários. Na época esse bombeiros ocupavam cargos desde a prevenção até na própria ação. Foi muito útil nos municípios onde não havia programas da Defesa Civil e Bombeiros Militares
Com as grandes Guerras e revolução industrial, começou a surgir a necessidade de profissionais preparado para anteceder quaisquer problemas nas grandes empresas. Dessa forma as multinacionais treinavam seus próprios funcionários nos serviços de espaço confinado, altura e combate ao incêndio, através de instrutores internacionais (Exemplo é a extinta SEARS)
Em 1991 houve uma grande união dos profissionais para a regulamentação da Lei, que só foi ocorrer definitivamente em 2009 (Lei 11901), que definiu a profissão e suas necessidades de conhecimento (NBR 14608). Sua CBO foi criada em 22/10/2002 como Bombeiro de segurança do trabalho e alterada em 10/01/2011 como “Bombeiro Civil” (CBO 5171-10)
Hoje com a obrigação de Bombeiros Civis em lugares de grande acesso, como parques, shoppings, estádios, universidades, entre outros, por algumas Leis municipais e Estaduais que estão sendo estabelecidas, podemos acreditar que é uma profissão em ascensão
Existem muitos profissionais no mercado, mas as empresa aproveitam isso para exigir diferenciais de mercado, como cursos complementares
É fácil encontrar anúncios para Bombeiros Civis, difícil é encontrar anuncio que exija somente essa profissão sem nenhum acréscimo no currículo
No meu parecer isso é muito bom, afinal estamos falando de uma profissão completamente técnica e embasada nas normas. A carga horaria dos cursos é pouco comparando os conhecimentos que esse profissional deve ter
As escolas são obrigadas a ensinarem: Atividades Operacionais, EPI, EPR, Prevenção e Combate ao incêndio, Salvamento Terrestre e de Altura, Produtos perigosos, Primeiros socorros, Analise de riscos, ou seja, não são atividades que podem ser feito de qualquer forma, existem vários protocolos que devem ser seguidos
É fundamental que o profissional que vai entrar nessa nova área busca escola com referencias e que ele seja treinado por profissional capacitado para essas atividades (Lista de instrutores autorizados a dar aula, pelo Corpo de Bombeiros Militares do Estado de SP), caso seja de outro Estado procure verificar no corpo de bombeiros de sua região
O aprofundamento e o conhecimento que o bombeiro deve ter é muito complexo, por isso 210 Hrs não são suficiente para aprender tudo que listei acima, talvez esse seja um grande motivo dos anúncios de empregos exigirem outros cursos
Aos profissionais que já estão no mercado, recomendo fora a atualização exigida, cursos voltados a novas requisições do mercado, como APH, Especialização em Produtos Químicos e emergência de produtos perigosos, Heliponto, atualizações e novas tecnologias de EPI e EPR, especializações e atualizações das NRs. Claro que tudo tem que ser voltado ao campo que pretende atuar, porém essas são as condições mais comuns vistas nos anúncios de Bombeiros Civis
Podemos concluir que houve muito tempo para o reconhecimento da categoria, esse é um dos motivos por não ter muitos profissionais bons no mercado e aqueles que se diferenciam geralmente tem uma educação continuada e constante, seja pela empresa ou por conta própria, entretanto devemos ficar felizes, pois essas novas leis estão indo de contramão com a crise econômica e valorizando esse profissional que se dedica muito e são poucos compensados
ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS.
SC-BRASIL.
UNION LATINO AMERICANA DE ORGANISMOS DE RESGATE.
U.L.O.R. - ARGENTINA.
CUERPO INTERNACIONAL DE EMERGENCIAS E AJUDA HUMANITARIA - SPANA
ANJOS DO ASFALTO RESGATE VOLUNTÁRIO-BA-BRASIL.
VOLUNTÁRIOS INTEGRADOS PARA AJUDA HUMANITÁRIA-BRASIL.
GRUPO OPERACIONAL DE RESGATE.
BRASIL.
REDE OPERACIONAL DE EMERGÊNCIA PARA RADIOAMADORES.
BAGÉ-RS-BRASIL.
ASSOCIAÇÃO HISTÓRICA DOS BOINAS AZUIS DO BRASIL-BRASILIA-DF.
BRASIL.
MAIS SAÚDE QUALIFICAÇÃO E ASSESORIA EM SAÚDE-SC-BRASIL.
FORÇA AUXILIAR DE RESGATE BRASIL.
CASCAVEL-PR-BRASIL.
ROSEA
NOMINUS PEOPLE FOR THE WORLD.
ITÁLIA.
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE CETE.
CETE - PORTUGUAL.
AMERICAN DIPLOMATIC MISSION OF INTERNATIONAL RELATIONS INTERGOVEMMENTAL ORGANIZATION
ASSOCIAÇÃO SUL BRASILEIRA DE SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIO
BOMBEROS METROPOLITANOS VOLUNTARIOS VUELTA DE ROCHA.
BUENOS AIRES-ARGENTINA.
UNIDADE ESPECIAL RESCATE EMERGENCIA.
REPÚBLICA DOMINICANA.
GRUPO DEENTRENAMIENTO EM OPERACIONES DE RESCATE.
EQUADOR.
INTERNATIONAL HUMAN RIGHTS COMMUNITY.
UCRÂNIA.
SISTEMA DE ENSINO E TREINAMENTO EMERGENCIAL E BOMBERIL.
SC-BRASIL
CONVENÇÃO ECLESIÁSTICA FILHOS DA PROMESSA.
RIO DE JANEIRO-BRASIL.
DEFESA CIVIL VOLUNTÁRIA
BICAS MG. BRASIL.
SAR - CUERPO ARGENTINO DE RESCATE.
ARGENTINA.
ALIANÇA INTERNACIONAL DE EQUIPES DE RESGATE E AJUDA HUMANITÁRIA.
GRUPO DE RESGATE E APOIO VOLUNTÁRIO.
SC-BRASIL
GRUPAMENTO DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS.
RIO DE JANEIRO-BRASIL.
WORLD ALLIANCE AMBASSADORS FOR PEACE.INC.
EUA.
ACADEMIA DUQUE DE CAXIAS DE LA REPÚBLICA ARGENTINA.
CUERPO INTERNACIONAL DE COMUNICACIONES RESGATE Y AYUDA HUMANITARI-VENEZUELA.
SOVRANA GRAN LOGGIA UNIVERSALE
FEDERAZONE ITALIANA.
FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
BOMBEIROS CIVIL.
RS-BRASIL.
COEM DO ROSARIO.
ARGENTINA.
BOMBEIROS CIVIS VOLUNTÁRIOS.
SÃO BERNADO DO CAMPO-SP.
BRASIL
INTERNATIONAL HUMAN RIGHTS COUNCIL
IHRC GLOBAL.
PAQUISTÃO.
ASOCIACION REGIONAL DE ORGANIZACIONES VOLUNTARIAS DEL ESTADO ZULIA -
VENEZUELA
GRUPO DE BUSCA E RESGATE COM CÃES
K9.
BRASIL.
SOCORRISTAS E BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO BRASIL.
BOMBEROS VOLUNTARIOS
REPÚBLICA ARGENTINA.
S.V.E.
SISTEMA VOLUNTÁRIO DE EMERGÊNCIA
BRASIL.